Dissertações/Teses

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2021
Dissertações
1
  • LUCIA DE SOUZA LEMOS
  • EVOLUÇÃO DA QUALIDADE DO ATENDIMENTO PRESTADO PELO HC/UFPE SOB A LENTE DAS PESQUISAS DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO

  • Orientador : LEON VICTOR DE QUEIROZ BARBOSA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • LEON VICTOR DE QUEIROZ BARBOSA
  • MARIANA BATISTA DA SILVA
  • LUCIANA DA CONCEIÇÃO FARIAS SANTANA
  • Data: 01/06/2021

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  • Esta obra tem por objetivo saber se as Pesquisas de Satisfação do Usuário (PSU) são ferramentas utilizadas na efetivação das políticas públicas de saúde do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (HC-UFPE). Busca-se investigar em que medida os gestores do referido serviço público de saúde utilizam os resultados destas pesquisas, de forma concreta, no momento da instituição dos seus atos normativos. Para tanto, este estudo reuniu os dados das PSU, desenvolvidas no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (HC-UFPE), entre os anos de 2015 e 2019. Os temas abordados nas PSU foram utilizados como guia na busca de vínculo entre eles e o conjunto dos atos normativos emitidos pela instituição, no mesmo período, extrapolando para o semestre imediatamente posterior à última PSU. Encontrar o reflexo da voz dos usuários do hospital no repertório das deliberações oficiais dos gestores simbolizaria uma atitude de deferêcia à participação cidadã. Como método de pesquisa, foi desenvolvido um estudo de caso, de caráter exploratório e descritivo, pautado em abordagem quantitativa. No desenvolvimento do trabalho, foram realizadas pesquisas bibliográfica e documental, além dos dados secundários anteriormente citados. Os resultados sugerem que o uso das PSU, no que tange aos atos oficiais publicados, não é de praxe na consideração das decisões dos gestores.


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  • Esta obra tem por objetivo saber se as Pesquisas de Satisfação do Usuário (PSU) são
    ferramentas utilizadas na efetivação das políticas públicas de saúde do Hospital das Clínicas da
    Universidade Federal de Pernambuco (HC-UFPE). Busca-se investigar em que medida os
    gestores do referido serviço público de saúde utilizam os resultados destas pesquisas, de forma
    concreta, no momento da instituição dos seus atos normativos. Para tanto, este estudo reuniu os
    dados das PSU, desenvolvidas no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de
    Pernambuco (HC-UFPE), entre os anos de 2015 e 2019. Os temas abordados nas PSU foram
    utilizados como guia na busca de vínculo entre eles e o conjunto dos atos normativos emitidos
    pela instituição, no mesmo período, extrapolando para o semestre imediatamente posterior à
    última PSU. Encontrar o reflexo da voz dos usuários do hospital no repertório das deliberações
    oficiais dos gestores simbolizaria uma atitude de deferêcia à participação cidadã. Como método
    de pesquisa, foi desenvolvido um estudo de caso, de caráter exploratório e descritivo, pautado
    em abordagem quantitativa. No desenvolvimento do trabalho, foram realizadas pesquisas
    bibliográfica e documental, além dos dados secundários anteriormente citados. Os resultados
    sugerem que o uso das PSU, no que tange aos atos oficiais publicados, não é de praxe na
    consideração das decisões dos gestores.

2
  • CECILIA NASCIMENTO ARRUDA
  • TÉCNICOS EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS E PRÁTICA PEDAGÓGICA FORA DA SALA DE AULA

  • Orientador : DALSON BRITTO FIGUEIREDO FILHO
  • MEMBROS DA BANCA :
  • DALSON BRITTO FIGUEIREDO FILHO
  • ERNANI RODRIGUES DE CARVALHO NETO
  • KATIA SILVA CUNHA
  • Data: 22/06/2021

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  • Como os técnicos em assuntos educacionais (TAEs) atuam junto aos cursos de graduação? O principal objetivo desta pesquisa foi analisar a atuação dos técnicos em assuntos educacionais a partir do estudo de caso da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Mais especificamente, identificar o perfil desses técnicos, descrever a natureza das suas atividades profissionais, a partir da sua percepção, e compará-las com a prescrição legal das suas atribuições. Em termos substantivos, testamos a hipótese de que a existência do Setor de Estudos e Assessoria Pedagógica (Seap) favorece a atuação dos técnicos em assuntos educacionais como prescrito legalmente. Metodologicamente, para melhor compreender a natureza das atividades executadas pelos TAEs, aplicamos questionários, realizamos entrevistas semiestruturadas e empreendemos a técnica de observação não participante. Além disso, utilizamos análise documental para examinar o conteúdo dos dispositivos legais do cargo e os projetos pedagógicos de 34 cursos de graduação, como recortes da prática pedagógica. Os principais resultados indicam que: a) a atuação dos técnicos em assuntos educacionais na UFPE, em comparação com UFRJ, UFF, IFPR e UFTM, é de natureza predominantemente pedagógica, na percepção dos próprios TAEs, e se dá em dimensões de apoio ao docente, ao discente e em interlocução com outros setores da universidade e b) foram encontradas evidências confiáveis de que TAEs lotados em centros com Seap exibem um padrão de atuação mais consistente com as suas atribuições legais quando comparados com servidores lotados em centros sem Seap. Além disso, outros resultados encontrados apontam que: c) para prover o exercício das atribuições tal qual o prescrito legalmente, os centros acadêmicos, os cursos de graduação e os próprios TAEs adotam múltiplas táticas e estratégias, como a criação de setores pedagógicos, d) esses setores de assessoria pedagógica, ainda que com outras nomenclaturas, possuem TAEs cuja atuação pode abranger um único curso de graduação ou todo o centro acadêmico, a depender da sua vinculação, e e) a política de dimensionamento de TAEs da UFPE não toma como base a equidade entre os centros ou o número de cursos por centro, ou ainda a quantidade de discentes, docentes ou demais técnicos nessas unidades. Os achados desta pesquisa têm o potencial de ampliar a discussão sobre o exercício das atribuições dos TAEs e pode incentivar a adoção de iniciativas de colaboração entre os diferentes atores institucionais, com o objetivo de melhorar a qualidade dos processos e das práticas pedagógicas da universidade.


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  • Como os técnicos em assuntos educacionais (TAEs) atuam junto aos cursos de graduação? O principal objetivo desta pesquisa foi analisar a atuação dos técnicos em assuntos educacionais a partir do estudo de caso da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Mais especificamente, identificar o perfil desses técnicos, descrever a natureza das suas atividades profissionais, a partir da sua percepção, e compará-las com a prescrição legal das suas atribuições. Em termos substantivos, testamos a hipótese de que a existência do Setor de Estudos e Assessoria Pedagógica (Seap) favorece a atuação dos técnicos em assuntos educacionais como prescrito legalmente. Metodologicamente, para melhor compreender a natureza das atividades executadas pelos TAEs, aplicamos questionários, realizamos entrevistas semiestruturadas e empreendemos a técnica de observação não participante. Além disso, utilizamos análise documental para examinar o conteúdo dos dispositivos legais do cargo e os projetos pedagógicos de 34 cursos de graduação, como recortes da prática pedagógica. Os principais resultados indicam que: a) a atuação dos técnicos em assuntos educacionais na UFPE, em comparação com UFRJ, UFF, IFPR e UFTM, é de natureza predominantemente pedagógica, na percepção dos próprios TAEs, e se dá em dimensões de apoio ao docente, ao discente e em interlocução com outros setores da universidade e b) foram encontradas evidências confiáveis de que TAEs lotados em centros com Seap exibem um padrão de atuação mais consistente com as suas atribuições legais quando comparados com servidores lotados em centros sem Seap. Além disso, outros resultados encontrados apontam que: c) para prover o exercício das atribuições tal qual o prescrito legalmente, os centros acadêmicos, os cursos de graduação e os próprios TAEs adotam múltiplas táticas e estratégias, como a criação de setores pedagógicos, d) esses setores de assessoria pedagógica, ainda que com outras nomenclaturas, possuem TAEs cuja atuação pode abranger um único curso de graduação ou todo o centro acadêmico, a depender da sua vinculação, e e) a política de dimensionamento de TAEs da UFPE não toma como base a equidade entre os centros ou o número de cursos por centro, ou ainda a quantidade de discentes, docentes ou demais técnicos nessas unidades. Os achados desta pesquisa têm o potencial de ampliar a discussão sobre o exercício das atribuições dos TAEs e pode incentivar a adoção de iniciativas de colaboração entre os diferentes atores institucionais, com o objetivo de melhorar a qualidade dos processos e das práticas pedagógicas da universidade.

3
  • TACIANA MARTINS PEREIRA
  • PROGRAMA IDIOMA SEM FRONTEIRAS: o caso da Universidade Federal de Pernambuco

  • Orientador : MARCELO DE ALMEIDA MEDEIROS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ANDREA QUIRINO STEINER
  • MARCELO DE ALMEIDA MEDEIROS
  • THIAGO DA CAMARA FIGUEREDO
  • Data: 20/07/2021

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  • Este estudo teve como objetivo avaliar o processo de implementação do Programa Idiomas sem Fronteiras, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), campus Recife, no período de 2013 a 2019. Foi realizado um estudo de caso, mediante a obtenção de dados qualitativos, com alguns elementos quantitativos, do tipo de pesquisa descritiva e exploratória, em que o processo de implementação do Idiomas sem Fronteiras (IsF) foi avaliado. Utilizaram-se os dispositivos legais do governo federal e da instituição, comparando-os com a percepção dos atores entrevistados. Com base no referencial teórico, que relaciona pesquisas sobre as políticas públicas, política linguística e a internacionalização no contexto da educação superior brasileira e na UFPE, utilizou-se o modelo de avaliação de processos, desenvolvido por Draibe (2001). Foram realizadas a análise documental e de conteúdo das entrevistas semiestruturadas, feitas com coordenadores gerais, coordenadores pedagógicos e técnicos administrativos do programa na instituição, totalizando 8 entrevistados. Os dados obtidos foram agrupados em categorias temáticas, identificando os seguintes subprocessos: Sistema gerencial e decisório; Processos de divulgação e informação; Processos de seleção; Processos de capacitação; Sistemas logísticos e operacionais; Processos de monitoramento e avaliação internos. Apontaram-se os fatores facilitadores e obstáculos em cada um dos subprocessos e sistemas avaliados. O IsF se destacou pela relevância no processo de internacionalização da UFPE, mediante a promoção do desenvolvimento linguístico-cultural de seus alunos.


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  • Este estudo teve como objetivo avaliar o processo de implementação do Programa Idiomas sem Fronteiras, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), campus Recife, no período de 2013 a 2019. Foi realizado um estudo de caso, mediante a obtenção de dados qualitativos, com alguns elementos quantitativos, do tipo de pesquisa descritiva e exploratória, em que o processo de implementação do Idiomas sem Fronteiras (IsF) foi avaliado. Utilizaram-se os dispositivos legais do governo federal e da instituição, comparando-os com a percepção dos atores entrevistados. Com base no referencial teórico, que relaciona pesquisas sobre as políticas públicas, política linguística e a internacionalização no contexto da educação superior brasileira e na UFPE, utilizou-se o modelo de avaliação de processos, desenvolvido por Draibe (2001). Foram realizadas a análise documental e de conteúdo das entrevistas semiestruturadas, feitas com coordenadores gerais, coordenadores pedagógicos e técnicos administrativos do programa na instituição, totalizando 8 entrevistados. Os dados obtidos foram agrupados em categorias temáticas, identificando os seguintes subprocessos: Sistema gerencial e decisório; Processos de divulgação e informação; Processos de seleção; Processos de capacitação; Sistemas logísticos e operacionais; Processos de monitoramento e avaliação internos. Apontaram-se os fatores facilitadores e obstáculos em cada um dos subprocessos e sistemas avaliados. O IsF se destacou pela relevância no processo de internacionalização da UFPE, mediante a promoção do desenvolvimento linguístico-cultural de seus alunos.

4
  • INGRID RIQUE DA ESCOSSIA PEREIRA
  • Transparência passiva em universidades federais da região Nordeste

  • Orientador : DALSON BRITTO FIGUEIREDO FILHO
  • MEMBROS DA BANCA :
  • DALSON BRITTO FIGUEIREDO FILHO
  • HUGO AUGUSTO VASCONCELOS MEDEIROS
  • MARIANA BATISTA DA SILVA
  • THAIS HELEN DO NASCIMENTO SANTOS
  • Data: 27/07/2021

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  • Este trabalho analisa o cumprimento de obrigações vinculadas à transparência passiva estabelecida pela Lei de Acesso à Informação (LAI) em nove universidades federais da região Nordeste. A partir de um banco de dados original elaborado a partir do Sistema Eletrônico do Serviço de Informações ao Cidadão (e-SIC) e da Plataforma Integrada de Ouvidoria e de Acesso à Informação (Fala.BR), examinamos como essas instituições se comportam em relação aos princípios de transparência a partir de três indicadores: a) taxa de resposta; b) prazo médio de resposta; e c) precisão da resposta. Os dados foram coletados entre 27 de julho de 2020 e 08 de setembro de 2020, totalizando 27 pedidos de acesso à informação. Os principais resultados indicam que as universidades parecem comprometidas com a transparência passiva: (1) a taxa de resposta (quando se considera o critério de resposta válida, qual seja, pedidos respondidos no prazo de 30 dias) foi de 85,18%; (2) em média, as universidades públicas nordestinas demoram 12,98 dias para responder uma solicitação (considerando o prazo de 30 dias); e (3) 68,51% das respostas foram precisas, quando consideramos a correspondência entre o que foi solicitado e o que foi respondido. De um modo geral, passados mais de nove anos após da aprovação, as diretrizes de transparência passiva estabelecida pela LAI estão sendo cumpridas, com exceção da UFPI, que teve como tempo médio 69,33 dias, sem nenhum registro de prorrogação registrado, evidenciando o descumprimento dos prazos e determinações previstos na LAI. No geral, as universidades foram consideradas transparentes, pois o retorno às solicitações de acesso à informação foi satisfatório. Os resultados evidenciados no presente estudo tem o potencial de colaborar com o desenvolvimento do conhecimento sobre a administração pública e a transparência passiva, esclarecendo como as universidades federais da região Nordeste estão cumprindo os principais dispositivos da LAI, além de instruir os cidadãos para o exercício da participação social e fiscalização dos órgãos e entidades públicas.


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  • Este trabalho analisa o cumprimento de obrigações vinculadas à transparência passiva estabelecida pela Lei de Acesso à Informação (LAI) em nove universidades federais da região Nordeste. A partir de um banco de dados original elaborado a partir do Sistema Eletrônico do Serviço de Informações ao Cidadão (e-SIC) e da Plataforma Integrada de Ouvidoria e de Acesso à Informação (Fala.BR), examinamos como essas instituições se comportam em relação aos princípios de transparência a partir de três indicadores: a) taxa de resposta; b) prazo médio de resposta; e c) precisão da resposta. Os dados foram coletados entre 27 de julho de 2020 e 08 de setembro de 2020, totalizando 27 pedidos de acesso à informação. Os principais resultados indicam que as universidades parecem comprometidas com a transparência passiva: (1) a taxa de resposta (quando se considera o critério de resposta válida, qual seja, pedidos respondidos no prazo de 30 dias) foi de 85,18%; (2) em média, as universidades públicas nordestinas demoram 12,98 dias para responder uma solicitação (considerando o prazo de 30 dias); e (3) 68,51% das respostas foram precisas, quando consideramos a correspondência entre o que foi solicitado e o que foi respondido. De um modo geral, passados mais de nove anos após da aprovação, as diretrizes de transparência passiva estabelecida pela LAI estão sendo cumpridas, com exceção da UFPI, que teve como tempo médio 69,33 dias, sem nenhum registro de prorrogação registrado, evidenciando o descumprimento dos prazos e determinações previstos na LAI. No geral, as universidades foram consideradas transparentes, pois o retorno às solicitações de acesso à informação foi satisfatório. Os resultados evidenciados no presente estudo tem o potencial de colaborar com o desenvolvimento do conhecimento sobre a administração pública e a transparência passiva, esclarecendo como as universidades federais da região Nordeste estão cumprindo os principais dispositivos da LAI, além de instruir os cidadãos para o exercício da participação social e fiscalização dos órgãos e entidades públicas.

5
  • LEANDRO PAULO DOS SANTOS
  • Avaliação do Processo de Implementação de Políticas Inclusivas com Recorte Étnico-Racial e de Gênero e Sexualidade no Instituto Federal de Pernambuco – IFPE

  • Orientador : ERINALDO FERREIRA DO CARMO
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ERINALDO FERREIRA DO CARMO
  • MARIANA BATISTA DA SILVA
  • DANILO DE CARVALHO LEANDRO
  • Data: 27/07/2021

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  • Esta pesquisa teve como objeto de estudo o processo de implementação das políticas de inclusão com recorte étnico-racial e de gênero e sexualidade no Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE). E o seu objetivo principal foi avaliar em que medida tais políticas estão sendo implementadas em consonância com os preceitos dos direitos humanos e da inclusão da diversidade presentes nas normativas institucionais sobre educação inclusiva. Para contextualizar a temática e oferecer subsídio teórico à análise, a pesquisa apresenta aspectos conceituais acerca das políticas públicas como o ciclo de políticas públicas, em especial a etapa de implementação; discute os aspectos essenciais para a compreensão do direito social à educação no Brasil e sua relevância para o direcionamento das políticas públicas educacionais para a diversidade e apresenta como estas políticas aparecem nos documentos do IFPE. A perspectiva adotada para a realização do estudo é a abordagem qualitativa, caracterizada com base na metodologia de Gil (2008) quanto aos seus objetivos, como uma pesquisa de natureza exploratória e descritiva. Quanto aos procedimentos técnicos o estudo se desenvolveu a partir de pesquisa bibliográfica, documental e estudo de campo por meio de entrevistas semiestruturadas com alguns servidores do IFPE que respondem em diferentes níveis pela implementação das políticas inclusivas na instituição, distribuídos em três dos dezesseis campi do Instituto. O tratamento dos dados obtidos a partir das entrevistas foi feito com base na técnica da análise de conteúdo (BARDIN, 1977). Os resultados apontam que políticas étnico-raciais e de gênero e sexualidade estão sendo implementadas nos três campi da pesquisa, mas que esse processo se dá de forma independente de regulamentos formalmente instituídos na instituição, que se mostram insuficientes. Tais políticas estão tendo a sua execução possibilitada devido ao grande poder discricionário que possuem seus implementadores, na medida em que criam procedimentos de atuação próprios, devido à deficiência normativa e que, assim, acabam por se tornar propriamente os formuladores destas políticas, conforme salientam os estudos baseados no modelo analítico que enfatiza a ação dos implementadores no processo de implementação da política pública, o modelo bottom-up. Contudo, a ausência da política formal se reflete em falta de planejamento e avaliação das políticas implementadas, o que gera uma série de dificuldades para o processo. Observou-se que os implementadores carecem de formação e capacitação e de recursos estruturais adequados, o que revela uma vulnerabilidade nos insumos das políticas, fragilizando suas ações e comprometendo a continuidade delas. Para além das dificuldades impostas pela própria organização estrutural da instituição, as políticas inclusivas não são adotadas pela maior parte da comunidade acadêmica e até mesmo rejeitadas por uma menor parcela dela. As alternativas sugeridas para a superação de tais desafios conduzem para uma mesma solução principal: a criação de uma política institucional única e completa que apresente diretrizes concretas para a superação de todos os obstáculos observados e seja a base para a efetivação da inclusão da diversidade em âmbito institucional e para a consolidação de uma cultura organizacional promotora de direitos humanos. 


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  • Esta pesquisa teve como objeto de estudo o processo de implementação das políticas de inclusão com recorte étnico-racial e de gênero e sexualidade no Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE). E o seu objetivo principal foi avaliar em que medida tais políticas estão sendo implementadas em consonância com os preceitos dos direitos humanos e da inclusão da diversidade presentes nas normativas institucionais sobre educação inclusiva. Para contextualizar a temática e oferecer subsídio teórico à análise, a pesquisa apresenta aspectos conceituais acerca das políticas públicas como o ciclo de políticas públicas, em especial a etapa de implementação; discute os aspectos essenciais para a compreensão do direito social à educação no Brasil e sua relevância para o direcionamento das políticas públicas educacionais para a diversidade e apresenta como estas políticas aparecem nos documentos do IFPE. A perspectiva adotada para a realização do estudo é a abordagem qualitativa, caracterizada com base na metodologia de Gil (2008) quanto aos seus objetivos, como uma pesquisa de natureza exploratória e descritiva. Quanto aos procedimentos técnicos o estudo se desenvolveu a partir de pesquisa bibliográfica, documental e estudo de campo por meio de entrevistas semiestruturadas com alguns servidores do IFPE que respondem em diferentes níveis pela implementação das políticas inclusivas na instituição, distribuídos em três dos dezesseis campi do Instituto. O tratamento dos dados obtidos a partir das entrevistas foi feito com base na técnica da análise de conteúdo (BARDIN, 1977). Os resultados apontam que políticas étnico-raciais e de gênero e sexualidade estão sendo implementadas nos três campi da pesquisa, mas que esse processo se dá de forma independente de regulamentos formalmente instituídos na instituição, que se mostram insuficientes. Tais políticas estão tendo a sua execução possibilitada devido ao grande poder discricionário que possuem seus implementadores, na medida em que criam procedimentos de atuação próprios, devido à deficiência normativa e que, assim, acabam por se tornar propriamente os formuladores destas políticas, conforme salientam os estudos baseados no modelo analítico que enfatiza a ação dos implementadores no processo de implementação da política pública, o modelo bottom-up. Contudo, a ausência da política formal se reflete em falta de planejamento e avaliação das políticas implementadas, o que gera uma série de dificuldades para o processo. Observou-se que os implementadores carecem de formação e capacitação e de recursos estruturais adequados, o que revela uma vulnerabilidade nos insumos das políticas, fragilizando suas ações e comprometendo a continuidade delas. Para além das dificuldades impostas pela própria organização estrutural da instituição, as políticas inclusivas não são adotadas pela maior parte da comunidade acadêmica e até mesmo rejeitadas por uma menor parcela dela. As alternativas sugeridas para a superação de tais desafios conduzem para uma mesma solução principal: a criação de uma política institucional única e completa que apresente diretrizes concretas para a superação de todos os obstáculos observados e seja a base para a efetivação da inclusão da diversidade em âmbito institucional e para a consolidação de uma cultura organizacional promotora de direitos humanos. 

6
  • MARIA ISABEL DA SILVA MONTEIRO DIAS
  • Plano de Ação de Saúde Mental no Brasil: andamento dos objetivos e da meta de redução do suicídio entre 2015 e 2019.

  • Orientador : DALSON BRITTO FIGUEIREDO FILHO
  • MEMBROS DA BANCA :
  • DALSON BRITTO FIGUEIREDO FILHO
  • ERNANI RODRIGUES DE CARVALHO NETO
  • HUGO AUGUSTO VASCONCELOS MEDEIROS
  • Data: 28/07/2021

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  • Esta dissertação apresenta os resultados da pesquisa a respeito do andamento dos objetivos e das metas do Plano de Ação de Saúde Mental 2013 – 2020, lançado pela OMS, ao qual o Brasil tornou-se país signatário desde 2015. Com isso o objetivo dessa pesquisa é analisar o andamento dos resultados desses objetivos e metas no Brasil, período de 2015 a 2019. Além disto, apresenta um breve histórico sobre o suicídio, dados do suicídio no Brasil e no mundo, as possíveis causas e maneiras de prevenção para combater esse problema de saúde pública, complexo e que preocupa os governantes de todo mundo. O estudo justifica-se por possibilitar uma análise detalhada do que vem sendo feito para prevenção do suicídio no país, as ações que estão sendo aplicadas e se estão bem implementadas e principalmente se os objetivos e as metas estão sendo atingidas. O desenho de pesquisa adota uma abordagem técnica estatística descritiva, através da descrição dos objetivos e das metas da Agenda de Ações Estratégicas para a prevenção e vigilância do suicídio no Brasil e análise estatística das ocorrências de suicídio (CID10: X60-X84) no Brasil, no período de 2015 a 2019. Os dados foram coletados na plataforma DATASUS e a análise foi realizada por meio do software SPSS v. 26. Os resultados demonstraram que a maioria dos objetivos foram cumpridos, porém as metas não foram atingidas da forma desejada, principalmente no que se refere ao suicídio. Apesar das implementações das ações sugeridas nos objetivos, o suicídio no Brasil continua aumentando, e apesar de ter ficado abaixo da taxa sugerida pelo Plano de Ação de Saúde Mental de 7,3 (por 100.000 habitantes), não conseguiu diminuir o número de suicídio em 10%. Esta pesquisa visa não apenas averiguar os resultados alcançados, até o momento, do Plano de Ação de Saúde Mental no Brasil, mas sobretudo, fomentar discussões que possam trazer estratégias para o enfrentamento do suicídio e material cientifico para embasamento de novos estudos, inclusive com o produto oferecido junto a essa dissertação, a tradução para língua portuguesa do Plano de Ação de Saúde Mental 2013-2020 da OMS.


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  • Esta dissertação apresenta os resultados da pesquisa a respeito do andamento dos objetivos e das metas do Plano de Ação de Saúde Mental 2013 – 2020, lançado pela OMS, ao qual o Brasil tornou-se país signatário desde 2015. Com isso o objetivo dessa pesquisa é analisar o andamento dos resultados desses objetivos e metas no Brasil, período de 2015 a 2019. Além disto, apresenta um breve histórico sobre o suicídio, dados do suicídio no Brasil e no mundo, as possíveis causas e maneiras de prevenção para combater esse problema de saúde pública, complexo e que preocupa os governantes de todo mundo. O estudo justifica-se por possibilitar uma análise detalhada do que vem sendo feito para prevenção do suicídio no país, as ações que estão sendo aplicadas e se estão bem implementadas e principalmente se os objetivos e as metas estão sendo atingidas. O desenho de pesquisa adota uma abordagem técnica estatística descritiva, através da descrição dos objetivos e das metas da Agenda de Ações Estratégicas para a prevenção e vigilância do suicídio no Brasil e análise estatística das ocorrências de suicídio (CID10: X60-X84) no Brasil, no período de 2015 a 2019. Os dados foram coletados na plataforma DATASUS e a análise foi realizada por meio do software SPSS v. 26. Os resultados demonstraram que a maioria dos objetivos foram cumpridos, porém as metas não foram atingidas da forma desejada, principalmente no que se refere ao suicídio. Apesar das implementações das ações sugeridas nos objetivos, o suicídio no Brasil continua aumentando, e apesar de ter ficado abaixo da taxa sugerida pelo Plano de Ação de Saúde Mental de 7,3 (por 100.000 habitantes), não conseguiu diminuir o número de suicídio em 10%. Esta pesquisa visa não apenas averiguar os resultados alcançados, até o momento, do Plano de Ação de Saúde Mental no Brasil, mas sobretudo, fomentar discussões que possam trazer estratégias para o enfrentamento do suicídio e material cientifico para embasamento de novos estudos, inclusive com o produto oferecido junto a essa dissertação, a tradução para língua portuguesa do Plano de Ação de Saúde Mental 2013-2020 da OMS.

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  • VIVIANE ALVES DE CARVALHO
  • Avaliação de Implementação do Programa Incluir e as iniciativas de acessibilidade dos professores, Burocratas de Nível de Rua, na Universidade Federal De Pernambuco (2012-2019)

  • Orientador : MARIANA BATISTA DA SILVA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ERINALDO FERREIRA DO CARMO
  • MARIANA BATISTA DA SILVA
  • RODRIGO BARROS DE ALBUQUERQUE
  • Data: 30/07/2021

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  • A acessibilidade é uma temática que vem sendo bastante discutida nos dias de hoje, notadamente ao que se refere à inclusão de pessoas com deficiência na educação superior, para tanto a pesquisa tem como problemática o seguinte questionamento: Quais práticas os professores criam para lidar com a inclusão de estudantes com deficiência nas salas de aula? Para compreender este questionamento, a pesquisa tem como objeto de estudo o Programa Incluir: acessibilidade na educação superior e como objetivo geral avaliar as práticas que os professores, Burocratas de Nível de Rua, criam para lidar com a inclusão de estudantes com deficiência nas salas de aula, nos campi de Recife da UFPE, no período de 2012 a 2019. Tomando por base, a compreensão do processo de implantação do Programa Incluir no âmbito das políticas públicas de inclusão na educação superior; a verificação dos serviços, recursos e apoios técnicos disponibilizados pelo Programa Incluir que viabilizam a inclusão educacional dos estudantes com deficiência, na UFPE; e a identificação das práticas realizadas para implementação e execução do Programa Incluir nas iniciativas de acessibilidade dos professores, Burocratas de Nível de Rua para o atendimento dos estudantes com deficiências na UFPE. Metodologicamente, o desenho da pesquisa utilizado foi o de métodos qualitativos, caracterizada também como pesquisa descritiva, tendo como instrumento de coleta de dados entrevistas semi-estruturadas com professores, Burocratas de Nível de Rua, em sala de aula, nos campi de Recife da UFPE. Os resultados demonstram que, para os participantes da pesquisa, embora a implementação do Programa Incluir contribua para efetivação da política pública inclusiva, as iniciativas de acessibilidade dos professores em sala de aula são bastante influenciadas por suas trajetórias profissionais, capacitações e perfil relacional com os estudantes com deficiência. Nesse sentido, faz-se necessário uma atenção maior para ações de capacitação do corpo docente desta instituição, inclusive de divulgação do Programa Incluir e da eliminação de barreiras e promoção de uma cultura mais inclusiva na Universidade.


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  • A acessibilidade é uma temática que vem sendo bastante discutida nos dias de hoje, notadamente ao que se refere à inclusão de pessoas com deficiência na educação superior, para tanto a pesquisa tem como problemática o seguinte questionamento: Quais práticas os professores criam para lidar com a inclusão de estudantes com deficiência nas salas de aula? Para compreender este questionamento, a pesquisa tem como objeto de estudo o Programa Incluir: acessibilidade na educação superior e como objetivo geral avaliar as práticas que os professores, Burocratas de Nível de Rua, criam para lidar com a inclusão de estudantes com deficiência nas salas de aula, nos campi de Recife da UFPE, no período de 2012 a 2019. Tomando por base, a compreensão do processo de implantação do Programa Incluir no âmbito das políticas públicas de inclusão na educação superior; a verificação dos serviços, recursos e apoios técnicos disponibilizados pelo Programa Incluir que viabilizam a inclusão educacional dos estudantes com deficiência, na UFPE; e a identificação das práticas realizadas para implementação e execução do Programa Incluir nas iniciativas de acessibilidade dos professores, Burocratas de Nível de Rua para o atendimento dos estudantes com deficiências na UFPE. Metodologicamente, o desenho da pesquisa utilizado foi o de métodos qualitativos, caracterizada também como pesquisa descritiva, tendo como instrumento de coleta de dados entrevistas semi-estruturadas com professores, Burocratas de Nível de Rua, em sala de aula, nos campi de Recife da UFPE. Os resultados demonstram que, para os participantes da pesquisa, embora a implementação do Programa Incluir contribua para efetivação da política pública inclusiva, as iniciativas de acessibilidade dos professores em sala de aula são bastante influenciadas por suas trajetórias profissionais, capacitações e perfil relacional com os estudantes com deficiência. Nesse sentido, faz-se necessário uma atenção maior para ações de capacitação do corpo docente desta instituição, inclusive de divulgação do Programa Incluir e da eliminação de barreiras e promoção de uma cultura mais inclusiva na Universidade.

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  • CLARICE AMALIA DA CONCEICAO
  • A Política Nacional de Regulação em um ambulatório de Traumato -Ortopedia: uma análise de implementação do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco.

  • Orientador : ENIVALDO CARVALHO DA ROCHA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ENIVALDO CARVALHO DA ROCHA
  • DALSON BRITTO FIGUEIREDO FILHO
  • FERNANDO ANTONIO GUERRA DE SOUZA
  • Data: 09/09/2021

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  • Este estudo tem como objetivo analisar o processo de implementação da Política Nacional de Regulação (PNR), pautado no modelo de análise  top down, no que se refere ao acesso às consultas nos ambulatórios de Traumato-ortopedia, que se instituiu no Hospital das Clínicas da UFPE (HC-UFPE), a partir de 2014, sob a responsabilidade da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). A Política Nacional de Regulação (PNR) segue a Norma Operacional de Assistência à Saúde (NOAS) 2002, que se constitui instrumento para estabelecer a equidade na acessibilidade e integralidade da assistência à saúde. Pretende-se, portanto, estudar quais os entraves decorridos com a implementação desta Política, no que se refere ao acesso as consultas nos serviços de traumato-ortopedia do HC-UFPE. Como método de pesquisa, foi desenvolvido um estudo de caso, retrospectivo, de natureza exploratória e descritiva, pautado em aspectos quantitativo e qualitativo. Os dados foram obtidos no Setor de Gestão de Processos e Tecnologia de Informação do HC-UFPE, nos períodos 2006 a 2018 com ênfase a partir de 2014  quando se iniciou a regulação neste serviço. O estudo qualitativo foi realizado de forma remota, considerando a necessidade do distanciamento social em virtude da pandemia do COVID-19. Foi desenvolvido a partir de entrevistas semiestruturadas com burocratas que exerceram cargos de gerência, durante o período da implantação no HC-UFPE da Política Nacional de Regulação. Os dados indicaram uma redução na média dos atendimentos no período da implementação da regulação (2014 a 2018). Portanto, a implementação da regulação no serviço de traumato-ortopedia do HC-UFPE pode ser considerada como uma ferramenta de gestão, que colaborou na organização do acesso dos pacientes, como também nos processos de trabalho da instituição, viabilizando a equidade na acessibilidade e integralidade da assistência à saúde, e fortalecendo os princípios do SUS.


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  • Este estudo tem como objetivo analisar o processo de implementação da Política Nacional de Regulação (PNR), pautado no modelo de análise  top down, no que se refere ao acesso às consultas nos ambulatórios de Traumato-ortopedia, que se instituiu no Hospital das Clínicas da UFPE (HC-UFPE), a partir de 2014, sob a responsabilidade da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). A Política Nacional de Regulação (PNR) segue a Norma Operacional de Assistência à Saúde (NOAS) 2002, que se constitui instrumento para estabelecer a equidade na acessibilidade e integralidade da assistência à saúde. Pretende-se, portanto, estudar quais os entraves decorridos com a implementação desta Política, no que se refere ao acesso as consultas nos serviços de traumato-ortopedia do HC-UFPE. Como método de pesquisa, foi desenvolvido um estudo de caso, retrospectivo, de natureza exploratória e descritiva, pautado em aspectos quantitativo e qualitativo. Os dados foram obtidos no Setor de Gestão de Processos e Tecnologia de Informação do HC-UFPE, nos períodos 2006 a 2018 com ênfase a partir de 2014  quando se iniciou a regulação neste serviço. O estudo qualitativo foi realizado de forma remota, considerando a necessidade do distanciamento social em virtude da pandemia do COVID-19. Foi desenvolvido a partir de entrevistas semiestruturadas com burocratas que exerceram cargos de gerência, durante o período da implantação no HC-UFPE da Política Nacional de Regulação. Os dados indicaram uma redução na média dos atendimentos no período da implementação da regulação (2014 a 2018). Portanto, a implementação da regulação no serviço de traumato-ortopedia do HC-UFPE pode ser considerada como uma ferramenta de gestão, que colaborou na organização do acesso dos pacientes, como também nos processos de trabalho da instituição, viabilizando a equidade na acessibilidade e integralidade da assistência à saúde, e fortalecendo os princípios do SUS.

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