Banca de DEFESA: JULIANE CAROLINA DA SILVA SANTOS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : JULIANE CAROLINA DA SILVA SANTOS
DATA : 28/04/2022
HORA: 09:00
LOCAL: PPGEF/UFPE - Via conferência
TÍTULO:

ANÁLISE LONGITUDINAL DA ASSOCIAÇÃO ENTRE BARREIRAS PARA A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA E NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA EM PACIENTES COM DOENÇA ARTERIAL PERIFÉRICA


PALAVRAS-CHAVES:

Claudicação intermitente, Atividade física, Acelerometria


PÁGINAS: 60
RESUMO:

Pacientes com doença arterial periférica (DAP) e sintomas de claudicação intermitente, tendem a apresentar baixos níveis de atividade física. Esse baixo nível de atividade física pode estar relacionado com as barreiras para a prática de atividade física, principalmente as barreiras que apresentam relação com o sintoma da doença. Porém, não se sabe ao certo, o impacto das barreiras sobre o nível de atividade física ao longo do tempo. Dessa maneira os objetivos do presente estudo foram analisar a associação das barreiras à atividade física sobre as mudanças nos níveis de atividade física e tempo sedentário e examinar se as barreiras à atividade física mudam ao longo do tempo em pacientes com doença arterial periférica (DAP). Trata-se de um estudo longitudinal que incluiu 72 pacientes (68% homens; 65,7±9,2 anos) com DAP sintomática. O nível de atividade física e as barreiras à atividade física foram coletados em dois momentos distintos com intervalo aproximado de 27 meses (IC95%: 26-28 meses). A atividade física foi avaliada em um período de sete dias por meio de um acelerômetro e foram obtidos o tempo gasto em atividades sedentárias, atividades físicas leves e atividades físicas moderadas a vigorosas (AFMV). Os pacientes que relataram “Falta de energia física” tiveram aumento do AFMV (ß=65,4 min/semana; p=0,033) e aqueles que relataram “Falta de dinheiro” tiveram aumento do comportamento sedentário (ß=559,0 min/semana; p =0,013). Além disso, aqueles que relataram as barreiras “Falta de dinheiro” (ß=-476,8 min/semana; p=0,006) e “falta de conhecimento e incerteza quanto aos benefícios da atividade física” (ß=-360,8; p=0,029) tiveram uma diminuição na atividade física leve de baixa intensidade. A prevalência de barreiras não se alterou nos dois momentos (kappa: 0,97 a 1,00). Dessa maneira, conclui-se que as barreiras são estáveis para pacientes com DAP e “falta de dinheiro” e “falta de conhecimento e incerteza sobre os benefícios da atividade física” foram associados à diminuição da atividade física com pouca luz e aumento do comportamento sedentário. A barreira da “falta de energia” foi associada ao aumento do AFMV.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - BRENO QUINTELLA FARAH - UPE
Interno - 1061802 - RAFAEL DOS SANTOS HENRIQUE
Externo à Instituição - RAFAEL MIRANDA TASSITANO - UFRPE
Notícia cadastrada em: 26/04/2022 15:18
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