Dissertações/Teses

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2022
Dissertações
1
  • JOSE IGOR VASCONCELOS DE OLIVEIRA
  • DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO DE UM PROTOCOLO PARA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE PRECISÃO NA BOCHA PARALÍMPICA

  • Orientador : SAULO FERNANDES MELO DE OLIVEIRA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • JOSÉ IRINEU GORLA
  • PEDRO PINHEIRO PAES NETO
  • SAULO FERNANDES MELO DE OLIVEIRA
  • Data: 24/03/2022

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  • Introdução: A bocha paralímpica (BP) é uma modalidade baseada em controle motor, tomada de decisão e, principalmente, a precisão. Muito embora haja aumento no número de participantes e no desempenho apresentado pelos atletas nos eventos mundiais, diferente de outros esportes paralímpicos, a modalidade ainda não dispõe de protocolos para avaliação da precisão destinados aos atletas da modalidade. Objetivo: Desenvolver e validar um protocolo de avaliação individual da precisão na BP. Metodologia Geral: Esse estudo foi divido em três produtos finais: (estudo 1) uma revisão sistemática das investigações relacionadas ao desempenho na precisão de atletas da BP; (estudo 2) aplicabilidade e reprodutibilidade do protocolo de avaliação individual da precisão em atletas da BP; (estudo 3) validação do conteúdo do protocolo e instrumento por meio de avalição de treinadores e concordância de resultados entre avaliadores. Para as coletas, os avaliadores seguiram a estrutura de aplicação do protocolo e sempre utilizando o alvo 0.5 e 1.0. Todos as etapas seguiram critérios estabelecidos e aprovados pelo Comitê de Ética da instituição dos pesquisadores e pela Associação Nacional de Desportos para Deficientes. Principais Resultados: A BP possui lacunas de instrumentos validados para a prática da avaliação da precisão (estudo 1). Indicadores de aplicabilidade e reprodutibilidade de teste e reteste foram observados para o protocolo em todos os níveis de precisão (estudo 2). Por fim, a validação do conteúdo foi contemplada por treinadores da BP (estudo 3). Considerações finais: Observa-se que o protocolo e os instrumentos demonstram consistência suficiente para sua aplicação prática com objetivos diversos para o treinamento de atletas e a expansão de investigações para a área


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  • Introdução: A bocha paralímpica (BP) é uma modalidade baseada em controle motor, tomada de decisão e, principalmente, a precisão. Muito embora haja aumento no número de participantes e no desempenho apresentado pelos atletas nos eventos mundiais, diferente de outros esportes paralímpicos, a modalidade ainda não dispõe de protocolos para avaliação da precisão destinados aos atletas da modalidade. Objetivo: Desenvolver e validar um protocolo de avaliação individual da precisão na BP. Metodologia Geral: Esse estudo foi divido em três produtos finais: (estudo 1) uma revisão sistemática das investigações relacionadas ao desempenho na precisão de atletas da BP; (estudo 2) aplicabilidade e reprodutibilidade do protocolo de avaliação individual da precisão em atletas da BP; (estudo 3) validação do conteúdo do protocolo e instrumento por meio de avalição de treinadores e concordância de resultados entre avaliadores. Para as coletas, os avaliadores seguiram a estrutura de aplicação do protocolo e sempre utilizando o alvo 0.5 e 1.0. Todos as etapas seguiram critérios estabelecidos e aprovados pelo Comitê de Ética da instituição dos pesquisadores e pela Associação Nacional de Desportos para Deficientes. Principais Resultados: A BP possui lacunas de instrumentos validados para a prática da avaliação da precisão (estudo 1). Indicadores de aplicabilidade e reprodutibilidade de teste e reteste foram observados para o protocolo em todos os níveis de precisão (estudo 2). Por fim, a validação do conteúdo foi contemplada por treinadores da BP (estudo 3). Considerações finais: Observa-se que o protocolo e os instrumentos demonstram consistência suficiente para sua aplicação prática com objetivos diversos para o treinamento de atletas e a expansão de investigações para a área

2
  • JULIANE CAROLINA DA SILVA SANTOS
  • ANÁLISE LONGITUDINAL DA ASSOCIAÇÃO ENTRE BARREIRAS PARA A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA E NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA EM PACIENTES COM DOENÇA ARTERIAL PERIFÉRICA

  • Orientador : BRENO QUINTELLA FARAH
  • MEMBROS DA BANCA :
  • BRENO QUINTELLA FARAH
  • RAFAEL DOS SANTOS HENRIQUE
  • RAFAEL MIRANDA TASSITANO
  • Data: 28/04/2022

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  • Pacientes com doença arterial periférica (DAP) e sintomas de claudicação intermitente, tendem a apresentar baixos níveis de atividade física. Esse baixo nível de atividade física pode estar relacionado com as barreiras para a prática de atividade física, principalmente as barreiras que apresentam relação com o sintoma da doença. Porém, não se sabe ao certo, o impacto das barreiras sobre o nível de atividade física ao longo do tempo. Dessa maneira os objetivos do presente estudo foram analisar a associação das barreiras à atividade física sobre as mudanças nos níveis de atividade física e tempo sedentário e examinar se as barreiras à atividade física mudam ao longo do tempo em pacientes com doença arterial periférica (DAP). Trata-se de um estudo longitudinal que incluiu 72 pacientes (68% homens; 65,7±9,2 anos) com DAP sintomática. O nível de atividade física e as barreiras à atividade física foram coletados em dois momentos distintos com intervalo aproximado de 27 meses (IC95%: 26-28 meses). A atividade física foi avaliada em um período de sete dias por meio de um acelerômetro e foram obtidos o tempo gasto em atividades sedentárias, atividades físicas leves e atividades físicas moderadas a vigorosas (AFMV). Os pacientes que relataram “Falta de energia física” tiveram aumento do AFMV (ß=65,4 min/semana; p=0,033) e aqueles que relataram “Falta de dinheiro” tiveram aumento do comportamento sedentário (ß=559,0 min/semana; p =0,013). Além disso, aqueles que relataram as barreiras “Falta de dinheiro” (ß=-476,8 min/semana; p=0,006) e “falta de conhecimento e incerteza quanto aos benefícios da atividade física” (ß=-360,8; p=0,029) tiveram uma diminuição na atividade física leve de baixa intensidade. A prevalência de barreiras não se alterou nos dois momentos (kappa: 0,97 a 1,00). Dessa maneira, conclui-se que as barreiras são estáveis para pacientes com DAP e “falta de dinheiro” e “falta de conhecimento e incerteza sobre os benefícios da atividade física” foram associados à diminuição da atividade física com pouca luz e aumento do comportamento sedentário. A barreira da “falta de energia” foi associada ao aumento do AFMV.


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  • RESUMO: Pacientes com doença arterial periférica (DAP) e sintomas de claudicação intermitente tendem a apresentar diversas comorbidades cardiovasculares, além de ter baixa aptidão física e baixos níveis de atividade física, o que pode afetar diretamente a qualidade de vida desses pacientes. Estudos anteriores buscaram compreender quais as principais barreiras para prática de atividade física, dentre as barreiras, destacam-se a dor induzida pelo exercício e obstáculos que agravam a dor na perna. Sabe-se que a baixa adesão a essa prática pode estar relacionada aos sintomas da doença e as barreiras enfrentadas para a prática, por isso, alguns estudos têm buscado descrever as principais barreiras para a prática de atividade física nessa população, no entanto, não se sabe ao certo o poder preditivo dessas barreiras, dado que, os estudos realizados foram com desenho transversal. Dessa maneira, o objetivo do presente estudo será analisar a associação entre barreiras para a prática de atividade física e nível de atividade física em pacientes com doença arterial periférica. Para tanto, será realizado um estudo do tipo observacional com delineamento longitudinal com pacientes com DAP que apresentem sintomas de claudicação intermitente, de ambos os sexos, com idade acima de 50 anos e com índice tornozelo-braquial (ITB) <0,90. Os pacientes foram avaliados no período de setembro de 2015 a outubro 2019 e tiveram um acompanhamento de aproximadamente dois anos. Foram coletados dados referentes ao nível de atividade física através do acelerômetro, considerando tempo sedentário 0-99 counts/min; atividade física leve de baixa intensidade 100-1040 counts/min; atividade física leve de alta intensidade 1041-1951 counts/min e AFMV como ≥1952, barreiras pessoais e ambientais para a prática de atividade física através de questionário validado específico e dados demográficos e de fatores de risco cardiovascular como potencias fatores de confusão as variáveis sexo, idade, escolaridade, tabagista, diabetes, hipertensão, dislipidemia, doença coronária, insuficiência cardíaca, ITB. Para análise estatística será feito a associação entre as barreiras para a prática de atividade física e o nível de atividade física utilizando a regressão linear múltipla, na qual as associações serão ajustadas por potenciais fatores de confusões. O valor adotado como significante será P<0,05.

3
  • DIEGO DE MELO LIMA
  • ATIVIDADE FÍSICA E TRANSTORNOS MENTAIS COMUNS: Uma avaliação epidemiológica e econométrica com usuários da atenção básica do município de Caruaru, Pernambuco.

  • Orientador : FLAVIO RENATO BARROS DA GUARDA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • DANIEL DA ROCHA QUEIROZ
  • FLAVIO RENATO BARROS DA GUARDA
  • RAUL DA MOTA SILVEIRA NETO
  • Data: 28/04/2022

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  • Individuos afetados pela ansiedade e pela depressão geram altos gastos públicos com ações, serviços e medicamentos para o tratamento destes transtornos. Por outro lado, a prática de atividade física vem sendo utilizada como parte do tratamento dos transtornos mentais. Nesse sentido, o objetivo desta dissertação é avaliar a relação entre a prática de Atividades Físicas, a prevalência de ansiedade e os gastos totais com mediamentos gastos específicos com psicotrópicos em usuários da atenção primária a saúde do municipio de Caruaru - Pernambuco. Para isso foram realizados um estudo epidemiológico observacional e um estudo econométrico quase-experimental por meio da técnica de pareamento por escore de propensão, ambos com abordagem quantitativa. Os sujeitos da pesquisa foram os usuários de sete unidades básicas de saúde, de ambos os sexos e com 40 anos ou mais. Os resultados estão apresentados em dois artigos cientifícos. 78,5% dos usuários avaliados eram do sexo feminino, das quais 63,7% apresentavam sintomas de ansiedade leves, ou moderados a graves, com alta prevalência de atividade física doméstica (76,2%) e baixa prevalência no lazer (27,1%). Os sintomas de ansiedade estão associados à atividade física doméstica e ao diagnóstico de depressão, enquanto os gastos totais com medicamentos (média US$ 6,33) e os gastos específicos com psicotrópicos (média US$ 0,63) foram em média menores entre os indivíduos mais ativos. Os resultados nos permitem afirmar que a exposição à atividade física doméstica aumenta a chance (OR 2,57; IC95% 1,04 – 6,39) dos indivíduos apresentarem sintomas de ansiedade moderados ou grave, e que ser mais ativo reduz o gasto total com medicamentos (US$-34,83) e o gasto específico com psicotrópicos (US$-4,34). Os resultados reforçam a importância da manutenção e ampliação de políticas públicas voltadas para aumentar a prática regular de atividade física da população, principalmente no âmbito da Atenção Primária a Saúde.


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  • Individuos afetados pela ansiedade e pela depressão geram altos gastos públicos com ações, serviços e medicamentos para o tratamento destes transtornos. Por outro lado, a prática de atividade física vem sendo utilizada como parte do tratamento dos transtornos mentais. Nesse sentido, o objetivo desta dissertação é avaliar a relação entre a prática de Atividades Físicas, a prevalência de ansiedade e os gastos totais com mediamentos gastos específicos com psicotrópicos em usuários da atenção primária a saúde do municipio de Caruaru - Pernambuco. Para isso foram realizados um estudo epidemiológico observacional e um estudo econométrico quase-experimental por meio da técnica de pareamento por escore de propensão, ambos com abordagem quantitativa. Os sujeitos da pesquisa foram os usuários de sete unidades básicas de saúde, de ambos os sexos e com 40 anos ou mais. Os resultados estão apresentados em dois artigos cientifícos. 78,5% dos usuários avaliados eram do sexo feminino, das quais 63,7% apresentavam sintomas de ansiedade leves, ou moderados a graves, com alta prevalência de atividade física doméstica (76,2%) e baixa prevalência no lazer (27,1%). Os sintomas de ansiedade estão associados à atividade física doméstica e ao diagnóstico de depressão, enquanto os gastos totais com medicamentos (média US$ 6,33) e os gastos específicos com psicotrópicos (média US$ 0,63) foram em média menores entre os indivíduos mais ativos. Os resultados nos permitem afirmar que a exposição à atividade física doméstica aumenta a chance (OR 2,57; IC95% 1,04 – 6,39) dos indivíduos apresentarem sintomas de ansiedade moderados ou grave, e que ser mais ativo reduz o gasto total com medicamentos (US$-34,83) e o gasto específico com psicotrópicos (US$-4,34). Os resultados reforçam a importância da manutenção e ampliação de políticas públicas voltadas para aumentar a prática regular de atividade física da população, principalmente no âmbito da Atenção Primária a Saúde.

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  • TARCIO AMANCIO DO NASCIMENTO
  • INFLUÊNCIA DOS JOGOS E BRINCADEIRAS ATIVOS NA COGNIÇÃO DE CRIANÇAS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA

  • Orientador : ANDRE DOS SANTOS COSTA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ANDRE DOS SANTOS COSTA
  • CARLA MENESES HARDMAN
  • LUIZ RENATO RODRIGUES CARREIRO
  • Data: 29/04/2022

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  • Os jogos e brincadeiras podem ser uma estratégia para auxiliar no desenvolvimento cognitivo para o público infantil. Diversas aplicações destas atividades podem ser identificadas em pesquisas, como a sua utilização para promoção da atividade física. Na literatura não foi identificada uma revisão sobre os impactos desta vivência na cognição de crianças. Também ainda é presente lacunas sobre os efeitos e associações dos jogos e brincadeiras ativos na cognição de crianças. Assim o objetivo desta revisão sistemática é sintetizar a influência dos jogos e brincadeiras ativos na cognição de crianças. As bases de dados empregadas neste estudo foram: Lilacs, PsycINFO, Pubmed, Scielo, e Scopus. Foram incluídos estudos com crianças que utilizaram jogos e brincadeiras ativos com delineamento observacional ou experimental. Pra avaliar a qualidade dos artigos foi utilizada a RoB 2: a revised tool for assessing risk of bias in randomised trials. O total de crianças investigadas foi 832 crianças. Nesta revisão cinco estudos foram incluídos a partir dos critérios de elegibilidade. Todos os estudos apresentaram delineamento experimental, mais especificamente dois estudos Cluster e três estudos Crossover. Foi verificado que três estudos apresentaram efeito dos jogos e brincadeiras na cognição de crianças. Em relação à qualidade metodológica é necessária uma melhor descrição e utilização do processo de alocação da randomização, maior cuidado na análise de dados e evitar múltiplas avaliações para uma única variável. Podemos concluir que os jogos e brincadeiras ativos podem gerar efeito para a atenção e funções executivas de crianças, entretanto mais estudos são necessários para entender sobre parâmetros que estão relacionados com a atividade como: intensidade, duração, tipos de atividades.


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  • Os jogos e brincadeiras podem ser uma estratégia para auxiliar no desenvolvimento cognitivo para o público infantil. Diversas aplicações destas atividades podem ser identificadas em pesquisas, como a sua utilização para promoção da atividade física. Na literatura não foi identificada uma revisão sobre os impactos desta vivência na cognição de crianças. Também ainda é presente lacunas sobre os efeitos e associações dos jogos e brincadeiras ativos na cognição de crianças. Assim o objetivo desta revisão sistemática é sintetizar a influência dos jogos e brincadeiras ativos na cognição de crianças. As bases de dados empregadas neste estudo foram: Lilacs, PsycINFO, Pubmed, Scielo, e Scopus. Foram incluídos estudos com crianças que utilizaram jogos e brincadeiras ativos com delineamento observacional ou experimental. Pra avaliar a qualidade dos artigos foi utilizada a RoB 2: a revised tool for assessing risk of bias in randomised trials. O total de crianças investigadas foi 832 crianças. Nesta revisão cinco estudos foram incluídos a partir dos critérios de elegibilidade. Todos os estudos apresentaram delineamento experimental, mais especificamente dois estudos Cluster e três estudos Crossover. Foi verificado que três estudos apresentaram efeito dos jogos e brincadeiras na cognição de crianças. Em relação à qualidade metodológica é necessária uma melhor descrição e utilização do processo de alocação da randomização, maior cuidado na análise de dados e evitar múltiplas avaliações para uma única variável. Podemos concluir que os jogos e brincadeiras ativos podem gerar efeito para a atenção e funções executivas de crianças, entretanto mais estudos são necessários para entender sobre parâmetros que estão relacionados com a atividade como: intensidade, duração, tipos de atividades.

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  • SIDCLEY FELIX DE ARRUDA
  • ESTADO DE HUMOR, QUALIDADE DE VIDA E A PRÁTICA DE TREINOS EM CASA DURANTE PANDEMIA DA COVID-19 EM ATLETAS DA BOCHA PARALÍMPICA.

  • Orientador : SAULO FERNANDES MELO DE OLIVEIRA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • SAULO FERNANDES MELO DE OLIVEIRA
  • ANDRE DOS SANTOS COSTA
  • PEDRO PINHEIRO PAES NETO
  • MÁRIO ANTÔNIO DE MOURA SIMIM
  • Data: 28/06/2022

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  • O coronavírus é uma doença com alta taxa de contaminação e transmissibilidade dentre a vida humana, medidas de isolamento social foram adotadas pelo mundo com intuito de desacelerar esta propagação. Contudo, esta alteração brusca na rotina da população fez elevar os problemas de saúde mental. Diante isto, pessoas com deficiência são mencionadas como uma população de risco tanto ao serem infectadas pela atual patologia quanto a desenvolver distúrbios psicológicos. Mesmo assim, acredita-se que a prática de treinos independentemente das limitações físicas apresentadas podem reduzir ou estagnar os fatores negativos. Logo, o objetivo deste estudo foi conhecer e descrever as implicações do isolamento social durante pandemia (COVID-19) com ou sem realização de treinamentos em casa sob estado de humor e qualidade de vida em atletas brasileiros de bocha paralímpica. Participaram deste estudo atletas de todas as regiões do país e classes funcionais reconhecidas pela modalidade. Foram solicitadas informações sobre seus dados pessoais, exercício físico realizado em casa, questionários como Profile of Mood States e WHOQOL-BREF que foram inseridos em um formulário eletrônico disponibilizado a todos pelas suas redes sociais. Foi obtido um total de 43 respostas que passaram a ser analisadas e identificaram os seguintes resultados: 1) independente do exercício físico, os atletas BC4 apresentam ter uma maior pressão psicológica em busca do desempenho que fez demonstrarem piores percepções quando comparado as outras classes funcionais do esporte. 2) Houve diferenças apontadas pelos atletas no aspecto de ambiente em qualidade de vida, isto pode ter ocorrido através da desigualdade percebida tanto em fator de investimento quanto da estrutura para realizar treinamentos. 3) Com o treinamento, a frequência semanal demonstrou ser um fator que disntiguiu as percepções de domínio físico em qualidade de vida nos atletas. Além disto, esta diferença foi pontencializada pela necessidade de quem é ou não auxiliado no esporte. Conclui-se que o treino realizado em casa por atletas de bocha paralímpica apontou necessidade de ser criar e desenvolver programas de acompanhamento para todas classes funcionais no intuito de evitar ou reduzir efeitos deletérios tanto em contexto de saúde como no desempenho esportivo.


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  • O coronavírus é uma doença com alta taxa de contaminação e transmissibilidade dentre a vida humana, medidas de isolamento social foram adotadas pelo mundo com intuito de desacelerar esta propagação. Contudo, esta alteração brusca na rotina da população fez elevar os problemas de saúde mental. Diante isto, pessoas com deficiência são mencionadas como uma população de risco tanto ao serem infectadas pela atual patologia quanto a desenvolver distúrbios psicológicos. Mesmo assim, acredita-se que a prática de treinos independentemente das limitações físicas apresentadas podem reduzir ou estagnar os fatores negativos. Logo, o objetivo deste estudo foi conhecer e descrever as implicações do isolamento social durante pandemia (COVID-19) com ou sem realização de treinamentos em casa sob estado de humor e qualidade de vida em atletas brasileiros de bocha paralímpica. Participaram deste estudo atletas de todas as regiões do país e classes funcionais reconhecidas pela modalidade. Foram solicitadas informações sobre seus dados pessoais, exercício físico realizado em casa, questionários como Profile of Mood States e WHOQOL-BREF que foram inseridos em um formulário eletrônico disponibilizado a todos pelas suas redes sociais. Foi obtido um total de 43 respostas que passaram a ser analisadas e identificaram os seguintes resultados: 1) independente do exercício físico, os atletas BC4 apresentam ter uma maior pressão psicológica em busca do desempenho que fez demonstrarem piores percepções quando comparado as outras classes funcionais do esporte. 2) Houve diferenças apontadas pelos atletas no aspecto de ambiente em qualidade de vida, isto pode ter ocorrido através da desigualdade percebida tanto em fator de investimento quanto da estrutura para realizar treinamentos. 3) Com o treinamento, a frequência semanal demonstrou ser um fator que disntiguiu as percepções de domínio físico em qualidade de vida nos atletas. Além disto, esta diferença foi pontencializada pela necessidade de quem é ou não auxiliado no esporte. Conclui-se que o treino realizado em casa por atletas de bocha paralímpica apontou necessidade de ser criar e desenvolver programas de acompanhamento para todas classes funcionais no intuito de evitar ou reduzir efeitos deletérios tanto em contexto de saúde como no desempenho esportivo.

2021
Dissertações
1
  • MARCELO DE SANTANA OLIVEIRA
  • EFEITOS DO TREINAMENTO ISOMÉTRICO COM HANDGRIP NA PRESSÃO ARTERIAL AMBULATORIAL DE ADULTOS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA COM METANÁLISE

  • Orientador : EDUARDO ZAPATERRA CAMPOS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • RAPHAEL MENDES RITTI-DIAS
  • BRENO QUINTELLA FARAH
  • TONY MEIRELES DOS SANTOS
  • Data: 03/08/2021

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  • Estudos de metanálise vêm demonstrando que o treinamento isométrico com handgrip é uma alternativa eficaz para redução da pressão arterial clínica em hipertensos. Contudo, até o presente momento, nenhum estudo de metanálise foi realizado analisando os efeitos do TIH na pressão arterial ambulatorial, que é considerado melhor discriminador de risco cardiovascular em hipertensos. Portanto, o objetivo dessa dissertação foi analisar os efeitos do treinamento isométrico com handgrip nas variáveis cardiovasculares em hipertensos e normotensos. Para tanto, foi realizado uma revisão sistemática com meta-análise de estudos que investigaram os efeitos do TIH na pressão arterial ambulatorial nas bases de dados Medline e Web of Science, bem como foi utilizado estudos presentes na literatura cinzenta. Foi realizada metanálise de efeitos aleatórios das diferença de médias (MD) com intervalo de confiança de 95% (IC95%). Seis estudos foram incluídos na revisão, totalizando 157 participantes (82 TIH, 75 controle). A metanálise não identificou efeito significante do TIH sobre a pressão arterial sistólica de 24 horas (MD: -2,5, 95% IC -5,44-0,45, p=0,10), de sono (MD: -1,88, 95% IC -4,86-1,10, p=0,22), de vigília (MD: -1,85, 95% IC -4,81-1,10, p=0,22), pressão arterial diastólica de 24 horas (MD: -1,91, 95% IC -4,06- 0,24, p=0,08) e de sono (MD: -1,90, 95% IC -4,60-0,81, p=0,17), enquanto que houve redução da pressão arterial diastólica de vigília (MD: -2,53, 95% IC -4,87-0,18, p= 0,03) no grupo o treinamento isométrico com handgrip. Assim, pode-se concluir que o treinamento isométrico com handgrip reduziu a pressão arterial diastólica de vigília. Por outro lado, este tipo de treinamento não reduziu a pressão arterial diastólica e sistólica de 24 horas, de sono, assim como a pressão arterial sistólica de vigília em adultos.


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  • Estudos de metanálise vêm demonstrando que o treinamento isométrico com handgrip é uma alternativa eficaz para redução da pressão arterial clínica em hipertensos. Contudo, até o presente momento, nenhum estudo de metanálise foi realizado analisando os efeitos do TIH na pressão arterial ambulatorial, que é considerado melhor discriminador de risco cardiovascular em hipertensos. Portanto, o objetivo dessa dissertação foi analisar os efeitos do treinamento isométrico com handgrip nas variáveis cardiovasculares em hipertensos e normotensos. Para tanto, foi realizado uma revisão sistemática com meta-análise de estudos que investigaram os efeitos do TIH na pressão arterial ambulatorial nas bases de dados Medline e Web of Science, bem como foi utilizado estudos presentes na literatura cinzenta. Foi realizada metanálise de efeitos aleatórios das diferença de médias (MD) com intervalo de confiança de 95% (IC95%). Seis estudos foram incluídos na revisão, totalizando 157 participantes (82 TIH, 75 controle). A metanálise não identificou efeito significante do TIH sobre a pressão arterial sistólica de 24 horas (MD: -2,5, 95% IC -5,44-0,45, p=0,10), de sono (MD: -1,88, 95% IC -4,86-1,10, p=0,22), de vigília (MD: -1,85, 95% IC -4,81-1,10, p=0,22), pressão arterial diastólica de 24 horas (MD: -1,91, 95% IC -4,06- 0,24, p=0,08) e de sono (MD: -1,90, 95% IC -4,60-0,81, p=0,17), enquanto que houve redução da pressão arterial diastólica de vigília (MD: -2,53, 95% IC -4,87-0,18, p= 0,03) no grupo o treinamento isométrico com handgrip. Assim, pode-se concluir que o treinamento isométrico com handgrip reduziu a pressão arterial diastólica de vigília. Por outro lado, este tipo de treinamento não reduziu a pressão arterial diastólica e sistólica de 24 horas, de sono, assim como a pressão arterial sistólica de vigília em adultos.

2
  • THIAGO BORGES MADUREIRA SABINO
  • EFEITO DE DIFERENTES INTENSIDADES DO TREINAMENTO DE FORÇA SOBRE A FUNÇÃO ENDOTELIAL DE PESSOASCOM DIABETES MELLITUS TIPO 2: Uma Revisão Sistemática

  • Orientador : EDUARDO ZAPATERRA CAMPOS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ANDRE DOS SANTOS COSTA
  • DENISE MARIA MARTINS VANCEA
  • JORGE LUIZ DE BRITO GOMES
  • Data: 30/09/2021

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  • As doenças cardiovasculares (DCV) são a principal causa de mortalidade em pessoas com diabetes mellitus do tipo 2 (DM2). O DM2 é uma doença metabólica associado com piora da função endotelial (FE). A disfunção endotelial (DE) é um forte fator de risco para futuros eventos cardiovasculares nessa população, além de ser um dos principais mecanismos de mediação das complicações microvasculares. O treinamento físico é considerado um dos pilares para o tratamento e o controle da diabetes, no entanto, o efeito do treinamento de força (TF) sobre a FE de pessoas com DM2 ainda não foi totalmente compreendido. O objetivo desta revisão sistemática (RS) foi analisar os efeitos de diferentes intensidades do TF sobre a FE de pessoas com DM2. Os ensaios clínicos randomizados (ECRs) que compararam o grupo TF com o grupo ou condição controle foram incluídos na RS. Diferentes intensidades foram categorizadas em baixa a moderada e alta intensidade. Seis bases de dados eletrônicas foram pesquisadas (Pubmed, Cochrane, Embase, Scopus, Web of Science, CINAHL e PeDro) até fevereiro de 2021.Os critérios de elegibilidade seguiram a estratégia PICOS. Para avaliação da qualidade dos estudos foi utilizada a escala TESTEX. As divergências foram resolvidas com um terceiro avaliador, por consenso. Quatro ECRs preencheram os critérios de elegibilidade. Sobre a amostra, 106 pessoas participaram dos estudos, sendo 57 do grupo TF (% homens: 24,53; % mulheres= 29,25) e 49 do controle (% homens: 15,09; % mulheres: 31,13), com idade média de 67,25 ± 5,5 anos e tempo médio do DM2 de 8,0 ± 2,3 anos. Um estudo agudo crossover demonstrou aumento na FMD da artéria braquial imediatamente após (IC95%: de 3,0% para + 5,9%; p< 0,05), 60 minutos após (IC95%: 0,8% para + 4,2%; p< 0,05) e 120 minutos após (IC95%: 0,7% para +3,1%; p< 0,05) uma única sessão de treino de força de alta intensidade (RPE ~ 5 “hard”) comparado a sessão controle. Os resultados desta revisão sistemática sugerem que em pessoas com DM2 uma única sessão de treino de força de alta intensidade, em membros inferiores, foi capaz de melhorar agudamente a FE de pessoas com DM2, porém mais estudos são necessários para estabelecer a intensidade ideal e a efetividade da prescrição desse método de treinamento


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  • As doenças cardiovasculares (DCV) são a principal causa de mortalidade em pessoas com diabetes mellitus do tipo 2 (DM2). O DM2 é uma doença metabólica associado com piora da função endotelial (FE). A disfunção endotelial (DE) é um forte fator de risco para futuros eventos cardiovasculares nessa população, além de ser um dos principais mecanismos de mediação das complicações microvasculares. O treinamento físico é considerado um dos pilares para o tratamento e o controle da diabetes, no entanto, o efeito do treinamento de força (TF) sobre a FE de pessoas com DM2 ainda não foi totalmente compreendido. O objetivo desta revisão sistemática (RS) foi analisar os efeitos de diferentes intensidades do TF sobre a FE de pessoas com DM2. Os ensaios clínicos randomizados (ECRs) que compararam o grupo TF com o grupo ou condição controle foram incluídos na RS. Diferentes intensidades foram categorizadas em baixa a moderada e alta intensidade. Seis bases de dados eletrônicas foram pesquisadas (Pubmed, Cochrane, Embase, Scopus, Web of Science, CINAHL e PeDro) até fevereiro de 2021.Os critérios de elegibilidade seguiram a estratégia PICOS. Para avaliação da qualidade dos estudos foi utilizada a escala TESTEX. As divergências foram resolvidas com um terceiro avaliador, por consenso. Quatro ECRs preencheram os critérios de elegibilidade. Sobre a amostra, 106 pessoas participaram dos estudos, sendo 57 do grupo TF (% homens: 24,53; % mulheres= 29,25) e 49 do controle (% homens: 15,09; % mulheres: 31,13), com idade média de 67,25 ± 5,5 anos e tempo médio do DM2 de 8,0 ± 2,3 anos. Um estudo agudo crossover demonstrou aumento na FMD da artéria braquial imediatamente após (IC95%: de 3,0% para + 5,9%; p< 0,05), 60 minutos após (IC95%: 0,8% para + 4,2%; p< 0,05) e 120 minutos após (IC95%: 0,7% para +3,1%; p< 0,05) uma única sessão de treino de força de alta intensidade (RPE ~ 5 “hard”) comparado a sessão controle. Os resultados desta revisão sistemática sugerem que em pessoas com DM2 uma única sessão de treino de força de alta intensidade, em membros inferiores, foi capaz de melhorar agudamente a FE de pessoas com DM2, porém mais estudos são necessários para estabelecer a intensidade ideal e a efetividade da prescrição desse método de treinamento

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  • INALDO NASCIMENTO DE LIMA SILVA
  • ASSOCIAÇÃO ENTRE ATIVIDADE FÍSICA E DOMÍNIOS DA SÍNDROME DE BURNOUT EM SERVIDORES DA POLÍCIA FEDERAL

  • Orientador : CARLA MENESES HARDMAN
  • MEMBROS DA BANCA :
  • CARLA MENESES HARDMAN
  • DANIEL DA ROCHA QUEIROZ
  • JORGE BEZERRA
  • Data: 22/12/2021

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  • Introdução: A síndrome de burnout vem se constituindo como um dos distúrbios que mais causa problemas na relação entre o indivíduo e seu trabalho. O nível de atividade física pode se demonstrar como uma importante ferramenta na prevenção e controle desse problema. A existência de poucos estudos envolvendo a relação entre atividade física e síndrome de burnout em uma população de servidores da área de segurança pública representa um importante passo para tentar descobri a melhor forma de prevenir e tratar esse distúrbio que afeta os trabalhadores desse ramo. Objetivo: Analisar a associação entre o nível de atividade física e o comportamento sedentário com os domínios da síndrome de burnout em servidores da polícia federal brasileira. Método: Estudo transversal realizado em servidores da Polícia Federal de ambos os sexos. Foram enviados e-mails contendo link que conduzia o servidor à plataforma Survey Monkey, na qual continha três questionários que avaliavam os componentes sociodemográficos, o IPAQ em sua versão curta, para verificar o nível de atividade física, e o Maslach Burnout Inventory, os sintomas de burnout. Cada domínio foi classificado em tercil. Para análise dos dados foi empregado a regressão logística binária (OR; IC95%). Resultados: Em uma população de 13.327 servidores da Polícia Federal, 905 responderam os questionários, com idade entre 21 e 71 anos (42,9 ±8,3), dos quais 83,6% eram do sexo masculino. Foi observada uma prevalência de 21,7% dos respondentes com baixo nível de atividade física. Constatou-se, também, que 25,4% apresentaram alto nível de exaustão emocional, 26,1% tinham alto nível de despersonalização e 28,5% apresentaram baixo nível de realização profissional. Também foi observado que os servidores com baixo nível de atividade física tinham chance maior de apresentar alto nível de exaustão emocional (2,29; 1,57-3,33), despersonalização (1,69; 1,16-2,45) e baixo nível de realização profissional (2,05; 1,43-2,94). Conclusão: Na pesquisa foi constatado que o nível de atividade física estava significativamente associado ao alto nível de exaustão emocional e de despersonalização e com o baixo nível de realização profissional. Já o comportamento sedentário não foi estatisticamente associado aos domínios da Síndrome de Burnout.


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  • Introdução: A síndrome de burnout vem se constituindo como um dos distúrbios que mais causa problemas na relação entre o indivíduo e seu trabalho. O nível de atividade física pode se demonstrar como uma importante ferramenta na prevenção e controle desse problema. A existência de poucos estudos envolvendo a relação entre atividade física e síndrome de burnout em uma população de servidores da área de segurança pública representa um importante passo para tentar descobri a melhor forma de prevenir e tratar esse distúrbio que afeta os trabalhadores desse ramo. Objetivo: Analisar a associação entre o nível de atividade física e o comportamento sedentário com os domínios da síndrome de burnout em servidores da polícia federal brasileira. Método: Estudo transversal realizado em servidores da Polícia Federal de ambos os sexos. Foram enviados e-mails contendo link que conduzia o servidor à plataforma Survey Monkey, na qual continha três questionários que avaliavam os componentes sociodemográficos, o IPAQ em sua versão curta, para verificar o nível de atividade física, e o Maslach Burnout Inventory, os sintomas de burnout. Cada domínio foi classificado em tercil. Para análise dos dados foi empregado a regressão logística binária (OR; IC95%). Resultados: Em uma população de 13.327 servidores da Polícia Federal, 905 responderam os questionários, com idade entre 21 e 71 anos (42,9 ±8,3), dos quais 83,6% eram do sexo masculino. Foi observada uma prevalência de 21,7% dos respondentes com baixo nível de atividade física. Constatou-se, também, que 25,4% apresentaram alto nível de exaustão emocional, 26,1% tinham alto nível de despersonalização e 28,5% apresentaram baixo nível de realização profissional. Também foi observado que os servidores com baixo nível de atividade física tinham chance maior de apresentar alto nível de exaustão emocional (2,29; 1,57-3,33), despersonalização (1,69; 1,16-2,45) e baixo nível de realização profissional (2,05; 1,43-2,94). Conclusão: Na pesquisa foi constatado que o nível de atividade física estava significativamente associado ao alto nível de exaustão emocional e de despersonalização e com o baixo nível de realização profissional. Já o comportamento sedentário não foi estatisticamente associado aos domínios da Síndrome de Burnout.

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