Banca de DEFESA: ANA EUGENIA VASCONCELOS DO REGO BARROS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : ANA EUGENIA VASCONCELOS DO REGO BARROS
DATA : 10/03/2022
HORA: 13:00
LOCAL: VIDEOCONFERÊNCIA
TÍTULO:

Eficácia da telereabilitação comparada a reabilitação cardiopulmonar presencial em sobreviventes da COVID-19 em relação à função pulmonar, capacidade funcional submáxima e qualidade de vida.


PALAVRAS-CHAVES:

Telereabilitação, Reabilitação cardiopulmonar, COVID-19, Função pulmonar, Capacidade funcional submáxima e Qualidade de vida.


PÁGINAS: 100
RESUMO:

Esta dissertação está estruturada sob forma de um artigo que teve como objetivo verificar se há superioridade entre a telereabilitação (TR) e a reabilitação presencial (RP) no que diz respeito a função pulmonar, força muscular respiratória, capacidade funcional submáxima e qualidade de vida em pacientes sobreviventes da COVID-19. Trata-se de um estudo do tipo experimental com amostra probabilística. Para serem incluídos no estudo os indivíduos precisavam ter diagnóstico confirmado, pelo RT-PCR, de COVID-19. Os pacientes que não haviam sido hospitalizados foram alocados para o grupo da TR, já os hospitalizados foram distribuídos para a RP. Foram então submetidos às seguintes avaliações: espirometria, manovacuometria, teste de caminhada de seis minutos (TC6) e responderam ao questionário de qualidade de vida Medical Outcomes Study Short – Form 36. A TR foi realizada de forma remota, através da plataforma Google meet e a RP no Centro de Reabilitação Cardiopulmonar do Hospital das Clínicas de Pernambuco. O protocolo consistiu em quatro etapas, sendo elas: alongamentos, exercícios aeróbicos, de fortalecimento e respiratórios. No total foram realizadas 12 sessões, duas vezes por semana. Um total de 24 pacientes concluíram o protocolo, sendo 12 indivíduos em cada grupo. Houve uma melhora da função pulmonar, força muscular respiratória em ambos os grupos, sem diferenças entre eles. Em relação a capacidade funcional submáxima houve melhora no grupo RP. Já na qualidade de vida ambos os grupos obtiveram ganhos em todos os domínios, exceto aspectos sociais e emocionais no grupo RP. Não havendo diferenças intergrupo. Portanto, de acordo com os achados deste estudo, não há superioridade entre a TR e RP no quesito função pulmonar, força muscular respiratória e qualidade de vida. Já em relação a capacidade funcional submáxima a RP se mostrou superior.


MEMBROS DA BANCA:
Interna - 1900364 - SHIRLEY LIMA CAMPOS
Externa à Instituição - HELGA CECILIA MUNIZ DE SOUZA - UFPE
Externa à Instituição - JÉSSICA COSTA LEITE
Notícia cadastrada em: 04/03/2022 15:42
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