Banca de DEFESA: LUCAS MORAIS DE SOUZA GOMES

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: LUCAS MORAIS DE SOUZA GOMES
DATA : 16/04/2026
HORA: 14:00
LOCAL: Sala Virtual PPGEF
TÍTULO:

EFEITOS AGUDOS DA PRESCRIÇÃO INDIVIDUALIZADA DO VOLUME DO TREINAMENTO DE FORÇA ATRAVÉS DO MONITORAMENTO DA VELOCIDADE DA BARRA PRÉ-SESSÃO SOBRE AS RESPOSTAS NEUROMUSCULARES E PERCEPTIVAS EM HOMENS TREINADOS


PALAVRAS-CHAVES:

Treinamento de força; autorregulação diária; controle do volume; prescrição do volume; treinamento baseado em velocidade; desempenho neuromuscular.


PÁGINAS: 104
RESUMO:

O monitoramento da velocidade da barra tem sido proposto como estratégia objetiva para autorregular o volume do treinamento de força; entretanto, ainda são limitadas as comparações entre uma prescrição individualizada pré-sessão e o modelo tradicional de prescrição do volume quanto às respostas agudas ao longo de um microciclo. Assim, o objetivo deste estudo foi comparar os efeitos agudos da autorregulação do volume baseada nas variações diárias da velocidade da barra pré-sessão e da prescrição tradicional sobre respostas neuromusculares e perceptivas em homens treinados. Inicialmente, 19 participantes foram recrutados; ao longo do período experimental ocorreram desistências, de modo que a condição tradicional (TRAD) foi concluída por 17 participantes (dropout = 2) e a condição autorregulada (GVI) por 18 participantes (dropout = 1). Os participantes realizaram um delineamento experimental cruzado, randomizado e controlado, em duas semanas experimentais separadas por washout de 7 dias. No GVI, o número de séries variou entre 2 e 4 conforme o desempenho no teste pré-sessão de velocidade máxima concêntrica no agachamento com carga equivalente a 80% de 1RM; no TRAD, o volume foi fixo em 3 séries. As condições foram equalizadas para intensidade (60% de 1RM), exercícios (agachamento, levantamento terra e elevação pélvica), repetições (12) e intervalo (2 min). As respostas neuromusculares (salto com contramovimento e velocidade máxima concêntrica) foram avaliadas antes, imediatamente após e 24 h após as sessões; e as respostas perceptivas (qualidade total de recuperação, bem-estar e dor muscular) antes e 24 h após. Para velocidade máxima concêntrica e salto com contramovimento, não houve efeito de grupo nem interação grupo × sessão (p>0,05), mas houve efeito de sessão, com maior redução de desempenho na sessão 1 vs sessão 4 para a velocidade (p=0,01; Δ%=-10,8; TE=0,8) e na sessão 1 vs sessões 2 (p=0,04; Δ%=-3,10; TE=0,4) e 3 (p=0,01; Δ%=-3,45; TE=0,4) para o salto. Para qualidade total de recuperação e bem-estar, observou-se piora ao longo das sessões (p=0,01), sem efeito de grupo (p>0,05). Para dor muscular, houve efeito de sessão (p=0,01) e interação grupo × sessão (p=0,05). Em conclusão, a autorregulação do volume baseada no desempenho pré-sessão não promoveu diferenças consistentes nas respostas neuromusculares agudas em relação ao modelo tradicional, mas pode influenciar de forma mais sensível as respostas perceptivas, especialmente a dor muscular, ao longo de um microciclo.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - ANDRÉ LUIZ TÔRRES PIRAUÁ
Presidente - ***.245.206-** - FABIANO DE SOUZA FONSECA - UFRPE
Externo à Instituição - JOÃO GUSTAVO DE OLIVEIRA CLAUDINO
Interno - 1061802 - RAFAEL DOS SANTOS HENRIQUE
Notícia cadastrada em: 12/03/2026 14:08
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