Banca de DEFESA: JOSÉ LEONARDO RAMOS DA SILVA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JOSÉ LEONARDO RAMOS DA SILVA
DATA : 19/03/2026
HORA: 14:00
LOCAL: Sala remota PPGEF
TÍTULO:

EFEITOS AGUDOS DA AUTORREGULAÇÃO DO VOLUME PELA PERDA DE VELOCIDADE INTRA-SÉRIE E PRESCRIÇÃO TRADICIONAL SOBRE AS RESPOSTAS NEUROMUSCULARES E PERCEPTIVAS EM HOMENS TREINADOS


PALAVRAS-CHAVES:

Velocity-based training; Predetermined volume; Strength training; Athletic performance.


PÁGINAS: 80
RESUMO:

Este estudo comparou os efeitos agudos da autorregulação do volume intra-séries baseada na perda de velocidade (PV20%) e da prescrição tradicional de volume fixo (TRA) sobre respostas neuromusculares e perceptivas no treinamento de força (TF). Dezesseis homens treinados (idade = 21,8 ± 3,0 anos; altura = 1,80 ± 0,1 m; massa = 77,9 ± 12,1 kg; uma repetição máxima (1RM) no agachamento (AG) = 125,6 ± 18,1 kg; levantamento terra (LT) = 148,5 ± 16,1 kg; elevação pélvica (EP) = 184,2 ± 26,3 kg) participaram de um ensaio aleatorizado cruzado de quatro sessões por protocolo. Os participantes realizaram agachamento (AG), levantamento terra (LT) e elevação pélvica (EP) a 60% 1RM. PV20% interrompeu séries ao atingir 20% de perda de velocidade, enquanto TRA completou 12 repetições por série. Salto com contramovimento (SCM) e contração voluntária máxima (MVC) no AG foram avaliados 10 min antes, 5 min após e 24 h após cada sessão. Bem-estar (BE), qualidade total de recuperação (QTR), dor muscular (DM) e percepção subjetiva de esforço da sessão (PSE-sessão) foram avaliadas antes e 24 h após. No SCM, PV20% apresentou menor perda de desempenho que TRA (p = 0,021; variação percentual (Δ%) TRA = −11,1 ± 5,8; PV20% = −7,8 ± 4,7; tamanho do efeito (ES) = 0,62). Na MVC, houve diferença entre sessões (p = 0,001; maior redução na sessão 1), sem diferença entre protocolos (Δ% TRA = −13,8 ± 10,4; PV20% = −8,6 ± 11,6; ES = 0,47). TRA apresentou maior perda de PV intra-séries (p = 0,005; ES = 0,89), maior volume total (p = 0,001; ES = 3,13) e volume de carga (p = 0,001; ES = 2,75). PSE-sessão foi maior no TRA (p = 0,001; ES = 2,41). DM aumentou ao longo das sessões em ambos os protocolos, sem diferenças entre protocolos. Nossos resultados sugerem que o uso do PV20% promoveu menor fadiga neuromuscular e perceptiva aguda que TRA, mostrando-se uma estratégia eficiente para controlar a fadiga no TF.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - ANDRÉ LUIZ TÔRRES PIRAUÁ
Externo à Instituição - EDUARDO MACEDO PENNA
Presidente - ***.245.206-** - FABIANO DE SOUZA FONSECA - UFRPE
Notícia cadastrada em: 27/02/2026 15:09
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