FORCA MUSCULAR PERIFERICA E RESPIRATORIA, QUALIDADE DE VIDA E DESEMPENHO FISICO DE CRIANCAS COM CANCER EXPOSTAS A QUIMIOTERAPIA ASSOCIADA OU NAO AO USO DE CORTICOSTEROIDES: COORTE PROSPECTIVA
Câncer pediátrico; Quimioterapia; Corticosteróides; Fraqueza muscular;
Qualidade de vida; Funcionalidade;
Introdução: O câncer infantil representa uma importante causa de morbimortalidade na
população pediátrica, exigindo tratamentos intensivos como a quimioterapia e o uso
prolongado de corticosteróides, especialmente em cânceres hematológicos. Embora eficazes,
esses tratamentos podem desencadear efeitos adversos relevantes, como miopatia induzida
por corticosteróides, perda de força muscular, redução do desempenho físico e impacto
negativo na qualidade de vida (QV) relacionada à saúde. Objetivo: verificar os fatores
associados à redução da força muscular periférica e respiratória, do desempenho físico e da
qualidade de vida de crianças com câncer expostas à quimioterapia e ao uso de
corticosteróides. Métodos: Coorte prospectiva em crianças de 6 a 18 anos internadas na UTI
oncológica Pediátrica de Hospital privado em Recife-PE. Será realizada a avaliação da força
muscular por meio dos testes de força muscular periférica, de pressões respiratórias
máximas, de desempenho funcional e qualidade de vida, na admissão e alta do tratamento de
quimioterapia associada ou não ao uso de corticosteróides Resultados esperados: Espera-se
observar maior prejuízo da função muscular respiratória e periférica funcional e de QV nas
crianças expostas à combinação terapêutica com corticosteróides, contribuindo para a
detecção precoce de riscos e o direcionamento de intervenções fisioterapêuticas mais efetivas.