Dissertações/Teses

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2022
Dissertações
1
  • KATLIN CAMARA MACHADO OLIVEIRA ANDRADE
  • A DINÂMICA DE ADAPTAÇÃO DAS MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS INDUSTRIAIS EM UM AMBIENTE DE EXPORTAÇÃO

  • Orientador : ANDRE MARQUES CAVALCANTI
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ANDRE MARQUES CAVALCANTI
  • LEIDIMAR CANDIDA DOS SANTOS
  • ANA IZA GOMES DA PENHA SOBRAL
  • Data: 23/05/2022

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  • O aumento do volume das exportações decorrentes da produção industrial são determinantes para o crescimento da economia de um País. Dessa forma, há uma competição entre as empresas no cenário mundial na busca de ganhos de vantagens nas capacidades competitivas. Essas vantagens competitivas são verificadas como medidas de capacidades dinâmicas em condições ambientais que sustentam o desenvolvimento  dessas capacidades nas empresas. Observa-se  então o problema de estabelecer uma relação  entre essas capacidades na busca de se obter ganhos de vantagens de capacidades competitivas e consequente desempenho organizacional, a fim de assimilar a dinâmica de mercado. Então, a partir das ferramentas e métodos que as empresas usam para melhorar a competitividade observada nas dimensões, inovação, promoção da marca, flexibilidade e qualidade da produção, proposta por Skoludova e Kožená (2015). Verifica-se a problemática do entorno no desempenho das empresas participantes  de projetos de promoção de exportações. Com o objetivo de  identificar e analisar a dinâmica  de adaptação  das condições ambientais nas  empresas que competem no mercado de exportação.  Utiliza-se  como método da pesquisa um estudo de caso relativo às empresas participantes do projeto PEIEX (Projeto de Extensão Industrial para Exportação).  Tendo como resultado esperado  a identificação das dinâmicass retratados em seus diagnósticos, que indicam adaptações para atender às condições ambientais, estabelecidas no decorrer  da execução do projeto, observando-se  nas empresas participantetes de um cenário competitivo dinâmico. Avaliando-se então a capacidade de adaptação das empresas em um cenário com uma  dinâmica de  inovação contínua em confronto com o postulado pela literatura.


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  • O aumento do volume das exportações decorrentes da produção industrial são determinantes para o crescimento da economia de um País. Dessa forma, há uma competição entre as empresas no cenário mundial na busca de ganhos de vantagens nas capacidades competitivas. Essas vantagens competitivas são verificadas como medidas de capacidades dinâmicas em condições ambientais que sustentam o desenvolvimento  dessas capacidades nas empresas. Observa-se  então o problema de estabelecer uma relação  entre essas capacidades na busca de se obter ganhos de vantagens de capacidades competitivas e consequente desempenho organizacional, a fim de assimilar a dinâmica de mercado. Então, a partir das ferramentas e métodos que as empresas usam para melhorar a competitividade observada nas dimensões, inovação, promoção da marca, flexibilidade e qualidade da produção, proposta por Skoludova e Kožená (2015). Verifica-se a problemática do entorno no desempenho das empresas participantes  de projetos de promoção de exportações. Com o objetivo de  identificar e analisar a dinâmica  de adaptação  das condições ambientais nas  empresas que competem no mercado de exportação.  Utiliza-se  como método da pesquisa um estudo de caso relativo às empresas participantes do projeto PEIEX (Projeto de Extensão Industrial para Exportação).  Tendo como resultado esperado  a identificação das dinâmicass retratados em seus diagnósticos, que indicam adaptações para atender às condições ambientais, estabelecidas no decorrer  da execução do projeto, observando-se  nas empresas participantetes de um cenário competitivo dinâmico. Avaliando-se então a capacidade de adaptação das empresas em um cenário com uma  dinâmica de  inovação contínua em confronto com o postulado pela literatura.

2021
Dissertações
1
  • JEANE MARIA DA SILVA
  • ESTRATÉGIAS DE INOVAÇÃO PARA O TREINAMENTO & DESENVOLVIMENTO: DIRETRIZES PARA O INVESTIMENTO
    EM CAPITAL INTELECTUAL

  • Orientador : DANIELLE SILVA SIMOES BORGIANI
  • MEMBROS DA BANCA :
  • JAQUELINE DA SILVA ALBINO
  • DANIELLE SILVA SIMOES BORGIANI
  • SILVIO LUIZ DE PAULA
  • Data: 09/07/2021

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  • Esta pesquisa tem o objetivo de sintetizar e propor diretrizes para o subsistema de Treinamento e Desenvolvimento, destacando a inovação como uma tendência no desenvolvimento do capital intelectual. A delimitação metodológica é de uma pesquisa aplicada, qualitativa e exploratória, incluindo ainda como procedimentos técnicos a pesquisa bibliográfica e documental. Para o desenvolvimento foram analisados os seguintes documentos: 1. Lei nº 13.243, de 11 de janeiro de 2016 – Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação; 2. Plano de Estratégia de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de Pernambuco (2017-2022); 3. Panorama de Treinamento no Brasil; 4. Decreto nº 9.991, de 28 de agosto de 2019; 5. Índice Global de Inovação – 2019 e 6. Norma Brasileira Regulamentar ISO – 10015 – Gestão da Qualidade. Somado a análise documental, realizou-se a revisão sistemática no Portal de Periódicos da CAPES no período de 11 de agosto de 2020 a 09 de setembro 2020, contemplando ao final 6 artigos para análise e discussão. Após, a compreensão e interpretação, consolidou-se 9 diretrizes que poderão ser aplicadas ao setor de Gestão com Pessoas no subsistema Treinamento e Desenvolvimento, contribuindo com o gerenciamento de uma empresa ou organização inovadora, através da potencialização do capital intelectual.


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  • Esta pesquisa tem o objetivo de sintetizar e propor diretrizes para o subsistema de Treinamento e Desenvolvimento, destacando a inovação como uma tendência no desenvolvimento do capital intelectual. A delimitação metodológica é de uma pesquisa aplicada, qualitativa e exploratória, incluindo ainda como procedimentos técnicos a pesquisa bibliográfica e documental. Para o desenvolvimento foram analisados os seguintes documentos: 1. Lei nº 13.243, de 11 de janeiro de 2016 – Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação; 2. Plano de Estratégia de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de Pernambuco (2017-2022); 3. Panorama de Treinamento no Brasil; 4. Decreto nº 9.991, de 28 de agosto de 2019; 5. Índice Global de Inovação – 2019 e 6. Norma Brasileira Regulamentar ISO – 10015 – Gestão da Qualidade. Somado a análise documental, realizou-se a revisão sistemática no Portal de Periódicos da CAPES no período de 11 de agosto de 2020 a 09 de setembro 2020, contemplando ao final 6 artigos para análise e discussão. Após, a compreensão e interpretação, consolidou-se 9 diretrizes que poderão ser aplicadas ao setor de Gestão com Pessoas no subsistema Treinamento e Desenvolvimento, contribuindo com o gerenciamento de uma empresa ou organização inovadora, através da potencialização do capital intelectual.

2
  • MARCELO PORTO NEVES
  • PROTEÇÃO MARCÁRIA NO BRASIL: mapeamento das MPEs e análise do panorama dos seus pedidos e das ações para seu desenvolvimento no setor industrial

     

  • Orientador : ANDRE MARQUES CAVALCANTI
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ANDRE MARQUES CAVALCANTI
  • LEIDIMAR CANDIDA DOS SANTOS
  • LEYDIANA DE SOUSA PEREIRA
  • Data: 30/07/2021

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  • Um dos mais relevantes atributos para o sucesso do desenvolvimento industrial é a incessante adoção de medidas que oportunizem resultados mais expressivos frente a seus concorrentes. Nesse sentido, a proteção da Propriedade Intelectual – PI tem sido cada vez mais estratégica para a indústria, a exemplo do uso de marca registrada, que significa um bem intangível para o patrimônio do seu titular, além da garantia de uso da própria identidade visual sem correr o risco de arcar com a obrigação de se abster de usá-la e de pagar uma indenização pelo seu uso indevido. No Brasil, a Lei n. 9.279/96 ou Lei da Propriedade Industrial – LPI, em seu art. 129, adotou o sistema atributivo de direito, segundo o qual, preenchidos os requisitos da LPI, a propriedade da marca será concedida em favor daquele que primeiro requerê-la perante o Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI. Ocorre que apenas 6% das empresas abertas no Brasil depositam o pedido de registro marcário, de acordo com o cruzamento de dados do INPI e do Mapa do GovDigital, e 99% das empresas estão classificadas como Micro e Pequena Empresa – MPE, das quais apenas 4% dos seus proprietários possuem formação educacional de nível superior, segundo dados cruzados do Mapa do GovDigital e do SEBRAE. O presente trabalho tem por objetivo abordar a proteção marcária no Brasil, mediante mapeamento das MPEs e análise do panorama dos seus pedidos e das ações para seu desenvolvimento no setor industrial - associando-se a criação de oportunidades no contexto do mercado mundial, incluindo-se a proteção da economia do país e a renda do cidadão, dando oportunidade a atividades de resultados mais relevantes e não apenas atuando na estratégia de sobrevivência - para justificar a razão do reduzido número de marcas registradas em comparação com a de empresas existentes.

      


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  • Um dos mais relevantes atributos para o sucesso do desenvolvimento industrial é a incessante adoção de medidas que oportunizem resultados mais expressivos frente a seus concorrentes. Nesse sentido, a proteção da Propriedade Intelectual – PI tem sido cada vez mais estratégica para a indústria, a exemplo do uso de marca registrada, que significa um bem intangível para o patrimônio do seu titular, além da garantia de uso da própria identidade visual sem correr o risco de arcar com a obrigação de se abster de usá-la e de pagar uma indenização pelo seu uso indevido. No Brasil, a Lei n. 9.279/96 ou Lei da Propriedade Industrial – LPI, em seu art. 129, adotou o sistema atributivo de direito, segundo o qual, preenchidos os requisitos da LPI, a propriedade da marca será concedida em favor daquele que primeiro requerê-la perante o Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI. Ocorre que apenas 6% das empresas abertas no Brasil depositam o pedido de registro marcário, de acordo com o cruzamento de dados do INPI e do Mapa do GovDigital, e 99% das empresas estão classificadas como Micro e Pequena Empresa – MPE, das quais apenas 4% dos seus proprietários possuem formação educacional de nível superior, segundo dados cruzados do Mapa do GovDigital e do SEBRAE. O presente trabalho tem por objetivo abordar a proteção marcária no Brasil, mediante mapeamento das MPEs e análise do panorama dos seus pedidos e das ações para seu desenvolvimento no setor industrial - associando-se a criação de oportunidades no contexto do mercado mundial, incluindo-se a proteção da economia do país e a renda do cidadão, dando oportunidade a atividades de resultados mais relevantes e não apenas atuando na estratégia de sobrevivência - para justificar a razão do reduzido número de marcas registradas em comparação com a de empresas existentes.

      

3
  • PEDRO HENRIQUE SOBRAL DE SOUZA AZEVEDO
  • DESENHOS INDUSTRIAIS NO MERCADO DA MODA PERNAMBUCANO: uma análise do conhecimento e experiência de 10 empresas à proteção legal

  • Orientador : DANIELLE SILVA SIMOES BORGIANI
  • MEMBROS DA BANCA :
  • DANIELLE SILVA SIMOES BORGIANI
  • SILVIO LUIZ DE PAULA
  • CAMILA BRITO DE VASCONCELOS
  • Data: 17/12/2021

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  • O setor têxtil e de confecções presente no Estado de Pernambuco, distribuído na região metropolitana da capital e na região agreste, possui níveis de atenção à propriedade intelectual (PI) e, principalmente, aos desenhos industriais (DI), aquém do potencial inovador da localidade, de modo que tal discrepância tornou-se promotora desta pesquisa. Estima-se que haja no respectivo recorte geográfico mais de 14 mil empreendimentos com mais de 100 mil pessoas diretamente envolvidas, atraindo consumidores de diversas regiões do país pela qualidade e expressividade dos produtos ali desenvolvidos (NTCPE, 2015?). Haja vista o reconhecimento dos potenciais criativos do Estado para o mercado da moda e o incentivo público para promover políticas de inovação em novas empresas dentro das indústrias criativas, o objetivo geral deste trabalho constituirá na observação e análise da experiência destes negócios sobre a tutela legal de suas criações através dos Desenhos Industriais e dos oriundos proveitos derivados desta. Para tanto, serão percorridos conteúdos de PI através de revisão bibliográfica e legislação pátria; análise qualitativa dos dados socioeconômicos regionais e nacionais do setor têxtil e de confecções; realização de mapeamento e ações anteriores da disseminação da PI nos locais observados; seleção de empresas pernambucanas com produção de moda autoral realizada ou gerida por designer; e coleta de dados por meio da elaboração e aplicação de entrevista semiestruturada. Pretende-se que tais análises demonstrem aspectos comportamentais das novas empresas, as quais sejam oferecidas ações e suporte permanentes para estimular e fortalecer a PI e o DI para o setor da moda no Estado pernambucano, bem como impulsionar os potenciais regionais de inovação.


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  • O setor têxtil e de confecções presente no Estado de Pernambuco, distribuído na região metropolitana da capital e na região agreste, possui níveis de atenção à propriedade intelectual (PI) e, principalmente, aos desenhos industriais (DI), aquém do potencial inovador da localidade, de modo que tal discrepância tornou-se promotora desta pesquisa. Estima-se que haja no respectivo recorte geográfico mais de 14 mil empreendimentos com mais de 100 mil pessoas diretamente envolvidas, atraindo consumidores de diversas regiões do país pela qualidade e expressividade dos produtos ali desenvolvidos (NTCPE, 2015?). Haja vista o reconhecimento dos potenciais criativos do Estado para o mercado da moda e o incentivo público para promover políticas de inovação em novas empresas dentro das indústrias criativas, o objetivo geral deste trabalho constituirá na observação e análise da experiência destes negócios sobre a tutela legal de suas criações através dos Desenhos Industriais e dos oriundos proveitos derivados desta. Para tanto, serão percorridos conteúdos de PI através de revisão bibliográfica e legislação pátria; análise qualitativa dos dados socioeconômicos regionais e nacionais do setor têxtil e de confecções; realização de mapeamento e ações anteriores da disseminação da PI nos locais observados; seleção de empresas pernambucanas com produção de moda autoral realizada ou gerida por designer; e coleta de dados por meio da elaboração e aplicação de entrevista semiestruturada. Pretende-se que tais análises demonstrem aspectos comportamentais das novas empresas, as quais sejam oferecidas ações e suporte permanentes para estimular e fortalecer a PI e o DI para o setor da moda no Estado pernambucano, bem como impulsionar os potenciais regionais de inovação.

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  • RAMON LEANDRO FERREIRA
  • INOVAR, EMPREENDER E PROTEGER: PROPOSIÇÃO DE DIRETRIZES PARA MATERIAL DIDÁTICO PARA PEQUENOS NEGÓCIOS DA MODA

  • Orientador : DANIELLE SILVA SIMOES BORGIANI
  • MEMBROS DA BANCA :
  • DANIELLE SILVA SIMOES BORGIANI
  • ANDRE MARQUES CAVALCANTI
  • CAMILA BRITO DE VASCONCELOS
  • Data: 27/12/2021

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  • O objetivo desta pesquisa foi desenvolver diretrizes para o empreendedorismo de pequenos negócios da moda com foco na inovação e proteção à propriedade intelectual. Metodologicamente, consistiu numa vasta revisão bibliográfica e documental para fomentar a discussão baseada no estado da arte dos pilares (empreendedorismo, inovação e propriedade intelectual).  As diretrizes poderão ser disseminadas como material de estudo na graduação em design ou design de moda, bem como, em cursos, consultorias e compartilhamento com Associações Comerciais de Confecções ou similares, ademais pode ser utilizado como material didático em incubadoras de moda. Para chegar nas 12 diretrizes, foram analisadas 5 cartilhas através de instrumento de análise adaptado de Trebien e Garcia (2011). Esta pesquisa, integra o Projeto: Propriedade Intelectual, Inovação e Design: Estratégias para o estímulo a proteção, concorrência e inovação do grupo de pesquisa Design+, linha de pesquisa: Propriedade Intelectual e Inovação.


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  • O objetivo desta pesquisa é desenvolver um guia para o empreendedorismo de pequenos negócios da moda com foco na inovação e proteção a propriedade intelectual. Metodologicamente, consistirá numa vasta revisão bibliográfica e documental para fomentar a discussão baseada no estado da arte dos pilares (empreendedorismo, inovação e propriedade intelectual). O produto tecnológico poderá ser disseminado como material de estudo na graduação em design ou design de moda, bem como, em cursos, consultorias e compartilhamento com Associações Comerciais de Confecções ou similares, ademais pode ser utilizado como material didático em incubadoras de moda. Esta pesquisa, integra o Projeto: Propriedade Intelectual, Inovação e Design: Estratégias para o estímulo a proteção, concorrência e inovação do grupo de pesquisa Design+, linha de pesquisa: Propriedade Intelectual e Inovação.

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