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Dissertações |
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JULIANA BORGES CARVALHO DE CASTRO
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MELHORES PRÁTICAS DOS NÚCLEOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA - NITs EM TRANSFORMAR PATENTES DE HIDROGÊNIO VERDE EM NEGÓCIOS
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Orientador : SERGIO LUCENA
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MEMBROS DA BANCA :
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KAROLINA CELI TAVARES BEZERRA
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EDUARDO MEIRELES
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SERGIO LUCENA
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Data: 13/01/2026
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Desde 2004, Institutos de Ciências e Tecnologias (ICTs) públicos se adequam à Lei da Inovação (Lei10.973/2004) e passam a instituir Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) estimulando inovação no país. NITs são responsáveis por gerir inovação no ICT, além de estimular e fomentar produção de Propriedade Intelectual (PI) e Transferência de Tecnologia (TT). Entretanto, para que haja inovação os esforços em pesquisas devem reverberar no mercado por meio de produtos, serviços e patentes, e, geralmente, esta inovação chega ao mercado pelas Empresas de Base Tecnológica (EBTs) conhecida como Spinoffs acadêmicas ou Deeptechs, Startups oriundas de pesquisas acadêmicas. É instigante pensar como os NITs contribuem para que a inovação chegue ao mercado. Em particular, o mercado de Hidrogênio Verde (H2V), latente por soluções, devido aos efeitos das mudanças climáticas e pela necessidade de alterar as matrizes energéticas atuais por fontes renováveis de energia limpa. Frente a essa realidade, pergunta-se: Quais as melhores práticas dos NITs em transformar suas patentes de hidrogênio verde em negócios? Este projeto empregou o Método de Pesquisa Mista Explicativa Sequencial com análise quanti e quali dos dados primários e secundários de diferentes fontes, a fim de identificar as melhores práticas dos NITs em gerar negócios com suas patentes de H2V. O universo da pesquisa foi 7 NITs das Universidades no Brasil com patente de H2V. Os dados referentes a publicações H2V, patentes, NITs, Spinoffs, processos e práticas de Transferência de Tecnologia–TT de cada uma dessas universidades foram mapeados, categorizado por similaridade em 5 categorias: 1.Qualificação e Estrutura, 2.Resultados, 3.Ecossistema e Parceiros, 4.Interação com Mercado (oferta/demanda) e 5.Programas. Os dados estruturados foram analisados, com método de Estudo de Caso Múltiplo com análise intra-caso e concatenados entre si, por Triangulação de Dados e Análise Comparativa Cross-Case, para identificar as melhores práticas em transformar essas patentes em negócios. Espera-se com a disseminação dessas práticas por meio deste trabalho de pesquisa, artigos e produto tecnológico: Oficina MTZ PI estimule a produção de novas Patentes e o empreendedorismo nas academias.
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Desde 2004, Institutos de Ciências e Tecnologias-ICTs públicos se adequam à Lei da Inovação (Lei10.973/2004) e passam a instituir Núcleos de Inovação Tecnológica-NITs estimulando inovação no país. NITs são responsáveis por gerir inovação no ICT, além de estimular e fomentar produção de propriedade intelectual-PI e Transferência de Tecnologia-TT. Entretanto, para que haja inovação os esforços em pesquisas devem reverberar no mercado por meio de produtos, serviços e patentes, e, geralmente, esta inovação chega ao mercado pelas Empresas de Base Tecnológica-EBTs conhecida como Spinoffs acadêmicas ou deeptechs, Startups oriundas de pesquisas acadêmicas. É instigante pensar como os NITs contribuem para que a inovação chegue ao mercado. Em particular, o mercado de Hidrogênio Verde-HV, latente por soluções, devido aos efeitos das mudanças climáticas e pela necessidade de mudança nas matrizes energéticas com fontes renováveis de energia limpa. Frente a essa realidade, pergunta-se: Quais as melhores práticas dos NITs em transformar suas patentes de hidrogênio verde em negócios? O objetivo deste projeto de pesquisa é relacionar as melhores práticas dos NITs em gerar negócios. O universo da pesquisa é os NITs nacionais com patentes de HV. Esses NITs serão mapeados quanto às TT realizadas e Deeptechs geradas, identificando e relacionando as melhores práticas em transformar essas patentes em negócios. Será empregado o método fenomenológico e indutivo com uso da técnica documental e de levantamento (Survey e estudo de caso). Fontes de coleta de dados: primárias (entrevistas e Survey LIKETY online com questões fechadas) e secundárias (relatórios PROFNIT e INPI, publicações). Análise de dados: ordenação e classificação com análise de conteúdo: triangulação (concatenação de dados) e comparativo. Espera-se estimular práticas empreendedoras e produção de PIs, e dar visibilidade às Deeptechs. O resultante tecnológico será disseminar as boas práticas desses NITs em TT e negócios por meio de mini-cursos das práticas relacionadas.
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ANA CAROLYNA CAZÉ DONATO
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REGISTRO DE MARCA COLETIVA: ESTUDO DE CASO DAS TAPIOQUEIRAS DO ALTO DA SE DE OLINDA - PERNAMBUCO
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Orientador : RODRIGO DE OLIVEIRA SIMOES
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MEMBROS DA BANCA :
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RODRIGO DE OLIVEIRA SIMOES
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LUCAS RUIZ BALCONI
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ROGERIO ATEM DE CARVALHO
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Data: 29/01/2026
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No Brasil, o registro de marca pode ser fundamental para a segurança jurídica de um negócio. De acordo com a Lei n. º 9.279/96 (Lei da Propriedade Industrial - LPI), além de distinguir produtos e/ou serviços de outros iguais ou semelhantes no mercado, evitando que os consumidores se confundam quanto à origem e qualidade daqueles, as marcas podem ser um ativo comercial valioso no patrimônio do seu titular. No caso das marcas coletivas, quem ganha com o registro é a entidade representativa de uma coletividade e seus membros. No Alto da Sé de Olinda, ponto mais tradicional do comércio de tapiocas do estado de Pernambuco, há um grupo de tapioqueiras associadas que não faz uso de uma marca. Vislumbra-se que elas têm perdido parcerias e possibilidades de expandir seus negócios, resultando, em perda financeira para a classe. O objetivo principal deste trabalho é realizar o pedido de registro de uma marca coletiva para a associação das tapioqueiras do Alto da Sé de Olinda e, em virtude disso, proporcionar a possibilidade de solucionar os problemas ora narrados, além de outras conquistas, estimulando o fomento de políticas públicas, o desenvolvimento social, cultural e econômico do município e do estado. Para tanto, será utilizada uma metodologia com abordagem qualitativa, de cunho exploratório e descritivo. A pesquisa será bibliográfica, com a extração de informações relativas à marca coletiva por meio de artigos científicos, dissertações e teses, além de livros da Propriedade Intelectual (PI), das legislações pátrias vigentes e dos entendimentos jurisprudenciais mais atualizados; e exploratória, com análise de documentos da associação, entrevistas, buscas em bancos de dados do INPI e da Prefeitura de Olinda. Ultrapassadas estas etapas, serão realizados o depósito do pedido de registro da marca no INPI e o acompanhamento do processo, seguidos pela transcrição de todos os fatos. Como resultado, pretende-se entregar o certificado de registro da marca coletiva à associação das tapioqueiras do Alto da Sé de Olinda para que os seus membros consigam firmar boas parcerias e, consequentemente, obter o devido retorno financeiro, movimentando o turismo e a economia locais.
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No Brasil, o registro de marca pode ser fundamental para a segurança jurídica de um negócio. De acordo com a Lei n. º 9.279/96 (Lei da Propriedade Industrial - LPI), além de distinguir produtos e/ou serviços de outros iguais ou semelhantes no mercado, evitando que os consumidores se confundam quanto à origem e qualidade daqueles, as marcas podem ser um ativo comercial valioso no patrimônio do seu titular. No caso das marcas coletivas, quem ganha com o registro é a entidade representativa de uma coletividade e seus membros. No Alto da Sé de Olinda, ponto mais tradicional do comércio de tapiocas do estado de Pernambuco, há um grupo de tapioqueiras associadas que não faz uso de uma marca. Vislumbra-se que elas têm perdido parcerias e possibilidades de expandir seus negócios, resultando, em perda financeira para a classe. O objetivo principal deste trabalho é realizar o pedido de registro de uma marca coletiva para a associação das tapioqueiras do Alto da Sé de Olinda e, em virtude disso, proporcionar a possibilidade de solucionar os problemas ora narrados, além de outras conquistas, estimulando o fomento de políticas públicas, o desenvolvimento social, cultural e econômico do município e do estado. Para tanto, será utilizada uma metodologia com abordagem qualitativa, de cunho exploratório e descritivo. A pesquisa será bibliográfica, com a extração de informações relativas à marca coletiva por meio de artigos científicos, dissertações e teses, além de livros da Propriedade Intelectual (PI), das legislações pátrias vigentes e dos entendimentos jurisprudenciais mais atualizados; e exploratória, com análise de documentos da associação, entrevistas, buscas em bancos de dados do INPI e da Prefeitura de Olinda. Ultrapassadas estas etapas, serão realizados o depósito do pedido de registro da marca no INPI e o acompanhamento do processo, seguidos pela transcrição de todos os fatos. Como resultado, pretende-se entregar o certificado de registro da marca coletiva à associação das tapioqueiras do Alto da Sé de Olinda para que os seus membros consigam firmar boas parcerias e, consequentemente, obter o devido retorno financeiro, movimentando o turismo e a economia locais.
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NÍNIVE LOUISE DE SOUZA FARIAS
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DESENVOLVIMENTO DE FERRAMENTA COMPUTACIONAL PARA APOIO TECNICO E BUSCA DE ANTERIORIDADE DE DESENHOS INDUSTRIAIS: HADIA
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Orientador : SERGIO LUCENA
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MEMBROS DA BANCA :
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SERGIO LUCENA
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MARINA BEZERRA DA SILVA
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RAFAEL ARAUJO MELO
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Data: 29/01/2026
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Os desenhos industriais (DIs) constituem uma importante modalidade de propriedade intelectual, voltada à proteção da forma ornamental de objetos. A proteção legal conferida aos DIs estimula a inovação no design de produtos, sendo essencial garantir que essas criações atendam aos critérios de novidade e originalidade. No entanto, o processo de busca de anterioridade - etapa fundamental do exame de mérito para verificar se o desenho é novo e original - ainda apresenta desafios, especialmente quanto à precisão na identificação de similaridades visuais entre diferentes registros. Apesar da existência de ferramentas baseadas em inteligência artificial (IA) para esse fim, muitas delas se mostram limitadas quanto à efetividade no reconhecimento por similaridade e carecem de recursos explicativos acessíveis ao público geral. Diante desse cenário, este trabalho propõe o desenvolvimento de uma ferramenta computacional, com foco na democratização do acesso à informação sobre desenhos industriais. O sistema será composto por um chat conversacional inteligente, capaz de simular um especialista na área, respondendo dúvidas e explicando conceitos relacionados a DIs, bem como fornecendo busca de anterioridade com suporte de IA. O percurso metodológico do projeto compreende a pesquisa exploratória, estudo sobre plataformas de apoio a DIs existentes, definição da classe de Locarno para o projeto, captura da base de dados para a construção da ferramenta, e, por fim, o desenvolvimento e validação da ferramenta computacional. Entre os resultados esperados, destacam-se a criação de um sistema computacional altamente funcional que não apenas amplie a precisão nas buscas de anterioridade por similaridade visual, mas também ofereça uma interface interativa e educativa. O sistema visa facilitar o entendimento sobre desenhos industriais, fornecendo apoio tanto aos profissionais da área quanto aos interessados em compreender melhor o tema. Além disso, espera-se que a ferramenta contribua como base para pesquisas futuras, incentivando o aprimoramento de soluções tecnológicas voltadas à propriedade intelectual.
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Industrial designs (IDs) represent a significant category of intellectual property, aimed at protecting the ornamental appearance of objects. The legal protection granted to IDs encourages innovation in product design, making it essential to ensure that these creations meet the criteria of novelty and originality. However, the prior art search process - a fundamental step in the substantive examination to determine whether a design is new and original - still presents challenges, particularly regarding the accuracy in identifying visual similarities between different registrations. Although artificial intelligence (AI)-based tools exist for this purpose, many remain limited in their effectiveness in similarity recognition and lack explanatory resources accessible to the general public. In light of this scenario, this work proposes the development of a computational tool focused on democratizing access to information about industrial designs. The system will include an intelligent conversational chatbot capable of simulating a specialist in the field, answering questions, explaining concepts related to IDs, and providing AI-assisted prior art searches. The methodological approach of the project includes exploratory research, a study of existing platforms that support IDs, the definition of the Locarno class relevant to the project, data collection for tool development, and, finally, the implementation and validation of the computational system. Among the expected results is the creation of a highly functional system that not only improves the accuracy of visual similarity searches but also offers an interactive and educational interface. The system aims to facilitate the understanding of industrial designs, providing technical and legal support to professionals in the field as well as to individuals interested in learning more about the subject. Furthermore, the tool is expected to serve as a foundation for future research, encouraging the development of technological solutions related to intellectual property.
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MAIRA UCHÔA MOURA
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O ARTESANATO EM BARRO DO MUNICÍPIO DE TRACUNHAÉM/PE: Diagnóstico Situacional e Análise da Sustentabilidade para a Indicação Geográfica
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Orientador : BRUNNA CARVALHO ALMEIDA GRANJA
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MEMBROS DA BANCA :
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ANGELA MACHADO ROCHA
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BRUNNA CARVALHO ALMEIDA GRANJA
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SERGIO RIBEIRO DE AGUIAR
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Data: 12/06/2026
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As Indicações Geográficas (IGs) constituem um importante mecanismo de proteção e valorização de produtos que possuem características distintivas intrinsecamente associadas a uma região específica. Elas possuem o potencial de promover o desenvolvimento socioeconômico ao agregar valor aos produtos e estimular práticas tradicionais e sustentáveis, podendo ser concedidas a diversos setores, incluindo o artesanato. Tracunhaém, município localizado em Pernambuco, é amplamente reconhecido por sua rica tradição no artesanato em barro, que combina técnicas passadas através de gerações com influências culturais locais, resultando em peças que são tanto utilitárias quanto decorativas. Tal reconhecimento foi ratificado na Lei Estadual nº 15.748/16, que confere ao município o título de “Capital do Artesanato em Cerâmica”. O cenário para o reconhecimento formal deste território foi impulsionado em abril de 2025 pelo convênio firmado entre o Sebrae Pernambuco e a Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), que selecionou o artesanato de Tracunhaém como prioridade estratégica para o registro de IG. O objetivo geral deste estudo é analisar a sustentabilidade e a viabilidade estratégica para a implementação e manutenção do pedido de Indicação de Procedência (IP) do artesanato em barro de Tracunhaém. Especificamente, busca-se analisar as condições locais que justificam o pedido, avaliar a capacidade de governança frente aos novos investimentos institucionais, reunir subsídios para a futura elaboração do caderno de especificações técnicas e verificar a viabilidade real da concessão da IG no longo prazo. A metodologia inclui pesquisa bibliográfica, documental e o levantamento de dados primários por meio de entrevistas semiestruturadas com artesãos locais, processadas via Análise de Conteúdo com auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial. Os resultados alcançados fornecem um diagnóstico situacional que mapeia indicadores socioprodutivos, a governança do território e os gargalos tecnológicos existentes. Identificou-se uma sólida notoriedade e continuidade histórica, com 80% dos artesãos pertencentes a linhagens familiares tradicionais; contudo, observou-se uma vulnerabilidade logística na cadeia de suprimentos, visto que 85% da matéria-prima provém de jazidas externas ao estado. Além disso, os resultados apontam fragilidades na estrutura associativa que podem comprometer a perenidade do ativo de propriedade intelectual. Este estudo fundamenta tecnicamente a construção do caderno de especificações e propõe diretrizes para a mitigação de riscos de descontinuidade do projeto institucional, destacando a importância de fortalecer as estruturas de governança para garantir que a IG seja um mecanismo de inovação, proteção contra falsas indicações e valorização competitiva contínua deste saber-fazer tradicional.
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As Indicações Geográficas (IGs) são um importante mecanismo de proteção e valorização de produtos que possuem características únicas e estão intrinsecamente associadas a uma região específica. Elas têm o potencial de promover o desenvolvimento socioeconômico, ao agregar valor aos produtos e estimular práticas tradicionais e sustentáveis e pode ser concedida a diversos setores, incluindo o artesanato. Tracunhaém, município localizado em Pernambuco, é amplamente reconhecido por sua rica tradição no artesanato em barro, que combina técnicas passadas através de gerações com influências culturais locais, resultando em peças que são tanto utilitárias quanto decorativas. Tal reconhecimento foi apontado na Lei Estadual 15.748/16, que confere ao município o título de “Capital do Artesanato em Cerâmica”. O objetivo geral deste estudo é avaliar o cenário para o pedido de Indicação de Procedência do artesanato em barro de Tracunhaém. Especificamente, busca analisar as condições locais que justificam o pedido, reunir subsídios para a elaboração do caderno de especificações técnicas e verificar a viabilidade da concessão da IG. A metodologia inclui pesquisa bibliográfica, documental e entrevistas com artesãos. Espera-se que os resultados subsidiem a decisão sobre o pedido, destacando a valorização e preservação do patrimônio cultural. Espera-se que os resultados deste estudo fundamentem a elaboração do caderno de especificações técnicas e demonstrem a viabilidade da concessão da IG para o artesanato em barro de Tracunhaém, destacando a importância de reconhecer formalmente o valor cultural e econômico desse patrimônio.
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SARA LUCAS ARAUJO
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MANUAIS PRÁTICOS PARA A REGULARIZAÇÃO DE QUEIJARIAS ARTESANAIS NO NORDESTE DO BRASIL
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Orientador : LIDERLANIO DE ALMEIDA ARAUJO
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MEMBROS DA BANCA :
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GERLA CASTELLO BRANCO CHINELATE
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LIDERLANIO DE ALMEIDA ARAUJO
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SUEZILDE DA CONCEIÇÃO AMARAL RIBEIRO
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Data: 18/06/2026
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A produção de queijos artesanais no Nordeste, iniciada no período colonial com a expansão da bovinocultura, tornou-se fundamental para a subsistência e para a identidade cultural da agricultura familiar na região. Contudo, por muito tempo, essa atividade ocorreu sem fiscalização. A criação de legislações sanitárias buscou assegurar a qualidade e a segurança do alimento, porém, os elevados custos, a complexidade das normas e a dificuldade de compreensão por parte dos pequenos produtores têm dificultado a regularização, mantendo muitos deles na informalidade. Diante desse cenário, esta pesquisa tem por objetivo elaborar um manual que organize e traduza, em linguagem acessível, as exigências legais necessárias ao funcionamento das queijarias artesanais nordestinas, orientando os agricultores a respeito das adequações estruturais, sanitárias e documentais requeridas. Espera-se, como resultado, facilitar o acesso à informação, ampliar a formalização dos empreendimentos, fortalecer a cadeia produtiva leiteira, reduzir os riscos à saúde pública e valorizar a cultura queijeira da região, contribuindo, assim, para o desenvolvimento econômico e social do Nordeste.
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A produção de queijos artesanais no Nordeste, iniciada no período colonial com a expansão da bovinocultura, tornou-se fundamental para a subsistência e identidade cultural da agricultura familiar na região, embora por muito tempo tenha ocorrido sem fiscalização. A criação de legislações sanitárias buscou assegurar a qualidade e a segurança alimentar, porém os elevados custos, a complexidade das normas e a dificuldade de compreensão por parte dos pequenos produtores dificultam a regularização, mantendo muitos deles na informalidade. Diante desse cenário, esta pesquisa tem por finalidade elaborar uma cartilha que organize e traduza para uma linguagem acessível às exigências legais necessárias ao funcionamento das queijarias artesanais nordestinas, orientando os agricultores sobre adequações estruturais, sanitárias e documentais. Espera-se como resultado facilitar o acesso à informação, ampliar a formalização dos empreendimentos, fortalecer a cadeia produtiva leiteira, reduzir riscos à saúde pública e valorizar a cultura queijeira da região, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do Nordeste.
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JHONATAN RAFAEL FREITAS
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BOAS PRÁTICAS DE TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA: UM ESTUDO NO NIT DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
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Orientador : BRUNNA CARVALHO ALMEIDA GRANJA
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MEMBROS DA BANCA :
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BRUNNA CARVALHO ALMEIDA GRANJA
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SIMONE DE LIRA ALMEIDA
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TECIA VIEIRA CARVALHO
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Data: 25/06/2026
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A inovação é um pilar essencial para o desenvolvimento econômico e social de qualquer nação. No Brasil, o fomento a um Sistema Nacional de Inovação (SNI) robusto tem sido um desafio constante, apesar de esforços como a promulgação da Lei de Inovação (Lei 10.973/2004). O sucesso desse sistema depende, em grande parte, da interação eficaz entre os agentes da Tríplice Hélice: governo, setor produtivo e, principalmente, as Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs), como as universidades. O conhecimento e as tecnologias gerados no ambiente acadêmico são ativos valiosos. No entanto, sua transformação em inovação aplicada e sua transferência para o mercado e a sociedade ainda enfrentam barreiras significativas. A Transferência de Tecnologia (TT), intermedia pelos Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs), é o principal mecanismo para superar esses obstáculos. Este estudo se propõe a analisar o Núcleo de Inovação Tecnológica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), investigando se seus documentos e regulamentos internos, como planos estratégicos e regimentos, facilitam ou dificultam a prática da TT. A metodologia aplicada é a revisão bibliográfica, paralelo à análise documental de cunho descritivo e qualitativo para análise das diretrizes propostas pela UFPE. Com este estudo espera-se identificar dispositivos regimentais que intermediam e favoreçam a prática da Transferência de Tecnologia, bem como, verificar sua efetividade ou não para oportunizar o desenvolvimento de um produto técnico tecnológico oriundo do presente estudo realizado. O produto desta pesquisa será uma cartilha didática, que compilará as boas práticas identificadas, servindo como um guia para aprimorar os processos de TT na UFPE e em outros NITs da rede, fomentando a aplicação efetiva do conhecimento acadêmico no setor produtivo e na sociedade.
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A inovação é um pilar essencial para o desenvolvimento econômico e social de qualquer nação. No Brasil, o fomento a um Sistema Nacional de Inovação (SNI) robusto tem sido um desafio constante, apesar de esforços como a promulgação da Lei de Inovação (Lei 10.973/2004). O sucesso desse sistema depende, em grande parte, da interação eficaz entre os agentes da Tríplice Hélice: governo, setor produtivo e, principalmente, as Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs), como as universidades. O conhecimento e as tecnologias gerados no ambiente acadêmico são ativos valiosos. No entanto, sua transformação em inovação aplicada e sua transferência para o mercado e a sociedade ainda enfrentam barreiras significativas. A Transferência de Tecnologia (TT), intermedia pelos Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs), é o principal mecanismo para superar esses obstáculos. Este estudo se propõe a analisar o Núcleo de Inovação Tecnológica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), investigando se seus documentos e regulamentos internos, como planos estratégicos e regimentos, facilitam ou dificultam a prática da TT. A metodologia aplicada é a revisão bibliográfica, paralelo à análise documental de cunho descritivo e qualitativo para análise das diretrizes propostas pela UFPE. Com este estudo espera-se identificar dispositivos regimentais que intermediam e favoreçam a prática da Transferência de Tecnologia, bem como, verificar sua efetividade ou não para oportunizar o desenvolvimento de um produto técnico tecnológico oriundo do presente estudo realizado. O produto desta pesquisa será uma cartilha didática, que compilará as boas práticas identificadas, servindo como um guia para aprimorar os processos de TT na UFPE e em outros NITs da rede, fomentando a aplicação efetiva do conhecimento acadêmico no setor produtivo e na sociedade.
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CAMILA DE SOUZA FONSECA
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GESTÃO JURÍDICA DA PROPRIEDADE INTELECTUAL: UMA PROPOSTA DE ESTRUTURAÇÃO PARA STARTUPS DE BASE TECNOLÓGICA
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Orientador : BRUNNA CARVALHO ALMEIDA GRANJA
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MEMBROS DA BANCA :
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ALEXANDRE HENRIQUE TAVARES SALDANHA
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BRUNNA CARVALHO ALMEIDA GRANJA
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CAMYLA PIRAN STIEGLER LEITNER
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Data: 28/07/2026
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As startups surgiram como um novo modelo de negócio capaz de escalar produtos e serviços inovadores, em um cenário incerto e com pouco recurso. Em regra, o maior ativo financeiro enquanto uma organização de base tecnológica é a propriedade intelectual (PI). Entretanto, apesar da necessidade constante de proteção da PI, ainda são escassos os materiais jurídicos que possam subsidiar de forma prática e didática a gestão dos ativos intelectuais. Nesse contexto, o presente estudo possui o objetivo de propor uma estrutura de gestão jurídica da propriedade intelectual, fundamentada na gestão de processos e alinhada às diferentes fases do ciclo de desenvolvimento, para startups de base tecnológica. Para tanto, o presente estudo se constitui como uma pesquisa de abordagem qualitativa e utilizará como método a pesquisa bibliográfica e a pesquisa documental para fins de conceituação e levantamento dos desafios já existentes na literatura, bem como a realização de entrevistas com 13 startups ativas no ecossistema de inovação da Paraíba e de Pernambuco. O material coletado foi tratado a partir da análise de conteúdo proposta por Bardin que combina uma abordagem qualitativa, com finalidade aplicada e básica, e objetivos exploratórios e descritivos. Os resultados corroboram com os aspectos identificados na literatura no tocante aos desafios e dificuldades mais recorrentes das startups ao proteger os seus ativos intelectuais, como escassez de recursos, ausência de conhecimento e receio no enfrentamento da burocratização no processo de proteção e/ou registro dos seus ativos imateriais. A aplicação do fluxograma, permitiu constatar sua aderência e clareza, evidenciando seu potencial como mecanismo orientador para a estruturação da gestão jurídica da propriedade intelectual das startups de base tecnológica, auxiliando na identificação dos ativos intangíveis, na definição das medidas de proteção aplicáveis, na realização dos registros pertinentes e na elaboração dos instrumentos contratuais necessários em cada fase do ciclo de desenvolvimento. Ao final foi criada uma cartilha para propiciar às startups de base tecnológica uma estrutura jurídica prática para a gestão dos seus ativos intelectuais.
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As startups surgiram como um novo modelo de negócio capaz de escalar produtos e serviços inovadores, em um cenário incerto e com pouco recurso. Em regra, o maior ativo financeiro enquanto uma organização de base tecnológica é a propriedade intelectual (PI). Entretanto, apesar da necessidade constante de proteção da PI, ainda são escassos os materiais jurídicos que possam subsidiar de forma prática e didática a gestão dos ativos intelectuais. Assim, o presente estudo possui o objetivo de desenvolver uma estrutura de gestão jurídica de propriedade intelectual para startups de base tecnológica, alinhada com as fases de desenvolvimento, a partir da gestão de processos. Para tanto, o presente estudo irá utilizar como metodologia a pesquisa bibliográfica para fins de conceituação e levantamento dos desafios já existentes e a pesquisa qualitativa com startups ativas no mercado para fins de validação do processo a ser desenvolvido. Ao final será criado um Procedimento Operacional Padrão (POP) e uma cartilha para propiciar às startups de base tecnológica uma estrutura jurídica prática e segura para a gestão dos seus ativos intelectuais de forma a impactar as negociações das transferências de suas tecnologias, de forma mais alinhada ao ecossistema de inovação.
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SAMARA RUANA DA SILVA RODRIGUES
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Proteção da propriedade intelectual: Uma análise das microempresas, empresas de pequeno porte e empresas simples de inovação embarcadas no Porto Digital
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Orientador : SILVIO LUIZ DE PAULA
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MEMBROS DA BANCA :
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CLAUDINETE DE FATIMA SILVA OLIVEIRA SANTOS
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SILVIO LUIZ DE PAULA
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TECIA VIEIRA CARVALHO
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Data: 29/07/2026
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O Porto Digital é o maior parque tecnológico urbano da américa latina e um dos representantes da nova economia do Estado de Pernambuco, segundo informações institucionais. O Núcleo de Gestão do Porto Digital (NGPD), possui como missão a promoção de condições de competitividade para criação, atração e fortalecimento de empreendimentos inovadores de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e Economia Criativa (EC). Sendo os bens imateriais valiosos ativos dos negócios de EC e TIC, faz-se imprescindível o uso da propriedade intelectual como ferramenta para a proteção desses ativos, a fim de que as empresas titulares obtenham retorno financeiro e garantam a competitividade frente a seus concorrentes. Ademais, o legislador no art. 5º, inciso IV, do decreto nº 10.534/2020, que tem como finalidade o fomento à inovação, estabeleceu a proteção da criação intelectual como um dos eixos para a implementação da Política Nacional de Inovação. Ou seja, a proteção da criação intelectual é importante tanto para o seu titular como para garantir o posicionamento do Brasil como um país inovador. Sendo assim, como Microempresas, Empresas de Pequeno Porte e Empresas Simples de Inovação sediadas no Porto Digital protegem suas criações intelectuais? Para responder essa questão, propõe-se uma pesquisa de abordagem quanti-qualitativa para coletar dados por meio de questionários e análise de documentos constantes na base de dados do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) sobre as Microempresas, Empresas de Pequeno Porte e Empresas Simples de Inovação sediadas no Porto Digital. A partir da análise dos dados coletados, espera-se identificar padrões na proteção da PI de empresas embarcadas no Porto Digital, verificar se os resultados corroboram a eficiência do uso da propriedade intelectual e produzir relatório técnico conclusivo sobre o uso da propriedade intelectual como fomento à inovação para o Porto Digital.
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O Porto Digital é o maior parque tecnológico urbano da américa latina e um dos representantes da nova economia do Estado de Pernambuco, segundo informações institucionais. O Núcleo de Gestão do Porto Digital (NGPD), possui como missão a promoção de condições de competitividade para criação, atração e fortalecimento de empreendimentos inovadores de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e Economia Criativa (EC). Sendo os bens imateriais valiosos ativos dos negócios de EC e TIC, faz-se imprescindível o uso da propriedade intelectual como ferramenta para a proteção desses ativos, a fim de que as empresas titulares obtenham retorno financeiro e garantam a competitividade frente a seus concorrentes. Ademais, o legislador no art. 5º, inciso IV, do decreto nº 10.534/2020, que tem como finalidade o fomento à inovação, estabeleceu a proteção da criação intelectual como um dos eixos para a implementação da Política Nacional de Inovação. Ou seja, a proteção da criação intelectual é importante tanto para o seu titular como para garantir o posicionamento do Brasil como um país inovador. Sendo assim, como PMEs e Empresas Simples de Inovação sediadas no Porto Digital protegem suas criações intelectuais? Para responder essa questão, propõe-se uma pesquisa de abordagem quanti-qualitativa para coletar dados por meio de questionários e análise de documentos constantes na base de dados do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) sobre as PMEs e Empresas Simples de Inovação embarcadas no Porto Digital. A partir da análise dos dados coletados, espera-se identificar padrões na proteção da PI de empresas embarcadas no Porto Digital, verificar se os resultados corroboram a eficiência do uso da propriedade intelectual e produzir relatório técnico conclusivo sobre o uso da propriedade intelectual como fomento à inovação para o Porto Digital.
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DANIELLA DE PADUA WALFRIDO AGUIAR
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A GESTÃO DO SIGILO E DA PROPRIEDADE INTELECTUAL NAS UNIDADES EMBRAPII LOCALIZADAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO
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Orientador : SERGIO LUCENA
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MEMBROS DA BANCA :
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SERGIO LUCENA
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GUSTAVO CASTOLDI
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MARINA BEZERRA DA SILVA
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Data: 07/08/2026
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A Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) tem apresentado crescimento relevante no Brasil, contudo, ainda há pouca familiaridade no país com situações envolvendo sigilo e proteção intelectual, o que dificulta a tomada de decisão segura diante das exigências legais e institucionais. Por essa razão, este estudo visa desenvolver um manual de gestão do sigilo e da propriedade intelectual para as Unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) com o intuito de oferecer maior segurança jurídica às tecnologias que são desenvolvidas entre as instituições e as empresas. Para tanto, será realizado o estudo das Unidades Embrapii (UE) localizadas no estado de Pernambuco: Unidade Embrapii BiotecCETENE; Unidade Embrapii CESAR; Unidade Embrapii CIn-UFPE; Unidade Embrapii LITPEG-UFPE e Unidade Embrapii SENAI ISI TICS. Através de entrevistas e análise de dados foi possível entender as diferenças e, consequentemente, as necessidades específicas de cada UE, tendo em vista se tratar de instituições públicas da Administração Federal Direta; Indireta; do Sistema S e do Setor Privado, bem como do seu nível de maturidade institucional e tempo de credenciamento. De posse desse diagnóstico foi possível traçar estratégias e redigir os instrumentos jurídicos que as Unidades mais precisam: Acordo de Confidencialidade; Formulário de Comunicação de Criação; e Relatório de Busca de Anterioridade, capazes de aumentar a segurança das negociações, do desenvolvimento dos projetos, do sigilo devido, bem como da efetiva proteção intelectual dos seus ativos tecnológicos. Com este estudo, houve a designação de boas práticas, que resultaram em um Manual, que auxiliará na gestão do sigilo e da propriedade intelectual nas Unidades Embrapii de todo o Brasil, independentemente de sua natureza jurídico-administrativa e do tipo de entidade.
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A Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) tem apresentado crescimento relevante no Brasil, contudo, ainda há pouca familiaridade no país com situações envolvendo sigilo e proteção intelectual, o que dificulta a tomada de decisão segura diante das exigências legais e institucionais. Por essa razão, este estudo visa desenvolver um manual de gestão do sigilo e da propriedade intelectual para as Unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) com o intuito de oferecer maior segurança jurídica às tecnologias que são desenvolvidas entre as instituições e as empresas. Para tanto, será realizado o estudo das Unidades Embrapii (UE) localizadas no estado de Pernambuco: Unidade Embrapii BiotecCETENE; Unidade Embrapii CESAR; Unidade Embrapii CIn-UFPE; Unidade Embrapii LITPEG-UFPE e Unidade Embrapii SENAI ISI TICS. Através de entrevistas e análise de dados foi possível entender as diferenças e, consequentemente, as necessidades específicas de cada UE, tendo em vista se tratar de instituições públicas da Administração Federal Direta; Indireta; do Sistema S e do Setor Privado, bem como do seu nível de maturidade institucional e tempo de credenciamento. De posse desse diagnóstico foi possível traçar estratégias e redigir os instrumentos jurídicos que as Unidades mais precisam: Acordo de Confidencialidade; Formulário de Comunicação de Criação; e Relatório de Busca de Anterioridade, capazes de aumentar a segurança das negociações, do desenvolvimento dos projetos, do sigilo devido, bem como da efetiva proteção intelectual dos seus ativos tecnológicos. Com este estudo, houve a designação de boas práticas, que resultaram em um Manual, que auxiliará na gestão do sigilo e da propriedade intelectual nas Unidades Embrapii de todo o Brasil, independentemente de sua natureza jurídico-administrativa e do tipo de entidade.
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