PPGPERG PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM ERGONOMIA - CAC DEPARTAMENTO DE DESIGN - CAC Telefone/Ramal: 81 99676-3592

Banca de DEFESA: LAURIANA ALVES DOS SANTOS SILVA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: LAURIANA ALVES DOS SANTOS SILVA
DATA : 10/07/2024
HORA: 09:00
LOCAL: REMOTO - ATRAVÉS DE LINK FORNECIDO PELO ORIENTADOR
TÍTULO:

INTERVENÇÃO ERGONÔMICA NO TRABALHO DO APLICADOR DE ASFALTO NA CONSTRUÇÃO CIVIL PESADA NO ESTADO DO MARANHÃO


PALAVRAS-CHAVES:

ergonomia; intervenção ergonômica; aplicador de asfalto; pavimentação asfáltica; carga física.


PÁGINAS: 199
RESUMO:

O objetivo deste estudo é avaliar as condições de trabalho do aplicador de asfalto, e
os impactos influenciados pela carga física de trabalho nas atividades do aplicador de
asfalto, em empresas da construção civil pesada no Estado do Maranhão, visando a

saúde, eficiência e segurança. Através de pesquisa descritiva e exploratória, quali-
quantitativa; um estudo de caso, aplicando um método misto entre Intervenção

Ergonomizadora (Moraes e Mont’Alvão, 2010) e Análise Macroergonômica do
Trabalho (Guimarães, 1999) somente na problematização, chegando até a fase da
diagnose, abrangendo a análise da tarefa, descrição do quadro postural por meio da
verificação angular e amplitude de movimentos proporcionada pelo sistema Kinebot e
análise da carga física pelo Mapa de segmentos corporais (Corlett e Manenica, 1980)
e pelo REBA (Rapid Entire Body Assessment) (Higgnet e McAtamney, 2000). Na
apreciação o resultado dos IDES parecer ergonômico e matriz GUT priorizou a classe
de problemas Interfaciais/biomecânicos focando em ombros e costas. Na diagnose
ergonômica comprova-se que a carga física na atividade do aplicador de asfalto,
chegou ao nível moderado e que a atividade de tapa buraco Empresa B é mais crítica
por apresentar maior nível de desconforto/dor. A análise do REBA evidencia a
necessidade de ações em breve e agora em relação as posturas assumidas. Na
correlação entre as variáveis do estudo mostra que não houve diferença
estatisticamente significativa para os grupos etários e de acordo com a experiência e
que houve diferença estatisticamente significativa entre as atividades tapa buraco e
massa corrida nas avaliações do REBA (p=0,035). A comparação entre a presença
de níveis de risco posturais, desconforto/dor total e por segmentos corporais, de
acordo com a atividade, a experiência e a idade dos trabalhadores, apresentou
associação estatisticamente significativa entre a idade e o desconforto/dor nas costas
(p=0,037), sendo que os trabalhadores mais novos tiveram maior prevalência de
algum desconforto/dor nas costas, quando comparados aos mais idosos (28,6% vs.
0%) e há correlações estatisticamente significativas e positivas entre o REBA e o
desconforto/dor nas costas (rho=0,367; p=0,046), e entre o desconforto/dor antes e o
desconforto/dor nas costas após jornada (rho=0,382; p=0,037).


MEMBROS DA BANCA:
Externa à Instituição - JACINTA SIDEGUM RENNER - UFRGS
Interno - ***.249.276-** - MARCIO ALVES MARÇAL - UFVJM
Presidente - ***.459.933-** - RAIMUNDO LOPES DINIZ - UFMA
Notícia cadastrada em: 03/07/2024 11:23
SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação (STI-UFPE) - (81) 2126-7777 | Copyright © 2006-2026 - UFRN - sigaa05.ufpe.br.sigaa05