TESSITURAS DO PROCESSO DE AUTOFORMAÇÃO DE UM EDUCADOR ENTRE EXPERIÊNCIAS E DEVIRES NO ENCONTRO COM O MUNDO DOS BEBÊS
Formação humana; Autoformação do educador; Educação de bebês; Filosofia da diferença; Infâncias periféricas.
A presente dissertação problematiza processos de autoformação experienciados no âmbito da educação de bebês. Com base nos princípios norteadores da Educação Infantil e nas singularidades que demarcam a atuação profissional dos educadores que atuam em creches, enderençamos um olhar ético-político-e-estético a pequenos gestos que nos permitiram interrogar a formação humana dos educadores a partir dos processos agenciados cotidianamene no encontro com os bebês, tendo como objetivo de compreenderde que modo as experiências de cuidar-educar bebês, vivenciadas no encontro educador-bebê, favorecem processos de autoformação do educador da Educação Infantil. Asssumimos como premissa os próprio bebês tensionam o processo de autoformação do educador através de forças que emanam da ecologia das práticas que se estabelece entre eles. Nessa direção, mobilizamos teórica e metodologicamente o ensaio e a fabulação para cartografar uma coreografia de forças e deslocamentos experimentados no Berçario de um Centro Municipal de Educação Infantil que atende crianças na faixa etária de 0 até os 3 anos de idade situado em uma comunidade periférica da cidade de Recife/PE.