EFEITO DA FOTOBIOMODULAÇÃO NA FASE INFLAMATÓRIA DA MAMOPLASTIA REDUTORA
Mamoplastia, Reparo tecidual, Fotobiomodulação, Termografia.
Objeto de sonho de muitas mulheres, a mamoplastia continua a ser uma das cirurgias plásticas mais realizadas no mundo todo. Por se tratar de uma cirurgia complexa, em muitos casos com uma cicatriz extensa em uma região exposta a tração, o reparo tecidual pode ser deficitário ou exacerbado. A fotobiomodulação (FBM) é um recurso amplamente usado na fisioterapia como mediador do processo inflamatório, modulando o recrutamento celular, podendo ajudar na prevenção de complicações do reparo tecidual. O presente trabalho parte da hipótese que a FBM pode ser usada para conduzir o processo de cicatrização. O objetivo geral é avaliar o efeito da aplicação da FBM durante a fase inflamatória na modulação do reparo tecidual, redução da dor e aparecimento de intercorrências. Trinta pacientes serão selecionadas para, após a realização da mamoplastia pela equipe médica, terem uma mama estimulada pelo laser. A mama oposta funcionará como grupo controle, servindo de parâmetro comparativo. A aplicação do laser será feita em três momentos: imediatamente ao fim da cirurgia, na manhã seguinte, com 5 a 7 dias de pós-operatório (PO). Concomitante será feito o registro termográfico para avaliação da evolução inflamatória, sendo ainda repetido no 15 dia PO. Na abordagem do 5-7 dia de PO será realizado um exame de ultrassonografia para avaliar a espessura da derme e quantificar o edema local das mamas. Em todos os encontros será avaliado através de exame clínico a presença de complicações cirúrgicas. Espera-se portanto que a fotobiomodulação promova menos edema, reduza a dor e controle do processo cicatricial.