Banca de QUALIFICAÇÃO: MARCELO AUGUSTO RODRIGUES CESAR DE ALBUQUERQUE

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARCELO AUGUSTO RODRIGUES CESAR DE ALBUQUERQUE
DATA : 06/08/2026
LOCAL: VIDEOCONFERÊNCIA
TÍTULO:

SEGURANÇA E VIABILIDADE TÉCNICA DO TRATAMENTO ENDOSCÓPICO COM RESSECÇÃO ENDOSCÓPICA POR TÚNEL SUBMUCOSO OU RESSECÇÃO ENDOSCÓPICA DE ESPESSURA TOTAL PARA LESÕES SUBEPITELIAIS DO TRATO GASTROINTESTINAL ALTO: SÉRIE DE CASOS DE OPERADOR ÚNICO NO BRASIL


PALAVRAS-CHAVES:

Lesão subepitelial; ressecção endoscópica por túnel submucoso; ressecção endoscópica de espessura total para lesões subepiteliais.


PÁGINAS: 40
RESUMO:

As lesões subepiteliais do trato gastrointestinal alto, especialmente aquelas localizadas no esôfago e no estômago, representam um desafio diagnóstico e terapêutico, uma vez que parte delas apresenta potencial de malignidade, como os tumores estromais gastrointestinais. Tradicionalmente, essas lesões eram tratadas por cirurgia convencional ou minimamente invasiva, procedimentos associados a maior morbidade, tempo de internação e custos hospitalares. O avanço da endoscopia terapêutica possibilitou o desenvolvimento de técnicas como a ressecção endoscópica do túnel submucoso (Submucosal Tunneling Endoscopic Resection – STER) e a ressecção endoscópica de espessura total (Endoscopic Full-Thickness Resection – EFTR), permitindo a remoção completa dessas lesões com preservação anatômica e funcional do órgão. Entretanto, a experiência brasileira com essas técnicas ainda é limitada, existindo escassez de estudos nacionais que demonstrem sua segurança, viabilidade técnica e resultados clínicos. Este projeto tem como objetivo avaliar a segurança e a viabilidade técnica da realização de STER e EFTR em pacientes com lesões subepiteliais do trato gastrointestinal alto, por meio de uma série de casos retrospectiva, multicêntrica, conduzida por um único endoscopista. Serão analisados indicadores como taxa de ressecção completa (R0), sucesso técnico, tempo do procedimento, complicações intra e pós-operatórias, necessidade de conversão cirúrgica e tempo de internação por meio de análise estatística descritiva. Espera-se descrever um perfil consistente de segurança e viabilidade técnica para ambas as abordagens, contribuindo com evidência nacional ainda escassa sobre o tema e subsidiando a elaboração de protocolos assistenciais, a capacitação de especialistas e a ampliação do acesso dos pacientes a alternativas terapêuticas menos invasivas.

Palavras-chave do trabalho: Lesão subepitelial; ressecção endoscópica por túnel submucoso; ressecção endoscópica de espessura total para lesões subepiteliais.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 3315617 - ESDRAS MARQUES LINS
Presidente - 2433058 - FLAVIO KREIMER
Notícia cadastrada em: 29/07/2026 09:40
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