MONITORAMENTO DO EQUILIBRIO EM IDOSOS: ACELEROMETROS COMO ALIADOS NA PRATICA CLINICA
Idoso, Equilíbrio, fiosioterapia, acelerometria
O envelhecimento populacional no Brasil cresce a uma taxa de 4% ao ano, aumentando significativamente a quantidade de idosos e os desafios relacionados à saúde dessa população. Um dos principais problemas enfrentados é a diminuição da mobilidade, frequentemente associada ao sedentarismo, doenças crônicas e sintomas depressivos, o que impacta diretamente a independência funcional dos idosos. A inatividade física contribui para perdas musculares, ósseas e sensoriais, afetando as Atividades de Vida Diária (AVDs). A fisioterapia, nesse contexto, tem papel fundamental na prevenção e reabilitação dessas perdas, sendo potencializada com o uso de tecnologias como o acelerômetro, que permite avaliar aspectos da marcha, equilíbrio e intensidade dos movimentos. A dor lombar crônica, altamente prevalente entre adultos, agrava ainda mais a limitação funcional. O acelerômetro tem sido utilizado tanto em indivíduos saudáveis quanto em pacientes neurológicos, inclusive em estudos que comparam intervenções como a reabilitação aquática e terrestre. Com o aumento da expectativa de vida, é essencial planejar ações que promovam a qualidade de vida dos idosos. Alterações fisiológicas, como sarcopenia e perda de amplitude de movimento, afetam o controle postural e elevam o risco de quedas, exigindo maior atenção dos serviços de saúde.