Banca de DEFESA: OMAR ALEXANDRE FERREIRA DA SILVA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: OMAR ALEXANDRE FERREIRA DA SILVA
DATA : 18/09/2026
HORA: 10:00
LOCAL: REMOTO - ATRAVÉS DE LINK FORNECIDO PELO ORIENTADOR (via secretaria - coordenacao.ppergo@ufpe.br)
TÍTULO:

AVALIAÇÃO ERGONÔMICA PRELIMINAR E INVENTÁRIO DE RISCOS NA NR 01 E NR 17: REVISÃO DE MÉTODOS E PROPOSIÇÃO DE UM GUIA INTEGRADO


PALAVRAS-CHAVES:

avaliação ergonômica preliminar; inventário de riscos ergonômicos; gerenciamento de riscos ocupacionais; norma regulamentadora NR 01; norma regulamentadora NR 17.


PÁGINAS: 66
RESUMO:

A atualização das Normas Regulamentadoras no 01 e no 17 reforçou a integração da Avaliação
Ergonômica Preliminar (AEP) ao Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e evidenciou
a necessidade de critérios operacionais que articulem a avaliação ergonômica ao Inventário de
Riscos. Este trabalho teve como objetivo propor um guia integrado para AEP e Inventário de
Riscos Ergonômicos em conformidade com as NR 01 e NR 17. A dissertação foi estruturada
em dois artigos científicos interdependentes. O Artigo 1 realizou revisão integrativa dos
métodos e instrumentos utilizados em avaliações ergonômicas preliminares, identificando
potencialidades, limitações e lacunas de integração. O Artigo 2, fundamentado nessa síntese,
nos requisitos normativos e em métodos de avaliação e gestão de riscos, propôs um guia
organizado segundo o ciclo Plan-Do-Check-Act (PDCA), integrando tarefa prescrita, atividade
real, percepção dos trabalhadores e fatores físicos/biomecânicos, psicossociais/organizacionais
e cognitivos. No modelo proposto, a severidade corresponde à magnitude da maior
consequência razoavelmente previsível; a Matriz 1 determina a probabilidade pelo cruzamento
entre exigências e evidências da exposição e a eficácia das medidas de prevenção; a Matriz 2
combina severidade e probabilidade, preservando o nível de risco individual de cada fator; e a
Matriz 3 cruza o maior nível de risco da situação com a abrangência (proporção de trabalhadores
possivelmente atingidos) para definir a prioridade de ação. Métodos específicos subsidiam a
caracterização da exposição e a probabilidade, sem transferência automática, soma ou média de
escores. Os resultados indicam que a proposta reduz a fragmentação entre instrumentos, amplia
a rastreabilidade das decisões e aproxima a ergonomia da lógica do GRO. Conclui-se que o
guia apresenta coerência técnico-normativa e potencial de aplicação, embora ainda demande
validação empírica para avaliação de aplicabilidade, confiabilidade e sensibilidade.

 


MEMBROS DA BANCA:
Interno - ***.249.356-** - CLAUDIA FERREIRA MAZZONI - OUTRA
Presidente - ***.992.358-** - EDUARDO FERRO DOS SANTOS - USP
Externo à Instituição - JOSÉ RONALDO VERONESI JUNIOR
Notícia cadastrada em: 28/08/2026 14:26
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