Voar nas alturas, adentrar nas profundezas: paisagens subterrâneas, metamorfoses e fabulações
Pintura; Escultura têxtil; Processo artístico; Formiga; Formigueiro; Paisagem
subterrânea; Metamorfose; Fabulação.
Esta dissertação toma forma a partir de trabalhos elaborados durante o período da pesquisa e
materializados em pinturas, objetos têxteis e vídeo. Tal produção e seus processos poéticos eclodem
entre formigas, formigueiros, minhocas e mariposas, estabelecendo diálogos entre o subterrâneo, o
escuro, os sonhos e as fabulações. A urgência de uma ciência aberta ao compartilhamento com saberes
outros e a imaginação de mundos possíveis também orientam estas reflexões. As imagens ocupam um
espaço antecipatório em relação ao texto, contribuindo para a busca de um registro que priorize o fazer
artístico em relação à produção da escrita.