Dissertações/Teses

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2022
Dissertações
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  • ANA WALESKA PESSÔA BARROS DE AGUIAR
  • A EFICÁCIA DOS IMPLANTES DENTÁRIOS EM PACIENTES COM DE SÍNDROME DE SJÖGREN: Uma revisão guarda chuva

  • Orientador : JAIR CARNEIRO LEAO
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ALESSANDRA DE ALBUQUERQUE TAVARES CARVALHO
  • HILTON JUSTINO DA SILVA
  • TAMARA KERBER TEDESCO
  • Data: 08/02/2022

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  • Introdução: A Síndrome de Sjögren é uma desordem autoimmune com capacidade de causar inflamação e destruição das glândulas salivares e lacrimais, levando a diminuição destes fluidos. As implicações orais que surgem devido a diminuição de fluxo salivar em pacientes com Síndrome de Sjögren, apresentam um impacto significativo em sua saúde bucal e  consequentemente na qualidade de vida. Existindo assim, a preocupação de que a xerostomia secundária à síndrome de Sjögren pode aumentar o risco de falha dos implantes dentários. Objetivos: O objetivo do presente estudo foi determinar o nível de qualidade metodológica das revisões sistemáticas que avaliaram a eficácia dos implantes dentários em pacientes com diagnóstico de síndrome de Sjögren. Metodologia: Foram avaliadas as bases de dados Pubmed/Medline, LILACS, Science Direct e Dare Cochrane. Nas quais, 833 artigos foram inicialmente identificados, mas após o uso de critérios de inclusão e exclusão apropriados, 4 artigos foram identificados para uma análise detalhada. Resultados: Uma amostra eventual do estudo compreendeu 722 implantes colocados em 189 pacientes com uma taxa de sucesso de 95,22%, o tempo mínimo de seguimento foi de 45,2 +/- 23,8 meses e o máximo de 125,5 meses. Os estudos foram avaliados quanto à qualidade metodológica pela ferramenta AMSTAR 2, em que 3 apresentavam qualidade criticamente baixa e um tinha qualidade baixa. Conclusão: A reabilitação oral com implantes dentários em pacientes com Síndrome de Sjögren parece ter uma alta taxa de sucesso, porém a baixa qualidade dos estudos relevantes destaca a necessidade de estudos primários e secundários com melhor desenho metodológico a fim de reduzir o viés e fornecer garantias para esta opção de tratamento.


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  • A Síndrome de Sjögren é uma desordem autoimmune com capacidade de causar inflamação e destruição das glândulas salivares e lacrimais, levando a diminuição destes  fluidos. As implicações orais que surgem devido a diminuição de fluxo salivar em pacientes com Síndrome de Sjögren, apresentam um impacto significativo em sua saúde bucal e consequentemente na qualidade de vida. Existindo assim, a preocupação de que a xerostomia secundária à síndrome de Sjögren pode aumentar o risco de falha dos implantes dentários. Objetivos: O objetivo do presente estudo foi determinar o nível de qualidade metodológica das revisões sistemáticas que avaliaram a eficácia dos implantes dentários em pacientes com diagnóstico de síndrome de Sjögren. Metodologia: Foram avaliadas as bases de dados Pubmed/Medline, LILACS, Science Direct e Dare Cochrane. Nas quais, 833 artigos foram inicialmente identificados, mas após o uso de critérios de inclusão e exclusão apropriados, 4 artigos foram identificados para uma análise detalhada. Resultados: Uma amostra eventual do estudo compreendeu 722 implantes colocados em 189 pacientes com uma taxa de sucesso de 95,22%, o tempo mínimo de seguimento foi de 45,2 +/- 23,8 meses e o máximo de 125,5 meses. Os estudos foram avaliados quanto à qualidade metodológica pela ferramenta AMSTAR 2, em que 3 apresentavam qualidade criticamente baixa e um tinha qualidade baixa. Conclusão: A reabilitação oral com implantes dentários em pacientes com Síndrome de Sjögren parece ter uma alta taxa de sucesso, porém a baixa qualidade dos estudos relevantes destaca a necessidade de estudos primários e secundários com melhor desenho metodológico a fim de reduzir o viés e fornecer garantias para esta opção de tratamento.

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  • ELMA MARIANA VERCOSA DE MELO SILVA
  • ASSOCIAÇÃO ENTRE ESPONDILOARTRITES AXIAIS E DISFUNÇÕES TEMPOROMANDIBULARES: REVISÃO SISTEMÁTICA DE PREVALÊNCIA

  • Orientador : LUIZ ALCINO MONTEIRO GUEIROS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ANGELA LUZIA BRANCO PINTO DUARTE
  • JULIANA RAPOSO SOUTO MAIOR COSTA
  • MANUEL ANTONIO GORDON NUNEZ
  • Data: 17/02/2022

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  • Título: Associação entre espondiloartrites axiais e disfunções temporomandibulares: revisão sistemática de prevalência.

    Objetivo: Analisar a prevalência de disfunções temporomandibulares em indivíduos com  espondiloartrites axiais.

    Métodos: Foi realizada busca nas bases de dados: MEDLINE via PubMed; EMBASE; LILACS; The Cochrane Library; CINAHL; Scopus; Web of Science; Google Scholar, citações anteriores e subsequentes de estudos publicados entre o início da base de dados até 1 de dezembro de 2021. Após triagem de citações da pesquisa bibliográfica, 19 estudos observacionais foram incluídos. A qualidade metodológica das evidências foi avaliada com a Escala de Newcastle-Ottawa e a certeza geral da evidência foi avaliada usando os critérios GRADE. Na metanálise, o risco de disfunção temporomandibular foi avaliado usando Odds Ratio (OR). A declaração MOOSE foi adotada para relatar este estudo. O viés de publicação foi avaliado pela construção de um gráfico de funil. O protocolo foi publicado no PROSPERO com o número de registro: CRD42020206283.

    Resultados: Nossa busca identificou 487 registros, dos quais 19 estudos observacionais com 952 participantes foram elegíveis para o estudo. A prevalência combinada de DTM’s em pacientes com EpaAx sob um modelo de efeitos aleatórios foi estimado em 37,23% com um intervalo de confiança de 95% (27,51–47,47). Quando comparada com indivíduos saudáveis, a chance de DTM nesta população é de 4,49 (IC95% 2,24-8,89). O viés de publicação e viés de relatório foi avaliado pela construção de um gráfico de funil, não mostrando evidências de viés de publicação.

    Conclusões: Esta metanálise demonstrou um possível aumento da prevalência da DTM em pacientes com espondiloartrites axiais. A grande variação de padrões de diagnóstico observada neste estudo pode incluir pacientes com condições clínicas distintas sob uma mesma classificação, limitando avaliação adequada deste cenário. Estudos de coorte prospectivos são necessários a uma melhor avaliação dessa associação.

    Financiamento: Recebeu financiamento da CAPES.

     

     


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  • Título: Associação entre espondiloartrites axiais e disfunções temporomandibulares: revisão sistemática de prevalência.
    Objetivo: Avaliar a proporção de envolvimento de ATM associada à espondiloartrites axiais, utilizando estudos observacionais.
    Métodos: Foi realizada busca nas bases de dados: MEDLINE via PubMed; EMBASE; LILACS; The Cochrane Library; CINAHL; Scopus; Web of Science; Google Scholar, citações anteriores e subsequentes de estudos publicados entre o início da base de dados e 1 de dezembro de 2021. Após triagem de citações da pesquisa bibliográfica, 19 estudos observacionais foram incluídos. A qualidade metodológica das evidências foi avaliada com a Escala de Newcastle-Ottawa e a certeza geral da evidência foi avaliada usando os critérios GRADE. Na metanálise, o risco de disfunção temporomandibular foi avaliado usando Odds Ratio (OR). A declaração MOOSE foi adotada para relatar este estudo. O viés de publicação foi avaliado pela construção de um gráfico de funil. O protocolo foi publicado no PROSPERO com o númeroderegistro: CRD42020206283. Resultados: Nossa busca identificou 487 registros, dos quais 19 estudos incluindo 952 participantes foram elegíveis para o estudo. A prevalência combinada de DTM’s em pacientes com EpaAx sob um modelo de efeitos aleatórios foi estimado em 37,23% com um intervalo de confiança de 95% (27,51–47,47). Podendo assim ser considerada significativa. O viés de publicação e viés de relatório foi avaliado pela construção de um gráfico de funil, não mostrando evidências de viés de publicação. Conclusões: Esta metanálise demonstrou significância estatística para o risco de disfunções temporomandibulares entre pacientes com espondiloartrites axiais. Financiamento: Recebeu financiamento da CAPES.

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  • HANNAH KAMILLA AZEVEDO DA SILVA
  • PROPOSTA DE PROTOCOLO DE TERMOGRAFIA INFRAVERMELHA DA LÍNGUA HUMANA

  • Orientador : HILTON JUSTINO DA SILVA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • DENISE SABBAGH HADDAD
  • ERISSANDRA GOMES
  • FLAVIA MARIA DE MORAES RAMOS PEREZ
  • Data: 18/02/2022

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  • Na literatura não há parâmetros para avaliação termográfica da língua humana, órgão muito importante para a realização de funções do sistema estomatognático e que reflete a condição fisiológica e clínico-patológica do corpo. Sendo assim, verifica-se a necessidade de propor um protocolo fundamentado nas evidências científicas para a identificação dos procedimentos utilizados em termografia infravermelha para o exame da dinâmica microcirculatória da língua. Este trabalho teve o objetivo de elaborar um protocolo de avaliação da distribuição térmica da língua humana por meio da termografia  infravermelha. Trata-se de um estudo de elaboração de protocolo, com as seguintes etapas: 1) revisão de escopo sobre o tema; 2) elaboração do protocolo de avaliação
    termográfica. Como resultados desta dissertação foram desenvolvidos três artigos: Proposta de revisão de escopo sobre os procedimentos de termografia infravermelha na língua humana; Revisão de escopo sobre os procedimentos de termografia infravermelha na língua humana; Proposta de protocolo de termografia infravermelha da língua humana. O protocolo elaborado visou servir como um meio de avaliação complementar da língua humana e fornece dados sobre o modo como devem ser realizadas e analisadas as tomadas termográficas. Neste protocolo são estruturadas informações referentes aos métodos empregados para a realização do exame (1-instrumento, 2-método de captura/ambientação (controle das variáveis ambientais e individuais) 3- áreas da língua capturadas, 4-áreas da língua analisadas, 5-métodos de análise: software). Estas
    condições padronizadas dos procedimentos são extremamente importantes para a realização do exame termográfico na língua humana. Este instrumento contribuirá como importante evidência científica na área da saúde, possibilitando o uso desta tecnologia para complementar a avaliação clínica funcional do paciente com impacto no acompanhamento multiprofissional pela equipe de saúde.


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  • Mudanças na temperatura corporal constituem indicação de várias doenças e a língua humana é um espelho sensível que reflete a condição fisiopatológica do corpo (THIRUNAVUKKARASU et al., 2020). A Termografia Infravermelha (TI) é um instrumento de avaliação da distribuição térmica, capaz de detectar alterações na microcirculação regional, realizado em tempo real, técnica não ionizante, indolor, de baixo custo e não invasivo que detecta a extensão das alterações funcionais, nervosas e vasculares que pode auxiliar na avaliação complementar da língua humana. Na literatura não há parâmetros para avaliação termográfica da língua humana. Logo, verifica-se a necessidade de propor um protocolo fundamentado nas evidências científicas para a identificação da dinâmica microcirculatória da língua, por meio da termografia infravermelha. Este trabalho teve o objetivo de elaborar um protocolo de avaliação da distribuição térmica da língua humana por meio da termografia infravermelha. Trata-se de um estudo de elaboração de um protocolo de avaliação da distribuição térmica da língua humana por meio da termografia infravermelha. A pergunta condutora desta pesquisa foi: “Quais são os procedimentos utilizados em termografia infravermelha para a língua humana?”. Para responder a esta pergunta as seguintes etapas de elaboração de protocolo serão realizadas: 1) revisão de escopo sobre o tema; 2) elaboração do protocolo de avaliação. Este instrumento contribuirá como importante evidência científica na área da saúde, possibilitando o uso desta tecnologia para complementar a avaliação clínica funcional do paciente com impacto no acompanhamento multiprofissional pela equipe de saúde.

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  • LAVINIA POTTER MIRANDA ALENCAR
  • EFICÁCIA DA TERAPIA PERIODONTAL NÃO CIRÚRGICA ASSOCIADA OU NÃO ÀS PROTEÍNAS DA MATRIZ DO ESMALTE PARA MELHORA DOS PARÂMETROS CLÍNICOS PERIODONTAIS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA

  • Orientador : RENATA CIMOES JOVINO SILVEIRA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • GUSTAVO PINA GODOY
  • IRANI DE FARIAS CUNHA JUNIOR
  • ROBERTO CARLOS MOURAO PINHO
  • Data: 21/02/2022

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  • O objetivo dessa revisão sistemática foi verificar a eficácia da associação entre a terapia periodontal não cirúrgica e as Proteínas derivadas da matriz do esmalte (PDME) na redução de parâmetros periodontais clínicos, em comparação ao desbridamento mecânico isolado. Foi realizada uma busca nas bases de dados Medline/Pubmed, Embase, Scopus, Web of Science, BVS e Cochrane, complementada por busca na literatura cinzenta e busca manual. Foram selecionados estudos clínicos, com amostra ≥10, com dados referentes ao ganho de inserção clínica; redução da profundidade de sondagem; sangramento à sondagem; recessão gengival; índice de placa e/ou número de bolsas fechadas, após a Raspagem e alisamento radicular (RAR) isolado e em associação às PDME. Foram excluídos estudos histológicos e em animais, com pacientes com menos de 18 anos, que fizeram intervenção cirúrgica e que incluíram pacientes com periodontite necrosante. Não houve limitação de idioma e do tempo de publicação. As etapas de elegibilidade, extração de dados e avaliação de qualidade dos estudos e risco de viés foram realizadas de forma independente e duplicada. Foram recuperadas 1918 referências, das quais 8 artigos foram selecionados para extração de dados. Dentre os estudos, a maioria observou resultados estatisticamente significantes para os parâmetros periodontais avaliados nos grupos intervenção e controle, sem significância ao comparar grupos. Porém, com a heterogeneidade dos estudos incluídos e pela maioria apresentar risco de viés moderado a alto, a força de evidência torna-se limitada. Dentro das limitações da pesquisa, conclui-se que não se justifica o uso das PDME junto à RAR. Apesar disso, existe a necessidade de novos ensaios clínicos randomizados com metodologias bem definidas e controle de fatores de confusão importantes, como o tabagismo.


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  • Não houve cadastro de resumo, por tratar-se de Banca de Qualificação.

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  • RUANA MARIA DA ROCHA BRANDAO
  • AVALIAÇÃO DO USO DA TECNOLOGIA CAD-CAM NA CONFECÇÃO DE RETENTORES INTRARRADICULARES DE FIBRA DE VIDRO ATRAVÉS DO TESTE DE PUSH-OUT

  • Orientador : JULIANA RAPOSO SOUTO MAIOR COSTA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ANDERSON STEVENS LEONIDAS GOMES
  • CATIA MARIA FONSECA GUERRA
  • JULIANA RAPOSO SOUTO MAIOR COSTA
  • Data: 21/02/2022

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  • Os pinos de fibra de vidro pré-fabricados proporcionam benefícios estéticos e biomecânicos para dentes tratados endodonticamente com grande perda de estrutura coronária. No entanto, falhas na retenção desses pinos continuam sendo um desafio. Estratégias têm sido propostas para melhorar suas propriedades de adesão. Este estudo teve como objetivo comparar a força de união, através do teste de push-out, de dentes tratados endodonticamente reabilitados com pinos de fibra de vidro pré-fabricados, pino de fibra de vidro individualizados com resina  composta e pinos fresados em CAD-CAM. A amostra consistiu de 33 pré-molares unirradiculares, nos quais, após tratamento endodôntico, foi realizado o preparo dos condutos radiculares para receber os pinos. Os dentes foram divididos aleatoriamente em 3 grupos (n=11): PPF: pinos de fibra de vidro pré-fabricados; PPF+RC: pinos de fibra de vidro pré- fabricados individualizados com resina composta; PCAD: pinos de fibra de vidro fresados em CAD-CAM. Todos os pinos foram cimentados com cimento resinoso autoadesivo (RelyX U200 3M/ESPE). Para cada grupo (n=10) foram confeccionados corpos-de-prova para o teste de push-out. Após ensaio mecânico os valores de resistência de união foram calculados em Megapascal (MPa). O modo de falha foi observado usando uma lupa estereomicroscópica. Um corpo de prova de cada grupo foi submetido à análise em Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV), para que fossem avaliadas as linhas de cimentação. A avaliação estatística consistiu nas associações entre as medidas descritivas através do teste não paramétrico Mann-Whitney para comparações de dois grupos e teste de Kruskal Wallis para comparação de três grupos. O nível de significância foi de p-valor<0,05. Os grupos PPF+RC e PCAD apresentaram maior valor de união ao push-out, estatisticamente significativo, em relação ao grupo PPF, nos terços cervical (p=0,049) e apical (p=0,008). O terço apical dos grupos PCAD (p=0,022) e PPF (p=0,031) apresentaram pior desempenho, em relação aos terços cervicais dos mesmos grupos. O modo de falha predominante foi do tipo adesiva cimento/dentina, exceto para o terço coronal do grupo PCAD, cuja falha predominante foi coesiva de cimento. O grupo PPF+RC apresentou a película de cimento resinoso mais fina em análise descritiva sob MEV. A técnica de fabricação personalizada de pinos de fibra de vidro, através da adição de resina composta ou pela técnica de fresagem em CAD-CAM, mostrou melhorar a retenção do pino no canal radicular.


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  • Não houve cadastro de resumo, por tratar-se de banca de Qualificação.

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  • MARCELA CORTE REAL FERNANDES
  • AVALIAÇÃO DA PRESENÇA DE MICROFRATURAS EM RAÍZES SUBMETIDAS À APICECTOMIA POR MEIO DA TOMOGRAFIA DE COERÊNCIA ÓPTICA. ESTUDO IN VITRO

  • Orientador : CARLOS MENEZES AGUIAR
  • MEMBROS DA BANCA :
  • CARLOS MENEZES AGUIAR
  • ELVIA CHRISTINA BARROS DE ALMEIDA
  • HILTON JUSTINO DA SILVA
  • Data: 22/02/2022

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  • A ressecção apical ou apicectomia é a remoção da porção apical de uma raiz de um elemento dentário durante a cirurgia periradicular. É um tratamento cirúrgico aplicado geralmente no caso de falha do tratamento endodôntico primário. Entre as técnicas para realizar o procedimento cirúrgico existe a técnica tradicional, confeccionada com instrumento de alta rotação ou a técnica na qual se faz uso de pontas ultrassônicas. No entanto microfraturas e lascas marginais podem ocorrer devido à ação vibratória de tais instrumentos. O objetivo desse estudo foi avaliar de forma comparativa a incidência de microfraturas em raízes submetidas a apicectomia com três diferentes instrumentos, utilizando a tomografia de coerência óptica (OCT). Foram selecionadas 45 raízes com canal único, distribuídas de forma aleatória em 3 grupos com 15 espécimes cada. A ressecção foi realizada nos 3mm apical de cada espécime onde no grupo 1 foi utilizado uma broca diamantada (n° 1064, FG Dental, KG Sorensen), no grupo 2 uma broca do tipo carbide cirúrgica (FG Dental, n° 702, Prima Dental by Angelus) e no grupo 3 uma ponta de ultrassom Bladesonic (Helsé Ultrasonic). Imagens realizadas com o aparelho SD-OCT (Callisto, Thorlabs, Inc., Nova Jersey, EUA), foram realizadas antes e após o procedimento de apicectomia e avalidas por 3 examinadores, especialistas em Endodontia para detecção das fraturas. O escore de Kappa interexaminadores apresentou um índice médio de 0,56 (concordância moderada), resultando em 8 espécimes com microfraturas, sendo 4 espécimes do grupo 1, 3 espécimes do grupo 2 e 1 espécime do grupo 3. No entanto quando comparado a microtomografia computadorizada, a OCT apresentou uma performance inferior. quando comparado a microtomografia computadorizada, a OCT apresentou uma performance inferior.


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  • A ressecção apical ou apicectomia é a remoção da porção apical de uma raiz durante a cirurgia periradicular. É um tratamento cirúrgico aplicado geralmente no caso de falha do tratamento não cirúrgico do canal radicular. Entre as técnicas para realizar o procedimento cirúrgico existe a técnica tradicional, confeccionada com instrumento de alta rotação ou a técnica na qual se faz uso de pontas ultrassônicas. No entanto microfraturas e lascas marginais podem ocorrer devido à ação vibratória de tais instrumentos. O objetivo desse estudo foi avaliar por meio da tomografia por coerência óptica (OCT) a formação de microfraturas em raízes submetidas a apicectomia. Foram selecionadas 45 raízes com canal único, distribuídas de forma aleatória em 3 grupos com 15 espécimes cada. A ressecção foi realizada nos 3mm apical de cada espécime onde no grupo 1 foi utilizado uma broca diamantada (n° 1064, FG Dental, KG Sorense), no grupo 2 uma broca do tipo carbide cirúrgica (FG Dental, n° 702, Prima Dental by Angelus) e no grupo 3 uma ponta de ultrassom Bladesonic (Helsé Ultrasonic). Imagens realizadas com o aparelho SD-OCT (Callisto, Thorlabs, Inc., Nova Jersey, EUA), foram realizadas antes e após o procedimento de apicectomia e avalidas por 3 examinadores, especialistas em Endodontia para detecção das fraturas. O escore de Kappa interexaminadores apresentou um índice médio de 0,56 (concordância moderada), resultando em 8 espécimes com microfraturas, sendo 4 espécimes do grupo 1, 3 espécimes do grupo 2 e 1 espécime do grupo 3. No entanto
    quando comparado a microtomografia computadorizada, a OCT apresentou uma performance inferior.

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  • LADYANNE PAVAO DE MENEZES
  • AVALIAÇÃO DA FREQUÊNCIA E DAS CARACTERÍTICAS ANATÔMICAS DO SEIO MAXILAR: UM ESTUDO EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE FEIXE CÔNICO

  • Orientador : ANDREA DOS ANJOS PONTUAL DE ANDRADE LIMA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ANDREA DOS ANJOS PONTUAL DE ANDRADE LIMA
  • ANTONIO AZOUBEL ANTUNES
  • DAVI DA SILVA BARBIRATO
  • Data: 23/02/2022

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  • Esta pesquisa teve como objetivo determinar a frequência e caracterizar as estruturas anatômicas do seio maxilar por meio da Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico (TCFC). Foram incluídos um total 200 seios maxilares de 100 pacientes. Parâmetros como a presença de septos sinusais, grau e extensão do espessamento da membrana sinusal (MS), espessura da parede lateral do seio maxilar, a altura da crista óssea alveolar em região posterior de maxila, posição da artéria alveolar antral (AAA), o diâmetro e a altura do óstio do seio maxilar (OSM) foram registrados. Os dados encontrados foram posteriormente submetidos a análise estatística. Os septos estavam presentes em 52,5% seios estudados e foram mais frequentes na região posterior do assoalho do seio maxilar. Um total de 56,5% dos seios apresentou algum grau de espessamento da MS, sendo significativamente mais presente e mais espessa no sexo masculino. Da mesma forma, o OSM também apresentou uma maior incidência de obstrução neste sexo. Em relação a crista óssea alveolar, sua menor altura foi encontrada na região de primeiro molar e a menor distância entre o ápice das raízes e o assoalho do seio estava presente na região de segundo molar. Já em relação a AAA, esta anastomose intraóssea foi visualizada em 60,5% dos seios maxilares estudados e foi significativamente mais observada no sexo feminino e em pacientes desdentados totais. Pudemos concluir que mais da metade dos seios maxilares estudados apresentaram pelo menos um septo, sendo estes mais presentes na região posterior do assoalho sinusal. Pacientes do sexo masculino demostraram valores significativamente maiores em relação a presença e a espessura do espessamento da MS. Este sexo também apresentou um maior grau de obstruções, um maior diâmetro do OSM e uma maior distância entre a abertura do OSM e o assoalho do seio. A região que apresentou uma maior espessura da parede lateral do seio maxilar e a menor altura da crista óssea alveolar foi a de primeiro molar. A AAA foi identificada em mais da metade dos seios estudados. Quanto a localização, a anastomose intraóssea foi significativamente mais observada no sexo feminino, e em pacientes desdentados totais.


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  • Esta pesquisa teve como objetivo determinar a frequência das estruturas anatômicas e variações do seio maxilar por meio da Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico e avaliar a potencial relevância clínica dessas estruturas no planejamento da cirurgia de elevação do assoalho do seio maxilar. Foram incluídos um total 200 seios maxilares de 100 pacientes, sendo a amostra composta por 50 homens e 50 mulheres. A presença de septos sinusais, sua extensão, direção, origem e localização foram registrados, assim como o grau e extensão do espessamento da membrana sinusal. A espessura da parede lateral do seio maxilar, a altura da crista óssea alveolar em região posterior de maxila e a relação entre os dentes superiores posteriores e o assoalho sinusal foram determinados. Outros parâmetros como a posição da artéria alveolar antral, o diâmetro e a altura do óstio do seio maxilar também foram anotados. Os dados encontrados foram posteriormente submetidos a análise estatística, buscando identificar uma relação dessas estruturas com o sexo, idade e estado da dentição em região posterior de maxila dos pacientes. Os septos estavam presentes em 52,5% seios estudados e foram mais frequentes na região posterior do assoalho do seio maxilar. Um total de 56,5% dos seios apresentou algum grau de espessamento da membrana, sendo significativamente mais presente e mais espessa no sexo masculino. Da mesma forma, o óstio do seio maxilar, também apresentou uma maior incidência de obstrução neste sexo. Esta estrutura estava patente em 87,5% dos seios maxilares estudados, e foi mais frequente na região média do seio. Em relação a crista óssea alveolar, sua menor altura foi encontrada na região de primeiro molar e a menor distância entre o ápice das raízes e o assoalho do seio estava presente na região de segundo molar. Já em relação a artéria alveolar antral, a menor distância entre a borda inferior do canal arterial e a crista alveolar foi encontrada em região de primeiro molar. Quanto a localização, a anastomose intraóssea foi significativamente mais observada no sexo feminino e em pacientes desdentados totais. Pudemos concluir que o planejamento pré-operatório através de Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico é de suma importância para o sucesso da cirurgia de elevação do assoalho do seio maxilar, pois permite a avaliação de toda a anatomia sinusal e de suas possíveis variações, diminuindo o risco de potenciais complicações associadas ao procedimento.

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  • CAMILLA SIQUEIRA DE AGUIAR
  • ANÁLISE DAS ALTERAÇÕES EM CAVIDADE BUCAL EM PACIENTES INFECTADOS POR SARS-COV-2: COVID GRAVE X COVID CRÍTICA

  • Orientador : ARNALDO DE FRANCA CALDAS JUNIOR
  • MEMBROS DA BANCA :
  • JORGE PONTUAL WAKED
  • JOSE RICARDO DIAS PEREIRA
  • LUIZ ALCINO MONTEIRO GUEIROS
  • Data: 23/02/2022

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  • A doença chamada Coronavírus 2019 (COVID-19) ocorre após a exposição ao vírus SARS-CoV-2. As pessoas infectadas com este vírus podem desenvolver sintomas variados e as possíveis manifestações orais relatadas que podem ser observadas são xerostomia, sialoadenite, lesões vesiculobolhosas, lesões ulceradas e disgeusia. O objetivo deste estudo foi avaliar comparativamente as alterações bucais de pessoas infectadas com COVID-19 em enfermarias e unidades de terapia intensiva, na Unidade de Pronto Atendimento Especializado de Goiana (UPAE- Goiana) e no Hospital Provisório Recife-1 unidade Aurora em Pernambuco, Brasil. Este foi um estudo analítico com desenho transversal envolvendo pacientes infectados com SARS-CoV-2. Foram observadas condições sociodemográficas, sintomas, variáveis de manutenção biomédica, bem como alterações nos tecidos duros e moles da cavidade oral. Foi utilizada uma amostra de conveniência de 30 pacientes adultos de ambos os sexos com exame positivo em dois testes de RT- PCR usando fluído nasofaringeo, sendo excluídos do estudo aqueles que não possuíam prontuários devidamente preenchidos e/ou com erros de preenchimento. Para a coleta de dados foi utilizado um formulário com informações sociodemográficas e histórico médico. Também foi realizado exame intraoral com os instrumentos CPO-D e CPI, bem como diagnóstico de lesões na mucosa oral pelo exame físico. Os dados obtidos nesta pesquisa foram submetidos a testes estatísticos específicos analisados no SPSS. Os pacientes analisados tinham média de idade de 64,47±2,74 anos, sendo 56,7% do sexo masculino. Os indivíduos apresentavam condições de higiene bucal precárias, com 63,3% apresentando alto índice de cárie (CPO-D= 22,5), com problemas periodontais graves, além de 70% apresentarem lesões orais no momento do exame. Os principais tipos de lesões bucais encontradas foram candidíase, lesões ulceradas em língua e palato, petéquias em palato e lesões vesiculobolhosas. De acordo com os achados do presente estudo, foi possível concluir que as lesões orais foram frequentes em pacientes portadores de COVID-19 em diversos níveis sintomatológicos. Observou- se também que a maioria dos pacientes analisados apresenta uma má higiene oral, com problemas periodontais e perdas dentárias


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  • A doença denominada Coronavírus 2019 (COVID-19) ocorre após a exposição ao vírus SARS-CoV-2. Pessoas com diagnóstico positivo para este vírus poderão desenvolver sintomas variados e como possíveis manifestações orais relatadas pode se observar xerostomia, sialoadenite, lesões vesículo bolhosas, lesões aftosas e disgeusia. O objetivo desse estudo foi avaliar, as alterações bucais das pessoas diagnosticadas com COVID-19, em enfermarias e em unidades de terapia intensiva, na Unidade de Pronto Atendimento Especializado de Goiana (UPAE-Goiana) e no Hospital Provisório Recife-1 unidade Aurora em Pernambuco, Brasil. Tratou-se de um estudo analítico com delineamento transversal envolvendo pacientes infectados com SARS-CoV-2. Foram observadas as condições sociodemográficas, sintomatologia, variáveis biomédicas de manutenção, bem como, as alterações dos tecidos duros e moles da cavidade bucal. Foi utilizada uma amostra de conveniência de 30 pacientes adultos, de ambos os sexos, sendo excluídos do estudo aqueles que não apresentaram prontuários devidamente preenchidos e/ou com erros de preenchimento. Para a coleta dos dados foram utilizados um formulário com informações sociodemograficas e história médica. Foi realizado também um exame intraoral utilizando osinstrumentos do CPO-D e CPI, bem como, um diagnóstico de lesões em mucosa bucal por exame físico. Os dados obtidos nessa pesquisa foram submetidos a testes estatísticos específicos analisados com a utilização do SPSS. Os pacientes analisados tiveram uma idade média de 64,47±2,74 anos e dos quais 56,7% eram do sexo masculino. Os indivíduos possuíam uma condição de higiene oral ruim, com 63,3% apresentando alto índice de cárie (CPO-D= 22,5), com problemas periodontais graves, além de 70% de esses apresentarem lesões orais no momento do exame. Os principais tipos de lesões orais encontradas foram cândida, lesões ulceradas em língua e palato, petéquias em palato e lesões vesículo bolhosas. Quando os parâmetros sanguíneos foram aplicados os testes de qui-quadrado de Pearson, Exato de Fischer e Mann-Whitney, foi possível observar associações significativas entre a lesão oral e as taxas de hemoglobina e leucócitos (p>0,05). De acordo com os achados do presente estudo, foi possível concluir que as lesões orais foramfrequentes e demonstram-se estar associadas a níveis de leucócitos e hemoglobina alterados.

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  • MARIA HELOISA MARTINS
  • O TEMPO DE FOTOPOLIMERIZAÇÃO INFLUENCIA NO GRAU DE CONVERSÃO DOS CIMENTOS RESINOSOS? UMA REVISÃO SISTEMÁTICA DE ESTUDOS IN VITRO

  • Orientador : BRUNA DE CARVALHO FARIAS VAJGEL
  • MEMBROS DA BANCA :
  • JULIANA RAPOSO SOUTO MAIOR COSTA
  • RAFAELLA DE SOUZA LEAO
  • RANIEL FERNANDES PEIXOTO
  • Data: 23/02/2022

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  • O objetivo dessa revisão sistemática foi verificar a influência do tempo de fotopolimerização na taxa de conversão dos cimentos resinosos duais e fotoativados. Foi realizada uma busca nas bases de dados Medline/Pubmed, Embase, Scopus, Web of Science e BVS, complementada por busca na literatura cinzenta e busca manual de artigos publicados de 1966 a outubro de 2021. Foram selecionados estudos in vitro, contendo ≥10 amostras, que apresentavam  a taxa de conversão de cimentos resinosos duais ou fotoativados, fotopolimerizados por diferentes tempos, através de discos de cerâmicas. As etapas de elegibilidade, extração de dados e avaliação de qualidade dos estudos e risco de viés foram realizadas de forma independente e duplicada. De 3.592 citações recuperadas, 15 artigos preencheram os critérios de elegibilidade e seguiram para extração de dados. Dentre os 15 estudos incluídos na revisão, houve uma variação de 3 a 120 segundos do tempo de fotopolimerização dos cimentos resinosos e 12 estudos apresentaram uma taxa de conversão maior ao utilizar tempos de fotopolimerização maior que 20 segundos. O tipo de cerâmica mais utilizada foi a de dissilicato de lítio, observada em 9 estudos, e os cimentos fotopolimerizados através desse material, apresentaram as taxas de conversão mais elevadas. Além disso, os cimentos resinosos duais apresentaram taxas de conversão mais elevadas em comparação aos fotoativados, para todos os tempos de fotopolimerização testados. Com a heterogeneidade dos estudos e por apresentarem em sua maioria um risco médio de viés, a força de evidência torna-se limitada. Concluiu-se, portanto, que, o tempo de fotopolimerização influencia na taxa de conversão dos cimentos resinosos, e que um tempo maior que 20 segundos proporciona, em geral, maiores taxas de conversão, no entanto, não há uma padronização na literatura de qual seria o tempo ideal para obtenção da melhor taxa de conversão dos cimentos resinosos.


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  • Não houve cadastro de resumo. Por tratar-se de Qualificação.

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  • MAYARA LARISSA MOURA DE SOUZA
  • LEVANTAMENTO DE LESÕES LABIAIS DIAGNOSTICADAS EM UM LABORATÓRIO DE PATOLOGIA ORAL E MAXILOFACIAL

  • Orientador : DANYEL ELIAS DA CRUZ PEREZ
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ELAINE JUDITE DE AMORIM CARVALHO
  • FABIO RAMOA PIRES
  • PAULO ROGERIO FERRETI BONAN
  • Data: 24/02/2022

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  • Esse estudo teve como objetivo a análise da prevalência das lesões labiais diagnosticadas no laboratório de Patologia Oral e Maxilo-Facial da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), entre os anos de 2000 e 2019, através dos registros de biópsias e dos laudos de diagnósticos histopatológicos. Trata-se de um estudo transversal com base em dados secundários. Foram analisados os casos clínicos diagnosticados como lesões labiais do laboratório de Patologia oral e Maxilo-facial da UFPE entre os anos de 2000 e 2019. Os dados relevantes para o estudo foram coletados a partir de fichas clínicas: idade e sexo do paciente, hábitos gerais, localização da lesão, tempo de evolução, hipóteses clínicas de diagnóstico e tipo de biópsia. Os dados coletados foram analisados através do programa IBM SPSS Statistics, versão 24.0. A estatística descritiva foi obtida para todas as variáveis descritas a partir do cálculo de frequências percentuais. Posteriormente, as associações entre as variáveis com os 10 grupos de lesões identificados foram realizadas. Utilizou-se o teste KAPPA para avaliar a concordância entre diagnóstico clínico e histopatológico. Foram analisados um total de 1284 casos, representando 17,8% dos casos do laboratório de Patologia. O tempo médio de queixa foi de 16 meses, sendo o tempo mínimo de 2 dias, e o máximo de 40 anos. O tipo de biópsia mais frequente foi a excisional com 682 casos (53,1%), enquanto a incisional foi realizada em 326 casos (25,4%). A distribuição demográfica foi de 800 mulheres (62,3%) e 483 homens (37,6%). A média de idade foi de 37,6 anos, variando de 3 meses a 97 anos, sendo a faixa etária dos adultos a mais prevalente. O principal local de apresentação foi lábio inferior com 1043 casos (81,2%). As lesões mais frequentes foram: mucocele (32,9%), hiperplasia fibrosa (15,7%), sialoadenite (11,1%) e queilite actínica (9,7%). Em 786 casos (61,2%) houve concordância do diagnóstico clínico com o histopatológico. A partir desse trabalho é possível concluir que os lábios são uma região anatômica de extrema importância por abarcar uma diversidade de lesões. Há uma alta prevalência de casos de queilite actínica e de carcinoma de células escamosas. As neoplasias benignas de glândulas salivares são mais comuns no lábio superior, representando o principal diagnóstico diferencial de nódulos submucosos nesta localização.


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  • Os lábios são estruturas que ocupam uma posição de destaque na face humana. É uma região propensa à traumas e muito exposta à fatores extrínsecos, como alimentos, radiação ultravioleta, tabaco e outras substâncias. Esse estudo teve como objetivo a análise da prevalência das lesões labiais diagnosticadas no laboratório de Patologia Oral e Maxilo-Facial da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), entre os anos de 2000 e 2019, através dos registros de biópsias e dos laudos de diagnósticos histopatológicos. Trata-se de um estudo transversal com base em dados secundários. Foram analisados os casos clínicos diagnosticados como lesões labiais do laboratório de Patologia oral e Maxilo-facial da UFPE entre os anos de 2000 e 2019. Os dados relevantes para o estudo foram coletados a partir de fichas clínicas: idade e sexo do paciente, hábitos gerais, localização da lesão, tempo de evolução, hipóteses clínicas de diagnóstico e tipo de biópsia. Os dados coletados
    foram analisados através do programa IBM SPSS Statistics, versão 24.0. A estatística descritiva foi obtida para todas as variáveis descritas a partir do cálculo de frequências percentuais. Posteriormente, as associações entre as variáveis com cada grupo de lesão foram realizadas. Foram analisados um total de 1284 casos, representando 17,8% dos casos do laboratório de Patologia. O tempo médio de queixa foi de 16 meses, sendo o tempo mínimo de 2 dias, e o máximo de 40 anos. O tipo de biópsia mais frequente foi a excisional com 682 casos (53,1%), enquanto a incisional foi realizada em 326 casos (25,4%). A distribuição demográfica foi de 800
    mulheres (62,3%) e 483 homens (37,6%). A média de idade foi de 37,6 anos, variando de 3 meses a 97 anos, sendo a faixa etária dos adultos a mais prevalente. O principal local de apresentação foi lábio inferior com 1043 casos (81,2%). As lesões mais frequentes foram: mucocele (32,9%), hiperplasia fibrosa (15,7%), sialoadenite (11,1%) e queilite actínica (9,7%). Em 786 casos (61,2%) houve a confirmação do diagnóstico clínico com o histopatológico. A partir desse trabalho é possível concluir que os lábios são uma região anatômica de extrema importância por abarcar uma diversidade de lesões. Ter o conhecimento sobre a prevalência, etiologia, características clínicas dessas lesões é fundamental para a correta implementação de medidas preventivas e terapêuticas.

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  • JULIANA CAVALCANTE DE OLIVEIRA
  • PLANEJAMENTO E DIFICULDADES PARA O RETORNO ÀS ATIVIDADES DIDÁTICAS PRESENCIAIS NAS FACULDADES DE ODONTOLOGIA DA AMÉRICA LATINA DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19.

  • Orientador : DANYEL ELIAS DA CRUZ PEREZ
  • MEMBROS DA BANCA :
  • CINTHIA KALYNE DE ALMEIDA ALVES
  • DANYEL ELIAS DA CRUZ PEREZ
  • HERCILIO MARTELLI JUNIOR
  • Data: 25/02/2022

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  • O status de pandemia da COVID-19, declarado em março de 2020, mudou a rotina de toda a população e da Odontologia. Devido ao alto poder de disseminação do vírus, fácil contágio, incerteza de tratamento e demandas
    hospitalares, as aulas presenciais foram suspensas fazendo com que as instituições de ensino superior tivessem que adaptar suas estruturas para um retorno seguro às atividades. Este trabalho buscou através de um questionário online na plataforma Google Forms avaliar as mudanças e protocolos estabelecidos pelas faculdades de Odontologia da América Latina em seções como biossegurança e administração. Os formulários foram enviados por e- mail coletados nos websites das IES a membros acadêmicos que exercem função administrativa, coordenadores de graduação, diretores de unidade ou chefes de departamento. Os dados foram coletados entre os meses de outubro e novembro de 2021. Um total de 79 questionários foram respondidos com participação de países como Brasil (68,4%), México (7,6%), Colômbia (7,6%), Peru (5,1%), Chile (3,8%), Equador (2,5%), Argentina (2,5%), Uruguai (1,3%) e Honduras (1,3%). Destes, 51 (64,6%) revelaram que houve/haverá planejamento para retorno às aulas presenciais e 27 (34,2%) permanecem em aula remota. Em relação às atividades pré-clínicas, 72 (91,1%) relatam terem e 67 (94,8%) voltaram às atividades clínicas, 69 (87,3%) afirmam que houve/haverá planejamento para volta às clínicas e 77 (97,5%) que houve/haverá mudança na rotina das clínicas. Entre as alterações físicas, a mais frequentemente relatada foi a utilização de vestiários para colocação e retirada de EPIs (60,8%) e, em mudanças nos protocolos de biossegurança como uso de pff2/n95 (91,1%). O esquema vacinal completo será exigido dos alunos em 36 IES (45,6%) e dos professores em 47 (59,5%). A administração superior apoiou o projeto de mudanças em 88,6% das Instituições e disponibilizou orçamento em 83,5% dos casos.


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  • O status de pandemia da COVID-19, declarado em março de 2020, mudou a rotina de toda a população e da Odontologia. Devido ao alto poder de disseminação do vírus, fácil contágio, incerteza de tratamento e demandas
    hospitalares, as aulas presenciais foram suspensas fazendo com que as instituições de ensino superior tivessem que adaptar suas estruturas para um retorno seguro às atividades. Este trabalho buscou através de um questionário online na plataforma Google Forms avaliar as mudanças e protocolos estabelecidos pelas faculdades de Odontologia da América Latina em seções como biossegurança e administração. Aprovado pelo Comitê de Ética em pesquisa da Universidade Federal de Pernambuco com CAAE 48143021.1.0000.5208, parecer número 4.989.606. Os formulários foram enviados por e-mail coletados nos websites a membros acadêmicos como reitores, chefes de departamento, coordenadores de clínicas e docentes. Os dados foram coletados entre os meses de outubro e novembro de 2021. Um total de 79 questionários foram respondidos com participação de países como Brasil (68,4%), México (7,6%), Colômbia (7,6%), Peru (5,1%), Chile (3,8%), Equador (2,5%), Argentina (2,5%), Uruguai (1,3%) e Honduras (1,3%). Destes, 51 (64,6%) revelaram que houve/haverá planejamento para retorno às aulas presenciais e 27 (34,2%) permanecem em aula remota. 72 (91,1%) relatam terem retornado às atividades pré-clínicas e 67 (94,8%) voltaram às atividades clínicas, 69 (87,3%) afirmam que houve/haverá planejamento para volta ás clínicas e 77 (97,5%) que houve/haverá mudança na rotina das clínicas. Entre as mudanças alterações físicas como vestiários para colocação e retirada de EPIs (60,8%) e em protocolos de biossegurança como uso de pff2/n95 (91,1%). O esquema vacinal completo será exigido dos alunos em 36 instituições (45,6) e dos professores em  em 47 (59,5%). A administração superior apoiou o projeto de mudanças em 88,6% das instituições e disponibilizou orçamento em 83,5% dos casos.

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  • LAICE GARCIA RAMOS
  • AVALIAÇÃO DE DIFERENTES PROTOCOLOS DE AQUISIÇÃO RADIOGRÁFICA E TOMOGRÁFICA NO DIAGNÓSTICO DE DEFEITOS ÓSSEOS RELACIONADOS A IMPLANTES DE TITÂNIO-ZIRCÔNIA E ZIRCÔNIA

  • Orientador : FLAVIA MARIA DE MORAES RAMOS PEREZ
  • MEMBROS DA BANCA :
  • FLAVIA MARIA DE MORAES RAMOS PEREZ
  • KARINA LOPES DEVITO
  • MARIANA FAMPA FOGACCI
  • Data: 25/02/2022

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  • Implantes dentários vêm sendo amplamente utilizados como terapia de escolha para o tratamento do edentulismo, porém, estão suscetíveis à doenças inflamatórias como a peri-implantite, onde observamos presença de reabsorção do osso suporte e inflamação do tecido mole ao redor do implante. O objetivo nesse estudo foi avaliar diferentes protocolos de obtenção de imagens na detecção de defeitos nas paredes ósseas adjacentes à implantes de titânio-zircônia (TiZr) e zircônia (Zr). Para isso, foi utilizada 1 mandíbula humana seca onde foram inseridos 2 tipos de implante de forma alternada em 3 orifícios, localizados em 3 regiões posteriores. Foram simulados defeitos ósseos peri-implantares que poderiam envolver as paredes mesial, distal, vestibular e/ou lingual divididos em defeitos pequenos com 1mm de diâmetro e defeitos grandes com 2mm de diâmetro, sendo ambos com 3mm de profundidade. Os exames por imagem realizados foram a radiografia periapical digital com variação da quilovoltagem (60 e 70 kVp e 0,10 segundos de exposição) e a tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) variando o modo de escaneamento em parcial e total (180o e 360o). As imagens foram avaliadas por 3 avaliadores quanto à presença de defeitos, utilizando uma escala de 5 pontos. Os valores de concordância intra e inter observador foram obtidos utilizando o teste de Kappa ponderado, a área sob a curva ROC (Az) foi expressa como a média e DP dos avaliadores, os valores de diagnóstico foram calculados para cada avaliador após a dicotomização da escala de 5-pontos utilizando o teste ANOVA two-way (p ≤0,05). Observou-se que para a TCFC, considerando os defeitos de 1mm, o modo de escaneamento e o tipo de
    implante não influenciaram os valores de diagnóstico (p>0,05). Para os defeitos de 2mm, não houve diferença entre os tipos de implante (p>0.05), considerando o mesmo modo de escaneamento. Quando utilizado o modo de escaneamento total, um aumento significativo no valor de Az foi evidenciado apenas para os implantes de TiZr (p<0.05). Nas imagens periapicais adquiridas com 60kVp, para os defeitos de 1mm, observou-se que os valores de Az e sensibilidade foram significativamente menores para o implante de Zr (p<0.05). Não houve influência da kVp, entre os tipos de implante (p<0.05). Nos defeitos de 2mm, nenhum dos valores de diagnóstico foi influenciado pelo tipo de implante ou kVp. É possivel concluir que o implante de zircônia não é influenciado pelo modo de escaneamento. Considerando o grupo geral, TiZr  apresenta maior acurácia que o Zr quando utilizado o modo de escaneamento total. Em defeitos de 2mm, o modo de escaneamento total aumenta o valor de Az no diagnóstico de defeitos ósseos relacionados aos implantes de TiZr. A variação da quilovoltagem não interfere no diagnóstico dos defeitos ósseos. No entanto, quando utilizado 60 kVp, os defeitos de 1mm adjacentes a implantes de Zr possuem menores valores de Az e sensibilidade que os implantes de TiZr.


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  • Quando observamos a presença de reabsorção do osso de suporte, além do processo inflamatório ao redor do tecido mole que circunda o implante relacionado com a profundidade de sondagem, temos o caso de peri-implantite. O diagnóstico de perda óssea é crucial para se distinguir os tipos de doenças peri-implantares, que possuem taxa de progressão variável entre os indivíduos, afetando diretamente o tratamento e o prognóstico do paciente. O objetivo desta pesquisa foi avaliar diferentes protocolos de obtenção de imagens na detecção de defeitos ósseo nas paredes ósseas adjacentes a implantes de titânio-zircônia (Ti-Zr) e zircônia (Zr). Para isso, foi utilizada 1 mandíbula humana seca onde foram inseridos 2 tipos de implante de forma alternada em 3 orifícios, localizados em 3 regiões diferentes da mandíbula. Foram simulados defeitos ósseos peri- implantares e exames de imagem de radiografia periapical digital e tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) foram realizados para posterior avaliação. As imagens foram adquiridas com dois protocolos distintos para a radiografia periapical sendo A – 70 kVp e 0,10 segundos de exposição e B – 60 kVp e 0,10 segundos de exposição e dois protocolos para a TCFC sendo A - tamanho do voxel de 0,2mm, 120 kVp, 5 mA, FOV de 8x8 cm e 180° de rotação e B - tamanho do voxel de 0,2mm, 120 kVp, 5 mA, FOV de 8x8 cm e 360° de rotação.As imagens foram avaliadas por dois radiologistas e um periodontista quanto a presença de defeitos e qualidade da imagem utilizando uma escala de 5 pontos. Os valores de concordância intra e inter observador foram obtidos utilizando o teste de Kappa ponderado, a área sob a curva ROC (Az), a sensibilidade e a especificidade de cada grupo e variável foram calculadas e comparadas utilizando o teste ANOVA two-way (p = 0,05). Os resultados mostraram que para a TCFC o tipo de implante influenciou apenas na acurácia do grupo geral, com o implante de TiZr com valores significativamente mais altos e que o modo de escaneamento de 360o para os implantes de TiZr obtiveram melhores resultados quando comparado com a rotação de 180o.Para as radiografias periapicais digitais, a quilovoltagem não interferiu no diagnóstico de defeitos ósseos, porém diferenças significativas para o implante de TiZr foram encontradas quando comparado os tipos de implante. Conclui-se que o tipo de implante interfere no diagnóstico de defeitos ósseos para os exames de radiografia periapical digital e TCFC, bem como o modo de escaneamento.

Teses
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  • LIVIA MARIA LOPES DE OLIVEIRA
  • SAÚDE BUCAL, COESÃO FAMILIAR E ADAPTABILIDADE EM INDIVÍDUOS COM DIABETES MELLITUS TIPO 2

  • Orientador : RENATA CIMOES JOVINO SILVEIRA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • GUSTAVO PINA GODOY
  • IRANI DE FARIAS CUNHA JUNIOR
  • RAULISON VIEIRA DE SOUSA
  • RENATA CIMOES JOVINO SILVEIRA
  • ROBERTO CARLOS MOURAO PINHO
  • Data: 08/02/2022

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  • Esse trabalho objetivou avaliar a associação entre a condição de saúde bucal em indivíduos com diabetes mellitus tipo II (DM2), coesão e adaptabilidade familiares. É um estudo observacional, de corte transversal e analítico, com amostra randomizada e de base populacional, captada em unidades de saúde da família de um município do nordeste brasileiro. Foi feita a avaliação da condição de saúde bucal, por meio do índice CPO-d, para avaliação da experiencia de cárie e perda dentária, exame periodontal, ede tulismo, localização das perdas dentárias e xerostomia de 302 indivíduos com diabetes. Os dados clínicos foram correlacionados com os escores da Family Adaptability and Cohesion Evaluation Scales (FACES III) instrumento que avalia a autopercepção do indivíduo sobre coesão e adaptabilidade e classifica os tipos familiares. Os participantes foram classificados como pertencentes a grupos de coesão e adaptabilidade extremos ou balanceados. O CPO-d médio foi de 18,1, com uma média de 1,66 dentes cariados e 2,88 dentes restaurados. Observou-se que 47,7% dos participantes eram edêntulos, 85,4% tinham perdas dentárias anteriores e posteriores. Xerostomia foi reportada em 52,6% dos participantes. Indivíduos que perceberam suas famílias com adaptabilidade balanceada apresentaram menor média de perdas dentárias, mais dentes obturados e menos uso de prótese. Entre indivíduos que usavam prótese, 54,3% pertenciam a grupos extremos de coesão, enquanto, entre aqueles que não utilizavam, 63,6% pertenciam a grupos balanceados (p=0,002). Adultos e idosos diabéticos que perceberam suas famílias com coesão balanceada também tiveram maior média de restaurações dentárias. A partir desses dados é possível perceber que a função familiar exerce influência sobre a condição de saúde bucal de adultos e idosos com DM2.


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  • Esse trabalho objetivou avaliar se há a associação entre a condição de saúde bucal  em indivíduos com diabetes mellitus tipo II, coesão e adaptabilidade familiares. É um estudo observacional, de corte transversal e analítico, com amostra randomizada e  de base populacional, captada em unidades de saúde da família de um município do nordeste brasileiro. Foi feita a avaliação periodontal de 302 pacientes e os dados clínicos foram correlacionados com os escores do FACES III, instrumento que avalia a autopercepção do indivíduo sobre coesão e adaptabilidade e classifica os tipos familiares. Observou-se que 49,3% dos pacientes tinham arco curto, 85,4% tinham perdas dentárias anteriores e posteriores. Indivíduos que perceberam suas famílias com adaptabilidade balanceada apresentaram menor média de perdas dentárias, mais dentes obturados e menos uso de prótese. Entre indivíduos que usavam prótese, 54,3% pertenciam a grupos extremos de coesão, enquanto, entre aqueles que não utilizavam, 63,6% pertenciam a grupos balanceados (p=0,002). Adultos e idosos diabéticos que perceberam suas famílias com coesão balanceada também tiveram maior média de restaurações dentárias. A partir desses dados é possível perceber que indivíduos com coesão, adaptabilidade e tipos familiares balanceados tendem a buscar mais tratamento dentário.

2
  • FABIANA MENEZES TEIXEIRA DE CARVALHO
  • CONDIÇÕES BUCAIS DE PESSOAS PRIVADAS DE LIBERDADE DA CIDADE DO RECIFE - PE

  • Orientador : GUSTAVO PINA GODOY
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ANA FLAVIA GRANVILLE GARCIA
  • ANDREA DOS ANJOS PONTUAL DE ANDRADE LIMA
  • CLAUDIA CAZAL LIRA
  • KENIO COSTA DE LIMA
  • VANIA CAVALCANTI RIBEIRO DA SILVA
  • Data: 09/02/2022

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  • De acordo com os dados do SB Brasil, a maioria da população brasileira tem apresentado uma diminuição na necessidade de intervenção odontológica. No entanto, a literatura tem mostrado que a saúde bucal dos indivíduos privados de liberdade é de grande preocupação. Devido à necessidade de se fazer um
    levantamento dos principais problemas bucais prevalentes na população carcerária, o presente estudo teve como objetivo traçar um perfil de condições bucais deste seguimento populacional no Brasil. Foi realizado um estudo descritivo com delineamento transversal, com uma amostra calculada de 1050 pessoas privadas de liberdade, de ambos os sexos, do Município do Recife, capital do estado de Pernambuco, no Nordeste Brasileiro. Através de um examinador e anotador previamente calibrados, foi avaliada a prevalência de cárie classificando-a em alta e baixa através do índice CPO-D. Observou-se a condição periodontal por meio da aplicação do índice CPI. O traumatismo dentário foi investigado por meio da aplicação do índice de Andreasen e foram identificadas a presença de lesões em mucosa da população em questão. Na análise estatística foi considerado um erro de 5% e foram utilizados testes paramétricos e não-paramétricos para comparação das varáveis. O CPOD com valor maior que 4 foi encontrado em 86% da amostra. Quando separado os componentes do CPOD, observou-se que a maioria dos reclusos encontravam-se com mais de 4 dentes cariados (54,4%), possuíam até 11 dentes perdidos (67,8%) e sem nenhuma restauração (54,5%). Em relação ao índice CPI foi verificado a presença de cálculo dentário em 52% dos examinados. Os resultados mostraram que 9,7% da amostra apresentaram algum tipo de trauma nos dentes e que 7,5% dos indivíduos possuíam alguma lesão em mucosa. Os achados obtidos evidenciaram a necessidade de tratamento odontológico com o propósito de prevenir e reabilitar esses indivíduos. Este estudo contribuiu com a literatura científica no que concerne a um levantamento epidemiológico dos principais problemas bucais da população carcerária.


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  • De acordo com os dados do SB Brasil, a maioria da população brasileira tem apresentado uma diminuição na necessidade de intervenção odontológica. No entanto, a literatura tem mostrado que a saúde bucal dos indivíduos privados de liberdade é de grande preocupação. Devido à necessidade de se fazer um
    levantamento dos principais problemas bucais prevalentes na população carcerária, o presente estudo teve como objetivo traçar um perfil de condições bucais deste seguimento populacional no Brasil. Foi realizado um estudo descritivo com delineamento transversal, com uma amostra calculada de 1050 pessoas privadas de liberdade, de ambos os sexos, do Município do Recife, capital do estado de Pernambuco, no Nordeste Brasileiro. Através de um examinador e anotador previamente calibrados, foi avaliada a prevalência de cárie classificando-a em alta e baixa através do índice CPO-D. Observou-se a condição periodontal por meio da aplicação do índice CPI. O traumatismo dentário foi investigado por meio da aplicação do índice de Andreasen e foram identificadas a presença de lesões em mucosa da população em questão. Na análise estatística foi considerado um erro de 5% e foram utilizados testes paramétricos e não-paramétricos para comparação das varáveis. O CPOD com valor maior que 4 foi encontrado em 86% da amostra. Quando separado os componentes do CPOD, observou-se que a maioria dos reclusos encontravam-se com mais de 4 dentes cariados (54,4%), possuíam até 11 dentes perdidos (67,8%) e sem nenhuma restauração (54,5%). Em relação ao índice CPI foi verificado a presença de cálculo dentário em 52% dos examinados. Os resultados mostraram que 9,7% da amostra apresentaram algum tipo de trauma nos dentes e que 7,5% dos indivíduos possuíam alguma lesão em mucosa. Os achados obtidos evidenciaram a necessidade de tratamento odontológico com o propósito de prevenir e reabilitar esses indivíduos. Este estudo contribuiu com a literatura científica no que concerne a um levantamento epidemiológico dos principais problemas bucais da população carcerária.

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  • IZABELLA CHRISTINA XAVIER LINS
  • TRANSILUMINAÇÃO E RETROESPALHAMENTO COM LASERS ALEATÓRIOS PARA DIAGNÓSTICO PRECOCE DE CÁRIES EM DENTES PERMANENTES

  • Orientador : ANDERSON STEVENS LEONIDAS GOMES
  • MEMBROS DA BANCA :
  • DANIELA SIQUEIRA LOPES
  • DENISE MARIA ZEZELL
  • GUSTAVO PINA GODOY
  • MARCIA MARIA FONSECA DA SILVEIRA
  • RENATO EVANGELISTA DE ARAUJO
  • Data: 10/02/2022

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  • O desenvolvimento de sistemas para a geração de imagem de tecidos biológicos permite o estabelecimento de novas metodologias de diagnóstico médico. O objetivo do presente trabalho foi, em primeira análise, apresentar o uso de laser aleatório no infravermelho para a geração de imagens por transiluminação óptica de tecido dentário. Foi descrito a construçãoe caracterização de um laser aleatório baseado em solução de Piridina 2 e nanopartículas de dióxido de titânio. O uso do laser aleatório em sistemas de transiluminação óptica possibilitou a geração de imagens, livres de speckle, de fatias de dente humano (in-vitro). Os resultados mostraram um contraste na imagens de 0,89 entre as regiões de esmalte e dentina, e indicaram a importância de controle da polarização da luz em sistema de transiluminação óptica para a identificação de estruturas birrefringentes. Os resultados também identificaram o potencial de uso de laser aleatório no infravermelho para a geração de imagens de tecidos biológicos. Em sequência, um método de imagem por retroespalhamento baseado em laser de fibra aleatória de infravermelho próximo foi construído para fornecer uma imagem óptica de alto contraste entre o  tecido hígido e cariado. O contraste obtido foi de 0,70, mais de 8 vezes maior que o contraste obtido na imagem radiográfica. O comprimento de onda no infravermelho próximo, a alta densidade espectral e a baixa coerência do laser de fibra aleatória contribuem para o alto brilho e baixo contraste de manchas (speckle), tornando-o uma fonte de luz adequada para o diagnóstico de cárie.


  • Mostrar Abstract
  • O desenvolvimento de sistemas para a geração de imagem de tecidos biológicos permite o estabelecimento de novas metodologias de diagnóstico médico. O objetivo do presente trabalho foi, em primeira análise, apresentar o uso de laser aleatório no infravermelho para a geração de imagens por transiluminação óptica de tecido dentário. Foi descrito a construçãoe caracterização de um laser aleatório baseado em solução de Piridina 2 e nanopartículas de dióxido de titânio. O uso do laser aleatório em sistemas de transiluminação óptica possibilitou a geração de imagens, livres de speckle, de fatias de dente humano (in-vitro). Os resultados mostraram um contraste na imagens de 0,89 entre as regiões de esmalte e dentina, e indicaram a importância de controle da polarização da luz em sistema de transiluminação óptica para a identificação de estruturas birrefringentes. Os resultados também identificaram o potencial de uso de laser aleatório no infravermelho para a geração de imagens de tecidos biológicos. Em sequência, um método de imagem por retroespalhamento baseado em laser de fibra aleatória de infravermelho próximo foi construído para fornecer uma imagem óptica de alto contraste entre o  tecido hígido e cariado. O contraste obtido foi de 0,70, mais de 8 vezes maior que o contraste obtido na imagem radiográfica. O comprimento de onda no infravermelho próximo, a alta densidade espectral e a baixa coerência do laser de fibra aleatória contribuem para o alto brilho e baixo contraste de manchas (speckle), tornando-o uma fonte de luz adequada para o diagnóstico de cárie.

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  • LAURA DE FATIMA SOUTO MAIOR
  • AUTOGERENCIAMENTO DE SAUDE BUCAL EM TEMPOS DE PANDEMIA DA COVID-19 NO BRASIL: uma abordagem transversal

  • Orientador : ALESSANDRA DE ALBUQUERQUE TAVARES CARVALHO
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ALESSANDRA DE ALBUQUERQUE TAVARES CARVALHO
  • INGRID CARLA GUEDES DA SILVA
  • JANE SHEILA HIGINO
  • KATIA MARIA GONCALVES MARQUES
  • LAUDENICE DE LUCENA PEREIRA
  • Data: 14/02/2022

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  • O objetivo desse estudo foi avaliar como medidas de distanciamento social têm refletido no autogerenciamento dos cuidados e hábitos diários de saúde bucal, durante o período da pandemia da COVID-19, na população brasileira. Uma abordagem transversal foi utilizada por meio da distribuição de um questionário eletrônico que incluía questões sociodemográficas, de saúde, sobre práticas de higiene bucal e informações acerca de consulta odontológica. A amostra consistiu em 1663 respondentes com idade ≥18 anos. A estatística descritiva foi realizada com porcentagens, e testes de Qui-quadrado foram usados para comparar as respostas antes e durante a pandemia. Os resultados evidenciaram que a maioria dos adultos brasileiros, apesar de autorreferirem possuir boa/muito boa qualidade nos cuidados de higienização bucal, e uma alta frequência de escovação diária, reduziu o nível de autocuidado e práticas saudáveis de higiene bucal, durante o surto da COVID-19. Não houve diferenças significativas entre os sexos, os participantes mais jovens, de 18 a 30 anos, permaneceram com a maior prevalência de frequência de escovação diária de duas vezes. Entre os menos remunerados e aqueles com escolaridade inferior, houve menor prevalência da maior frequência de escovação diária e da melhor autoavaliação dos cuidados de higienização bucal. Houve influência significativa na frequência de escovação diária pelos fatores: queixa ao mastigar (p=0,003), queda de autoestima (p<0,001) e dieta balanceada (p<0,001). E ainda, influência significativa na qualidade da autoavaliação dos cuidados de higienização bucal pelos fatores: problemas no sono (p=0,011), queixa ao mastigar (p<0,001), queda de autoestima (p<0,001) e dieta balanceada (p<0,001). Desta feita, reforçamos a necessidade da valorização de medidas preventivas para incentivo e manutenção dos cuidados e hábitos saudáveis de higiene bucal em períodos de restrição social


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  • O objetivo desse estudo foi avaliar como medidas de distanciamento social têm refletido nos cuidados e hábitos diários de saúde bucal, durante o período da pandemia da COVID-19, na população brasileira. Uma abordagem transversal foi utilizada por meio da distribuição de um questionário eletrônico que incluía questões sociodemográficas, de saúde, sobre práticas de higiene bucal e informações acerca de consulta odontológica. A amostra consistiu em 1663 respondentes com idade ≥18 anos. A estatística descritiva foi realizada com porcentagens, e testes de Qui-quadrado foram usados para comparar as respostas antes e durante a pandemia. Os resultados evidenciaram que a maioria dos adultos, apesar de autorreferirem possuir boa/muito boaqualidade nos cuidados de higienização bucal, e uma alta frequência de escovação diária, reduziu o nível de autocuidado e práticas saudáveis de higiene bucal, durante o surto da COVID-19. Não houve diferenças significativas entre os sexos, os participantes mais jovens, de 18 a 30 anos, permaneceram com a maior prevalência de frequência de escovação diária de duas vezes. Entre os menos remunerados e aqueles com escolaridade inferior, houve menor prevalência da maior frequência de escovação diária e menor prevalência da melhor autoavaliação dos cuidados de higienização bucal. Houve influência significativa na frequência de escovação diária pelos fatores: queixa ao mastigar (p=0,003), queda de autoestima (p<0,001) e dieta balanceada (p<0,001). E ainda, influência significativa na qualidade da autoavaliação dos cuidados de higienização bucal pelos fatores: problemas no sono (p=0,011), queixa ao mastigar (p<0,001), queda de autoestima (p<0,001) e dieta balanceada (p<0,001). Reforçamos a necessidade da valorização de medidas preventivas para a manutenção de cuidados e hábitos saudáveis de higiene bucal em períodos de restrição social.

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  • FERNANDA BENEVIDES VIANA DE AMORIM
  • PERFORMANCE MASTIGATÓRIA, STATUS NUTRICIONAL E QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES REABILITADOS COM PRÓTESES CONVENCIONAIS E IMPLANTOSSUPORTADAS

  • Orientador : BRUNA DE CARVALHO FARIAS VAJGEL
  • MEMBROS DA BANCA :
  • JULIANA RAPOSO SOUTO MAIOR COSTA
  • RANIEL FERNANDES PEIXOTO
  • RENATA CIMOES JOVINO SILVEIRA
  • RENATA PEDROSA GUIMARAES
  • SANDRA LUCIA DANTAS DE MORAES
  • Data: 21/02/2022

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  • O estudo é longitudinal prospectivo e teve por bjetivo do estudo foi avaliar a performance mastigatória, status nutricional e qualidade de vida dos pacientes edêntulos reabilitados com próteses convencionais comparado a próteses implantossuportadas. Foram divididos 40 pacientes em 3 grupos: PPR (n=12) – pacientes reabilitados com próteses parciais removíveis; PT (n=16) - reabilitados com prótese total; PI (n=12) - pacientes reabilitados com prótese fixa implantossuportada. Os grupos foram avaliados antes da instalação protética e 3 meses após instalação. Para a avaliação da performance mastigatória um alimento- teste (Optocal) foi mastigado durante 20 ciclos e posteriormente, foi triturado e despejado em um conjunto de tamises granulométricas sob vibração, passando por secagem, para posterior pesagem. O status nutricional foi realizado por meio questionário MNA-SF®. Já a qualidade de vida relacionada à saúde oral foi avaliada através do questionário OHIP-EDENT. Os dados foram tabulados para análise descritiva e inferencial. A qualidade de vida apresentou diferenças significantes entre os grupos onde o grupo PPR apresentou maior percentual de impacto negativo 50,0%, seguido do grupo PT com 18,8% e no grupo PI 8,3% para o mês 0 (p=0,049). O estado nutricional não apresentou diferenças com significativa entre os grupos (p=0,185). O grupo PI apresentou uma maior média de aumento da performance mastigatória passando de 12,0% ± 12,1% no mês 0 para 39,9% ± 20,7% no mês 3 (p<0,05), o grupo PPR teve uma média de 6,6% ± 5,7% antes da reabilitação e 20,2% ± 14,0% após. Já o grupo PT teve 0,8% ± 1,3% antes e 4,8% ± 4,5% após a instalação das novas próteses. Os resultados sugerem que as próteses sobre implante apresentaram performance mastigatória superior quando comparadas as próteses convencionais e que após reabilitação, houve melhora na qualidade de vida em todos os grupos. O status nutricional não apresentou diferença para todos os grupos.


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  • O estudo é longitudinal prospectivo e teve por bjetivo do estudo foi avaliar a performance mastigatória, status nutricional e qualidade de vida dos pacientes edêntulos reabilitados com próteses convencionais comparado a próteses implantossuportadas. Foram divididos 40 pacientes em 3 grupos: PPR (n=12) – pacientes reabilitados com próteses parciais removíveis; PT (n=16) - reabilitados com prótese total; PI (n=12) - pacientes reabilitados com prótese fixa implantossuportada. Os grupos foram avaliados antes da instalação protética e 3 meses após instalação. Para a avaliação da performance mastigatória um alimento- teste (Optocal) foi mastigado durante 20 ciclos e posteriormente, foi triturado e despejado em um conjunto de tamises granulométricas sob vibração, passando por secagem, para posterior pesagem. O status nutricional foi realizado por meio questionário MNA-SF®. Já a qualidade de vida relacionada à saúde oral foi avaliada através do questionário OHIP-EDENT. Os dados foram tabulados para análise descritiva e inferencial. A qualidade de vida apresentou diferenças significantes entre os grupos onde o grupo PPR apresentou maior percentual de impacto negativo 50,0%, seguido do grupo PT com 18,8% e no grupo PI 8,3% para o mês 0 (p=0,049). O estado nutricional não apresentou diferenças com significativa entre os grupos (p=0,185). O grupo PI apresentou uma maior média de aumento da performance mastigatória passando de 12,0% ± 12,1% no mês 0 para 39,9% ± 20,7% no mês 3 (p<0,05), o grupo PPR teve uma média de 6,6% ± 5,7% antes da reabilitação e 20,2% ± 14,0% após. Já o grupo PT teve 0,8% ± 1,3% antes e 4,8% ± 4,5% após a instalação das novas próteses. Os resultados sugerem que as próteses sobre implante apresentaram performance mastigatória superior quando comparadas as próteses convencionais e que após reabilitação, houve melhora na qualidade de vida em todos os grupos. O status nutricional não apresentou diferença para todos os grupos.

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  • MARCELO PEREIRA NUNES
  • MODIFICAÇÃO DA ESPESSURA DA MUCOSA PERI-IMPLANTAR COM MATRIZ DE COLÁGENO ACELULAR XENÓGENA (MUCODERM®) – Ensaio clínico randomizado de boca dividida

  • Orientador : RENATA CIMOES JOVINO SILVEIRA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ALESSANDRO LOURENCO JANUARIO
  • GUSTAVO PINA GODOY
  • LEILA SANTANA COIMBRA
  • MAURO PEDRINE SANTAMARIA
  • ROBERTO CARLOS MOURAO PINHO
  • Data: 22/02/2022

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  • Objetivo: Verificar, por meio de mensurações clínicas, digitais e histológicas, o efeito da matriz dérmica acelular de origem xenógena (MCX,Mucoderm®) na modificação da espessura da mucosa peri-implantar quando comparado ao enxerto de tecido conjuntivo subepitelial (ETCs).

    Material e métodos: Nove pacientes foram alocados em dois grupos no presente estudo clínico randomizado de boca dividida: ETCs e MCX. Deste modo, regiões unitárias edêntulas bilaterais de cada paciente foram submetidos simultaneamente à instalação de implante associado ao ETCs (lado controle) e MCX (lado teste). Parâmetros clínicos, centrados no paciente e mensurações digitais foram avaliadas em baseline e 2 anos após instalação do implante. Em adição, os pacientes foram alocados aleatoriamente em 3 grupos de acordo com o tempo para realização de biópsia incisional após a colocação dos implantes em 30, 90 e 180 dias. As peças coletadas na biópsia foram avaliadas pela coloração Hematoxilina-Eosina (HE) e Tricrômico de Masson (TM) para avaliação do colágeno.


    Resultados: Os resultados demonstram uma maior espessura, tanto na análise clínica quanto na digital, da mucosa peri-implantar vestibular aos 2 anos no grupo ETCs quando comparado ao biomaterial. Em adição, ao longo do acompanhamento preconizado, verificou-se modificações relevantes no fenótipo peri-implantar quando
    o enxerto autógeno foi empregado. Frente a histologia analisada, observou-se maturação crescente do colágeno de acordo com o período de avaliação, com fibras densas em ambos os grupos no período de 180 dias. No período de 30 dias o grupo MCX apresentou o padrão de densidade frouxo para todas as amostras. Não houve reação de corpo estranho ou áreas de necrose em nenhuma amostra do estudo. Além disso, verificou-se ausência de reação inflamatória intensa bem como de infiltrado inflamatório no período de 180 dias.


    Conclusão: Dentro das limitações do presente estudo, ETCs apresentou-se superior ao MCX no âmbito de modificação da espessura da mucosa peri-implantar imediatamente após a instalação de implantes. A partir de análises histológicas, a MCX demonstrou-se biocompatível com deposição madura e uniforme de colágeno, com um padrão inflamatório similar ao ETCs.


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  • Objetivo: Verificar, por meio de mensurações clínicas, digitais e histológicas, o efeito da matriz dérmica acelular de origem xenógena (MCX,Mucoderm®) na modificação da espessura da mucosa peri-implantar quando comparado ao enxerto de tecido conjuntivo subepitelial (ETCs).

    Material e métodos: Nove pacientes foram alocados em dois grupos no presente estudo clínico randomizado de boca dividida: ETCs e MCX. Deste modo, regiões unitárias edêntulas bilaterais de cada paciente foram submetidos simultaneamente à instalação de implante associado ao ETCs (lado controle) e MCX (lado teste). Parâmetros clínicos, centrados no paciente e mensurações digitais foram avaliadas em baseline e 2 anos após instalação do implante. Em adição, os pacientes foram alocados aleatoriamente em 3 grupos de acordo com o tempo para realização de biópsia incisional após a colocação dos implantes em 30, 90 e 180 dias. As peças coletadas na biópsia foram avaliadas pela coloração Hematoxilina-Eosina (HE) e Tricrômico de Masson (TM) para avaliação do colágeno.


    Resultados: Os resultados demonstram uma maior espessura, tanto na análise clínica quanto na digital, da mucosa peri-implantar vestibular aos 2 anos no grupo ETCs quando comparado ao biomaterial. Em adição, ao longo do acompanhamento preconizado, verificou-se modificações relevantes no fenótipo peri-implantar quando
    o enxerto autógeno foi empregado. Frente a histologia analisada, observou-se maturação crescente do colágeno de acordo com o período de avaliação, com fibras densas em ambos os grupos no período de 180 dias. No período de 30 dias o grupo MCX apresentou o padrão de densidade frouxo para todas as amostras. Não houve reação de corpo estranho ou áreas de necrose em nenhuma amostra do estudo. Além disso, verificou-se ausência de reação inflamatória intensa bem como de infiltrado inflamatório no período de 180 dias.


    Conclusão: Dentro das limitações do presente estudo, ETCs apresentou-se superior ao MCX no âmbito de modificação da espessura da mucosa peri-implantar imediatamente após a instalação de implantes. A partir de análises histológicas, a MCX demonstrou-se biocompatível com deposição madura e uniforme de colágeno, com um padrão inflamatório similar ao ETCs.

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  • ELIZABETH LOUISY MARQUES SOARES DA SILVA SELVA
  • USO DA FOTOBIOMODULAÇÃO ASSOCIADA À CAMOMILA (Matricaria recutita L.) NO TRATAMENTO DA MUCOSITE ORAL EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES SOB TRATAMENTO ANTINEOPLÁSICO: UM ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO

  • Orientador : ARNALDO DE FRANCA CALDAS JUNIOR
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ALESSANDRA DE ALBUQUERQUE TAVARES CARVALHO
  • ANA FLAVIA GRANVILLE GARCIA
  • ARNALDO DE FRANCA CALDAS JUNIOR
  • LEILA BASTOS LEAL
  • MARCIA MARIA VENDICIANO BARBOSA VASCONCELOS
  • Data: 24/02/2022

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  • A mucosite oral (MO) é considerada uma das principais reações adversas do tratamento antineoplásico, podendo acometer crianças e adolescentes com diagnóstico de neoplasias malignas sólidas e hematológicas. A fotobiomodulação (FBM) a laser é uma terapia disponível atualmente para tratar a MO e a camomila vem sendo utilizada como uma terapia adjuvante no manejo da MO devido às suas propriedades analgésicas e antiinflamatórias. O objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia da associação da fotobiomodulação a laser e a pomada orabase de camomila (PC) no tratamento da MO em crianças e adolescentes sob tratamento antineoplásico, internadas no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC), no período de novembro de 2019 a novembro de 2021. Foi realizado um ensaio clínico randomizado, aberto e controlado, composto por 42 crianças e adolescentes entre 3 e 18 anos de idade, os quais foram randomizados em dois grupos. O grupo A (n=15) foi submetido à fotobiomodulação – laser vermelho (λ660nm) e o grupo B (n=27) submetido à fotobiomodulação – laser vermelho (λ660nm) associada à aplicação tópica da PC e as terapêuticas foram aplicadas até a cura clínica da MO. Na avaliação dos resultados foram utilizadas as escalas de Mucosite da OMS e ChIMES. Os testes Qui-quadrado, Exato de Fisher, Levene e Mann-Whitney foram empregados na comparação dos grupos, sendo admitido erro máximo de 5%. Houve uma significativa redução da severidade da MO envolvendo D1 (p=0,010) e D3 (p=0,014) em comparação ao D0, para ambas as terapêuticas, com maior diferença para a associação da FBM com a PC. Sobre a dor relatada pelos pacientes, verificou-se uma redução entre os dias 0, 4 e 7, porém não foi observada diferença significativa (p>0,05), com a mesma situação sendo constatada para a dificuldade de deglutir e mastigar, havendo declínio progressivo entre os dias 0, 4 e 7. Conclui-se que a PC associada à FBM foi similar à FBM (laser vermelho), mostrando efetividade no tratamento da MO em pacientes infanto-juvenis.


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  • A mucosite oral (MO) é considerada uma das principais reações adversas do tratamento antineoplásico, podendo acometer crianças e adolescentes com diagnóstico de neoplasias malignas sólidas e hematológicas. A fotobiomodulação (FBM) a laser é uma terapia disponível atualmente para tratar a MO e, frente a isso, o uso da camomila vem sendo cada vez mais estudado como uma terapia adjuvante no manejo da MO devido às suas propriedades analgésicas e antiinflamatórias. O objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia da associação da camomila com a fotobiomodulação a laser no tratamento da MO em crianças e adolescentes sob tratamento antineoplásico, as quais estavam internadas no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC), no período de novembro de 2019 a novembro de 2021. Após a aprovação pelo comitê de ética local, foi realizado um ensaio clínico randomizado, aberto e controlado, composto por 42 crianças e adolescentes entre 3 e 18 anos de idade, os quais foram randomizados em dois grupos. O grupo A foi submetido à fotobiomodulação – laser vermelho (λ660nm) e o grupo B submetido à fotobiomodulação – laser vermelho (λ660nm) associada à aplicação tópica da pomada orabase de óleo de camomila e as terapêuticas foram aplicadas até a cura clínica da MO. Na avaliação dos resultados foram utilizadas as escalas de Mucosite da OMS e ChIMES. Os testes Qui-quadrado, Exato de Fisher, Levene e Mann-Whitney foram empregados na comparação dos grupos, sendo admitido erro máximo de 5%. Houve uma importante redução da severidade da MO envolvendo D1 (p=0,010) e D3 (p=0,014) em comparação ao D0, para ambas as terapêuticas, com maior diferença para a associação da FBM com a orabase de camomila. Sobre a dor relatada pelos pacientes, verificou-se uma redução entre os dias 0, 4 e 7, porém não foi observada diferença significativa (p>0,05). A mesma situação foi constatada para a dificuldade de deglutir e mastigar, havendo declínio progressivo entre os dias 0, 4 e 7. Conclui-se que a pomada orabase de camomila associada à FBM foi superior à FBM (laser vermelho), podendo ser utilizada no tratamento da mucosite oral em pacientes infanto-juvenis.

2021
Dissertações
1
  • RICARDO DA SILVA DIAS
  • ANÁLISE DO SELAMENTO APICAL DOS CIMENTOS BIOCERÂMICOS MTA FILLAPEX, BIO-C SEALER E BIOROOT RCS ATRAVÉS DE TOMOGRAFIA DE COERÊNCIA ÓPTICA

  • Orientador : ANDREA CRUZ CAMARA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • CARLOS MENEZES AGUIAR
  • CLAUDIO HELIOMAR VICENTE DA SILVA
  • ELVIA CHRISTINA BARROS DE ALMEIDA
  • Data: 15/07/2021

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  • O objetivo desse estudo foi avaliar o selamento apical dos cimentos biocerâmicos MTA FillApex, Bio-C Sealer e BioRoot RCS utilizados na obturação do sistema de canais radiculares através da Tomografia de Coerência Óptica (OCT). Foram selecionados 60 incisivos unirradiculares humanos que, após inspeção visual e avaliação radiográfica, foram divididos aletoriamente por conveniência em 3 grupos de acordo com o cimento obturador. O preparo biomecânico foi realizado com sistema ProTaper Next até o instrumento X2 (25/06) e cada grupo obturado com seu respectivo cimento, através da técnica de cone único e compactação vertical. As imagens foram realizadas através da OCT e avaliadas cegamente por 3 examinadores experientes. Para a concordância intra e inter-examinadores foi realizado o teste de Kappa. Para avaliar a associação entre as variáveis foram utilizados os testes Qui-quadrado e Exato de Fisher com margem de erro de 5%. O MTA FillApex foi o material que apresentou menor taxa de selamento apical (75%) classificada como suficiente com diferença significativa (p < 0,05) apenas na comparação com o Bio-C Sealer (100%) e sem diferença para o Bioroot RCS (85%). A comparação simultânea entre os três cimentos não apresentou diferença significativa (p > 0,05). O presente estudo evidenciou que os cimentos biocerâmicos apresentaram selamento apical suficiente, tendo o Bio-C Sealer demonstrado melhor desempenho quando comparado apenas ao MTA Fillapex. A OCT é um método que se mostrou eficaz para análise do selamento marginal apical.


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  • O objetivo desse estudo foi avaliar o selamento apical dos cimentos biocerâmicos MTA FillApex, Bio-C Sealer e BioRoot RCS utilizados na obturação do sistema de canais radiculares através da Tomografia de Coerência Óptica (OCT). Foram selecionados 60 incisivos unirradiculares humanos que, após inspeção visual e avaliação radiográfica, foram divididos aletoriamente por conveniência em 3 grupos de acordo com o cimento obturador. O preparo biomecânico foi realizado com sistema ProTaper Next até o instrumento X2 (25/06) e cada grupo obturado com seu respectivo cimento, através da técnica de cone único e compactação vertical. As imagens foram realizadas através da OCT e avaliadas cegamente por 3 examinadores experientes. Para a concordância intra e inter-examinadores foi realizado o teste de Kappa. Para avaliar a associação entre as variáveis foram utilizados os testes Qui-quadrado e Exato de Fisher com margem de erro de 5%. O MTA FillApex foi o material que apresentou menor taxa de selamento apical (75%) classificada como suficiente com diferença significativa (p < 0,05) apenas na comparação com o Bio-C Sealer (100%) e sem diferença para o Bioroot RCS (85%). A comparação simultânea entre os três cimentos não apresentou diferença significativa (p > 0,05). O presente estudo evidenciou que os cimentos biocerâmicos apresentaram selamento apical suficiente, tendo o Bio-C Sealer demonstrado melhor desempenho quando comparado apenas ao MTA Fillapex. A OCT é um método que se mostrou eficaz para análise do selamento marginal apical.

2
  • LAÍSA DANIEL GONDIM
  • EFEITO DA MILIAMPERAGEM NO DIAGNÓSTICO TOMOGRÁFICO DE FRATURAS RADICULARES VERTICAIS EM DENTES COM DIFERENTES MATERIAIS INTRACANAL

  • Orientador : FLAVIA MARIA DE MORAES RAMOS PEREZ
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ANDREA DOS ANJOS PONTUAL DE ANDRADE LIMA
  • DEBORAH QUEIROZ DE FREITAS FRANCA
  • KARINA LOPES DEVITO
  • Data: 09/08/2021

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  • A fratura radicular vertical é uma condição clínica difícil de ser identificada. Por apresentar-se longitudinalmente na raiz de dente, seu diagnóstico algumas vezes só é possível com a utilização de imagens tridimensionais. Contudo, a qualidade da imagem da tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) e, consequentemente, sua acurácia no diagnóstico, pode ser influenciada pela presença de materiais intracanal e pelos parâmetros de exposição, como a miliamperagem. Dessa forma, o objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito da miliamperagem no diagnóstico de fraturas radiculares verticais (FRV) em dentes com diferentes materiais intracanal, utilizando imagens de TCFC. Para isso, foram utilizados 20 dentes unirradiculares, sendo 10 com e 10 sem FRV. Cada um desses dentes foi exposto oito vezes, de modo a formar os seguintes grupos: sem material, guta percha, pino metálico e pino de fibra de vidro. As imagens foram adquiridas no aparelho Veraviewepocs 3D R100, utilizando os parâmetros 90kvp, campo de visão de 4cm x 4cm e voxel de 0,125mm e duas miliamperagens: 1mA a 4mA. As imagens foram avaliadas por três radiologistas quanto a qualidade da imagem e a presença de fratura, sendo utilizada uma escala de 5 pontos. A área sob a curva Receiver Operating Characteristic (Az), a sensibilidade e a especificidade foram calculadas considerando os materiais intracanal e a miliamperagem. O teste ANOVA foi utilizado para comparar os materiais intracanal em cada protocolo, e o teste T de Student para comparar os valores de diagnóstico entre as mAs para cada um dos materiais. A qualidade da imagem foi avaliada pelo teste qui-quadrado. O nível de significância adotado foi de 5%. A reprodutibilidade intraexaminador foi substancial (0,721; 0,742) e a interexaminador moderada (0,476; 0,431), respectivamente, para o diagnóstico de FRV e qualidade da imagem. A miliamperagem não influenciou os valores de Az, sensibilidade e especificidade para nenhum dos materiais intracanal (p>0,05), exceto para o grupo pino de fibra de vidro (p<0,05). O pino metálico apresentou, com 4 mA, maior sensibilidade quando comparado ao grupo com guta percha e sem material (p<0,05) e menor especificidade com o grupo sem material e com pino de fibra de vidro (p<0,05). A qualidade da imagem foi influenciada pela presença dos materiais intracanal (p<0.001). O aumento da miliamperagem melhorou significativamente a qualidade da imagem para a condição sem material (p<0.001) e com pino de fibra de vidro (p=0.003). Conclui-se que a redução da miliamperagem (4-1mA) não diminui a acurácia de diagnóstico na detecção de fraturas radiculares verticais, exceto quando o pino de fibra de vidro está presente. Em dentes com pino de fibra de vidro e sem material intracanal, melhor qualidade da imagem é observada na presença de miliamperagem mais alta.


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  • A fratura radicular vertical é uma condição clínica difícil de ser identificada. Por
    apresentar-se longitudinalmente na raiz de dente, seu diagnóstico algumas vezes só
    é possível com a utilização de imagens tridimensionais. Contudo, a qualidade da
    imagem da tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) e,
    consequentemente, sua acurácia no diagnóstico, pode ser influenciada pela
    presença de materiais intracanais e pelos parâmetros de exposição como, a
    miliamperagem. Dessa forma, o objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito da
    miliamperagem no diagnóstico de fraturas radiculares verticais (FRV) em dentes com
    diferentes materiais intracanal, utilizando imagens de TCFC. Para isso, foram
    utilizados 20 dentes unirradiculares, sendo 10 contendo FRV e 10 controles. Cada
    um desses grupos foi exposto quatro vezes, de modo a formar os seguintes
    subgrupos: controle (sem material), guta percha, pino metálico e pino de fibra de
    vidro. As imagens foram adquiridas no aparelho Veraviewepocs 3D R100. Todos os
    dentes foram expostos em dois protocolos, um com 90kvp, 4mA, campo de visão de
    4cm x 4cm, voxel de 0,125mm e o outro com diminuição da miliamperagem para 1
    mA. As imagens foram avaliadas por três radiologistas quanto a qualidade da
    imagem e a presença de fratura, sendo utilizada uma escala de 5 pontos. A área sob
    a curva Receiver Operating Characteristic (Az), a sensibilidade e a especificidade
    foram calculadas considerando os materiais intracanal e a miliamperagem. O teste
    ANOVA foi utilizado para comparar os materiais intracanal em cada protocolo
    enquanto o teste T de Student para a comparação dos valores de diagnóstico entre
    as mAs para cada um dos materiais. O nível de significância adotado foi de 5%. Foi
    possível observar que a miliamperagem não influenciou na qualidade da imagem e
    nos valores de Az, sensibilidade e especificidade para nenhum dos materiais
    intracanal (p>0,05), exceto para o grupo contendo pino de fibra de vidro (p<0,05).
    Em relação à sensibilidade e especificidade, essas foram maiores e menores,
    respectivamente, quando comparado o grupo com pino metálico com a guta percha
    e o controle (sem material) (p<0,05). A reprodutibilidade intraexaminador foi
    substancial (0,721; 0,742) e a interexaminador moderada (0,476; 0,431),
    respectivamente, para o diagnóstico de FRV e qualidade da imagem. Conclui-se que
    é possível reduzir a miliamperagem (4-1mA) sem uma redução significativa na
    qualidade da imagem e na área sob a curva (Az) na detecção de fraturas radiculares
    verticais em imagens de TCFC.

3
  • NANCY VANESSA RODRIGUES BATISTA
  • ASSOCIAÇÃO ENTRE DOENÇA REUMÁTICA AUTOIMUNE E CÂNCER DE CABEÇA E PESCOÇO: revisão sistemática e meta-análise

  • Orientador : LUIZ ALCINO MONTEIRO GUEIROS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ANDREA LEMOS BEZERRA DE OLIVEIRA
  • ANDREA TAVARES DANTAS
  • ANGELA LUZIA BRANCO PINTO DUARTE
  • Data: 30/08/2021

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  • Objetivos: A presente revisão sistemática avaliou se pacientes com doenças reumáticas autoimunes são mais propensos a desenvolver câncer de cabeça e pescoço do que a população em geral. Materiais e métodos: Os artigos foram selecionados por meio do Medline / PubMed, EMBASE, LILACS, The Cochrane Library, CINAHL, Scopus, Web of Science, Google Scholar e citações anteriores e posteriores de estudos publicados entre 1962 até 2021. A qualidade metodológica das evidências foi avaliada com a Escala de Newcastle-Ottawa. Na metanálise, o risco de câncer de cabeça e pescoço foi avaliado usando a razão de incidência padrão (SIR). A declaração MOOSE foi adotada neste estudo. Esta revisão foi registrada prospectivamente com PROSPERO (CRD42020197827). Resultados: Nossa busca identificou 1.027 registros, dos quais 23 estudos de coorte incluindo 189.598 pacientes foram elegíveis para o estudo. O risco geral de câncer de cabeça e pescoço foi significativamente maior em pacientes com doenças reumáticas autoimunes do que na população em geral (meta-SIR 2,09 - IC 95%: 1,57 - 2,78). O intervalo preditivo sugere que os verdadeiros efeitos estão entre 0,76 e 5,78. A análise de subgrupo observou um risco aumentado de câncer de cabeça e pescoço na síndrome de Sjogren (meta-SIR 2,62 - IC 95%: 2,03 - 3,37) e lúpus eritematoso sistêmico (meta-SIR 2,15 - IC 95%: 1,57 - 2,96). A heterogeneidade entre os estudos agrupados foi alta (I2 = 78%), foram explorados usando um gráfico de Galbraith. Também conduzimos análises de sensibilidade para testar a estabilidade dos resultados. O viés de publicação foi avaliado pela construção de um gráfico de funil e teste de Egger. Conclusões: Este estudo encontrou evidências estatísticas de que as doenças reumáticas autoimunes apresentam um risco aumentado de desenvolver câncer de cabeça e pescoço.


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  • Objetivos: A presente revisão sistemática avaliou se pacientes com doenças reumáticas autoimunes são mais propensos a desenvolver câncer de cabeça e pescoço do que a população em geral. Materiais e métodos: Os artigos foram selecionados por meio do Medline / PubMed, EMBASE, LILACS, The Cochrane Library, CINAHL, Scopus, Web of Science, Google Scholar e citações anteriores e posteriores de estudos publicados entre o início do banco de dados e 15 de julho de 2021. A qualidade metodológica das evidências foi avaliada com a Escala de Newcastle-Ottawa. Na meta-análise, o risco de câncer de cabeça e pescoço foi avaliado usando a razão de incidência padrão (SIR). A declaração PRISMA foi adotada neste estudo. Esta revisão foi registrada prospectivamente com PROSPERO (CRD42020197827). Resultados: Nossa busca identificou 1.027 registros, dos quais 17 estudos de coorte incluindo 189.598 pacientes foram elegíveis para o estudo. O risco geral de câncer de cabeça e pescoço foi significativamente maior em pacientes com doenças reumáticas autoimunes do que na população em geral (meta-SIR 2,09 - IC 95%: 1,57 - 2,78). O intervalo preditivo sugere que os verdadeiros efeitos estão entre 0,76 e 5,78. A análise de subgrupo observou um risco aumentado de câncer de cabeça e pescoço na síndrome de Sjogren (meta-SIR 2,62 - IC 95%: 2,03 - 3,37) e lúpus eritematoso sistêmico (meta- SIR 2,15 - IC 95%: 1,57 - 2,96). A heterogeneidade entre os estudos agrupados foi alta (I 2 = 78%), foram explorados usando um gráfico de Galbraith. Também conduzimos análises de sensibilidade para testar a estabilidade dos resultados. O viés de publicação foi avaliado pela construção de um gráfico de funil e teste de Egger. Conclusões: Este estudo encontrou evidências estatísticas de que as doenças reumáticas autoimunes apresentam um risco aumentado de desenvolver câncer de cabeça e pescoço.

     

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  • SINARA CUNHA LIMA
  • INFLUÊNCIA DA ESPESSURA E TRANSLUCIDEZ DA CERÂMICA DE DISSILICATO DE LÍTIO NA TAXA DE
    CONVERSÃO DE CIMENTOS RESINOSOS COM DIFERENTES INICIADORES

  • Orientador : BRUNA DE CARVALHO FARIAS VAJGEL
  • MEMBROS DA BANCA :
  • CATIA MARIA FONSECA GUERRA
  • JOEL FERREIRA SANTIAGO JUNIOR
  • JULIANA RAPOSO SOUTO MAIOR COSTA
  • Data: 30/08/2021

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  • A taxa de conversão (TC) dos cimentos resinosos pode ser influenciada pela espessura e translucidez das restaurações indiretas, assim como pelo tipo de cimento empregado. Portanto, objetivo principal foi avaliar a influência da espessura e translucidez da cerâmica de dissilicato de lítio na TC de cimentos resinosos com diferentes fotoiniciadores, sendo dois fotopolimerizáveis (Variolink® Esthetic LC e NX3® LC) e um dual (NX3® DC). Foram confeccionados discos de cerâmica IPS e.max® Press em quatro espessuras (0,3, 0,5, 1,0, e 1,5 mm) na cor A2, e em três translucidez: HT (alta translucidez), LT (baixa translucidez), e MO (média opacidade). Em seguida foram confeccionados 234 amostras de cimento resinoso com 5mm de diâmetro e 1mm de espessura, o qual foram fotopolimerizados com a interposição dos respectivos discos de cerâmica. Após, a TC das amostras foi mensurada pela Espectroscopia no Infravermelho por Transformada de Fourier (FTIR). Os dados TC (%) foram avaliados pelos testes Mann-Whitney e Kruskal Wallis. Observou-se diferença significativa entre todos os cimentos estudados (p £ 0,05), onde o Variolink obteve as melhores médias de TC (80,62 ± 5,51%), e o NX3 DC apresentou as menores TC (38,36 ± 3,82%). Quanto à influência das espessuras na TC, não houve diferença significante (p>0,05), exceto para as espessuras do grupo HT do NX3 DC (p = 0,005). Para translucidez, a do tipo MO interferiu na TC do Variolink (78,32 ± 7,36%; p=0,018), e o NX3® DC, apresentou diferença significativa da TC com as diferentes translucidezes dos discos cerâmicos (p=0,001). Portanto, conclui-se que a grande maioria das espessura e translucidez da cerâmica não afetou a TC dos cimentos resinosos
    fotopolimerizáveis, no entanto o cimento dual foi significativamente afetado pelas espessuras dentro do grupo HT e pelas translucidezes. O Variolink (Ivocerin®) quando comparado com o NX3 LC e DC (REDOX®) obteve
    melhores TC, mesmo com cerâmicas mais espessas e opacas, sugerindo uma ampla aplicação clínica.


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  • A taxa de conversão (TC) dos cimentos resinosos pode ser influenciada pela espessura e translucidez das restaurações indiretas, assim como pelo tipo de cimento empregado. Portanto, o objetivo do estudo foi avaliar a influência da espessura e translucidez da cerâmica de dissilicato de lítio na irradiância transmitida do fotopolimerizador VALO® (Ultradent Inc.) e na TC de um cimento resinoso com fotoiniciador derivado do benzoil germânio (Variolink® Esthetic LC) comparado a dois cimentos resinosos com um sistema REDOX® de fotoiniciação (NX3® LC e NX3® DC). Foram confeccionados 36 discos de cerâmica IPS e.max® Press com 10 mm de diâmetro em quatro espessuras (0,3, 0,5, 1,0, e 1,5 mm) na cor A2, e em três translucidez: HT (alta translucidez), LT (baixa translucidez), e MO (média opacidade). A irradiância do VALO foi conferida por um radiômetro, assim como a irradiância transmitida através das amostras de cerâmica. Após, os cimentos resinosos foram fotopolimerizados e a TC das amostras mensurada pela Espectroscopia no Infravermelho por Transformada de Fourier (FTIR). Os dados de irradiância (mW/cm2) foram avaliados pelos testes two-way ANOVA e Tukey, e os dados de TC pelos Mann-Whitney e Kruskal Wallis. Todas as espessuras e translucidezes de cerâmica influenciaram negativamente na irradiância transmitida do VALO (p £ 0,05). Houve diferença entre todos os cimentos estudados (p £ 0,05), o Variolink obteve as melhores TC variando de 82,30 ± 1,53 à 76,75 ± 11,09%, e o NX3 DC apresentou as menores TC variando de 41,26 ± 3,52 à 33,92 ± 3,22%. Entre as espessuras, dentro de cada grupo de translucidez, não houve diferenças estatisticamente significantes (p>0,05). A translucidez MO interferiu na TC do Variolink (78,32 ± 7,36%; p=0,018). O NX3® DC, apresentou diferença significativa da TC com as diferentes translucidezes dos discos cerâmicos (p=0,001). Portanto, conclui-se que todas as espessuras e translucidezes da cerâmica estudada influenciaram na irradiância que atingiu o cimento resinoso, e o Variolink com fotoiniciador derivado do benzoil germânio (Ivocerin®) quando comparado com o NX3 LC e NX3 DC (REDOX) obteve melhores TC, mesmo com cerâmicas mais espessas e opacas, sugerindo uma ampla aplicação clínica.

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  • NATHALIA MARIA VIEIRA DO NASCIMENTO
  • AVALIAÇÃO DOS GRAUS DE RESPOSTAS DOS CARCINOMAS EPIDERMÓIDES DE BOCA, MEDIANTE OS TRATAMENTOS DE QUIMIOTERAPIA E RADIOTERAPIA ASSOCIADOS A MUCOSITE ORAL

  • Orientador : JUREMA FREIRE LISBOA DE CASTRO
  • MEMBROS DA BANCA :
  • FABIANA MOURA DA MOTTA SILVEIRA
  • GUSTAVO PINA GODOY
  • LUIZ ALCINO MONTEIRO GUEIROS
  • Data: 09/09/2021

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  • Para o Brasil, a estimativa para cada ano do triênio 2020-2022 aponta que ocorrerão 625 mil casos novos de câncer. No entanto, nenhum tratamento sistêmico anticâncer no momento está apto a destruir as células tumorais sem causar a morte de pelo menos algumas células normais. Objetivos: Avaliar os protocolos de tratamentos antineoplásicos em carcinomas de cabeça e pescoço (cavidade oral) na regressão tumoral e descrever graus de Mucosite Oral (MO) nos diversos protocolos antineoplásicos. Métodos: Estudo observacional e retrospectivo, composto por 75 prontuários de pacientes que procuraram o serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Hospital de Câncer de Pernambuco. Destes, 54 eram do sexo masculino e 21 do sexo feminino, sendo 37 submetidos a radioterapia (RDT) exclusiva e 38 a RDT com quimioterapia (QT). Para tanto, realizou-se um estudo retrospectivo a partir da análise das fichas clínicas dos pacientes atendidos no período de fevereiro de 2021 a julho de 2021. Resultados: Observou-se que o desfecho com lesão tumoral foi mais prevalente no grupo de pacientes que foram submetidos ao tratamento de RDT exclusiva (78,4%), no entanto, o teste de independência não foi significativo para os fatores avaliados (p-valor maior ou igual a 0,05). No que diz respeito a mucosite oral, a maioria dos pacientes do grupo de RDT exclusiva não apresentou alteração dos parâmetros clínicos (48,6%) e nem do prejuízo funcional (45,9%). Já o grupo de pacientes que fizeram a RDT associada com a QT apresentou maior prevalência de úlceras (23,7%). Assim, a maioria dos pacientes submetidos ao tratamento de RDT exclusiva apresentou graus de MO igual a 2 (34,2%), enquanto, o grupo de pacientes submetidos à RDT associada com a QT apresentou MO grau 2 em 48,6%. Conclusão: A quimioterapia associada a radioterapia mostrou melhores resultados na regressão tumoral e a MO mostrou parâmetros clínicos e prejuízo funcional significativamente menores no grupo de pacientes sob RDT exclusiva.


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  • Não houve cadastro de resumo, por tratar-se de pré-banca

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  • PAULA FABIANA SPINELLI GOMES
  • DESEMPENHO CLÍNICO DE IMPLANTES EXTRA CURTOS (≤ 6 mm) UTILIZADOS EM MANDÍBULAS ATRÓFICAS REABILITADAS COM PRÓTESES TOTAIS FIXAS IMPLANTOSSUPORTADAS – REVISÃO SISTEMÁTICA

  • Orientador : RENATA CIMOES JOVINO SILVEIRA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • IRANI DE FARIAS CUNHA JUNIOR
  • RENATA CIMOES JOVINO SILVEIRA
  • ROBERTO CARLOS MOURAO PINHO
  • Data: 14/09/2021

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  • O uso de implantes extra curtos para reabilitar mandíbulas atróficas é uma alternativa de tratamento ao uso de enxertos ósseos, levando a uma menor morbidade e menores taxas de complicações aos pacientes. O presente estudo teve como objetivo revisar sistematicamente e analisar criticamente as evidências publicadas sobre taxa de sucesso, sobrevida e perda óssea marginal, assim como complicações biológicas e protéticas em implantes extra curtos (≤ 6 mm) utilizados em mandíbulas atróficas reabilitadas com próteses totais fixas implanto suportadas. Dois revisores realizaram uma pesquisa de literatura nos bancos de dados: EMBASE, PUBMED/MEDLINE, Web of Science e Cochrane Library de 1942 até junho/2021, e complementado por busca manual. Foram incluídos estudos que avaliaram pacientes reabilitados com prótese total fixa suportada por implantes extra curtos em mandíbula. A pesquisa resultou em 13309 citações, onde 4 publicações atenderam aos critérios de inclusão para síntese de dados qualitativos. Um total de 175 implantes extra curtos (4 a 6 mm) foram instalados em 40 pacientes (23 mulheres e 17 homens; 61,1 a 63 anos). A variação média em mm do nível ósseo marginal foi de 0,01 a 0,08 em 1 ano de acompanhamento, de 0,10 a 0,47, em 3 anos, e de 0,22 em 5 anos. A sobrevida do implante foi de 100% em 1 ano de acompanhamento, variou de 95% a 100% para 3 anos, e 93,3% em implantes acompanhados por 5 anos. O sucesso do implante foi relatado em um estudo (95%), havendo falha de um implante após carregamento protético. As complicações biológicas não foram significativas e as protéticas resolvidas. A força da evidência foi limitada pela escassa quantidade de artigos publicados na literatura, e a heterogeneidade dos estudos incluídos, e, portanto, uma meta-análise não pôde ser realizada. Os resultados desta revisão sistemática sugerem que implantes extra curtos utilizados em mandíbulas atróficas reabilitadas com próteses totais fixas implanto suportadas, podem ser uma opção de tratamento viável, apresentando baixa perda óssea marginal e alta taxa de sobrevida. No entanto, é necessário desenvolver futuros estudos prospectivos e ensaios clínicos randomizados para evidenciar a sobrevida desses implantes com maior tempo de acompanhamento.


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  • O uso de implantes extra curtos para reabilitar mandíbulas atróficas é uma alternativa de tratamento ao uso de enxertos ósseos, levando a uma menor morbidade e menores taxas de complicações aos pacientes. O presente estudo teve como objetivo revisar sistematicamente e analisar criticamente as evidências publicadas sobre taxa de sucesso, sobrevida e perda óssea marginal, assim como complicações biológicas e protéticas em implantes extra curtos (≤ 6 mm) utilizados em mandíbulas atróficas reabilitadas com próteses totais fixas implanto suportadas. Dois revisores realizaram uma pesquisa de literatura nos bancos de dados: EMBASE, PUBMED/MEDLINE, Web of Science e Cochrane Library de 1942 até Junho/2021, e complementado por busca manual. Foram incluídos estudos que avaliaram pacientes reabilitados com prótese total fixa suportada por implantes extra curtos em mandíbula. A pesquisa resultou em 13309 citações, onde 4 publicações atenderam aos critérios de inclusão para síntese de dados qualitativos. Um total de 175 implantes extra curtos (4 a 6 mm) foram instalados em 40 pacientes (23 mulheres e 17 homens; 61,1 a 63 anos). A variação média em mm do nível ósseo marginal foi de 0,01 à 0,08 em 1 ano de acompanhamento, de 0,10 à 0,47, em 3 anos, e de 0,22 em 5 anos. A sobrevida do implante foi de 100% em 1 ano de acompanhamento, variou de 95% a 100% para 3 anos, e 93,3% em implantes acompanhados por 5 anos. O sucesso do implante foi relatado em um estudo (95%), havendo falha de um implante após carregamento protético. As complicações biológicas não foram significativas e as protéticas resolvidas. A força da evidência foi limitada pela escassa quantidade de artigos publicados na literatura, e a heterogeneidade dos estudos incluídos, e portanto, uma meta-análise não pôde ser realizada. Os resultados desta revisão sistemática sugerem que implantes extra curtos utilizados em mandíbulas atróficas reabilitadas com próteses totais fixas implanto suportadas, podem ser uma opção de tratamento viável, apresentando baixa perda óssea marginal e alta taxa de sobrevida. No entanto, é necessário desenvolver futuros estudos prospectivos e ensaios clínicos randomizados para evidenciar a sobrevida desses implantes com maior tempo de acompanhamento.

Teses
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  • TEREZA JANUARIA COSTA DIAS
  • UTILIZAÇÃO DE NANOPARTÍCULAS DE TERRAS RARAS PARA AFERIÇÃO ÓPTICA DE TEMPERATURA DE COMPOSTOS RESINOSOS

  • Orientador : ANDERSON STEVENS LEONIDAS GOMES
  • MEMBROS DA BANCA :
  • LUIZ ALCINO MONTEIRO GUEIROS
  • GUSTAVO PINA GODOY
  • JULIANA RAPOSO SOUTO MAIOR COSTA
  • EMERY CLEITON CABRAL CORREIA LINS
  • HELINANDO PEQUENO DE OLIVEIRA
  • Data: 31/05/2021

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  • A nanotermometria é a ciência que quantifica temperaturas com auxílio de materiais que se apresentam em escalas nanométricas. Esta técnica apresenta alta acurácia nos resultados e possibilita avaliar modificação de temperatura com intervalo de 0,5 ºC. Pode ser aplicada tanto na área biológica quanto em ciência dos materiais. Esta tese teve por objetivo validar o uso de nanopartículas de terras raras para aferição de temperatura, através da nanotermometria, em cimento resinoso fotoativado. Para tanto, foram sintetizadas nanopartículas de terras raras, e a fluorescência emitada foi explorada como sensor nanotermométrico. O primeiro conjunto de experimentos contou com nanopartículas de β-NaYbF4:1% Tm3+ @ β-NaLuF4: 30% Nd3+, na qual foi manipulada junto ao cimento resinoso e a fonte de excitação para averiguação do sinal foi o LASER. No segundo conjunto de experimentos, utilizou-se nanopartículas de Y2O3:Eu3+, sintetizadas pelo método da combustão e excitadas com o auxílio de LED. Para proceder os experimentos, em ambos os estudos, utilizou-se dentes bovinos que serviram de referência para cimentação de laminados cerâmicos à base de dissilicato de lítio e com espessura de 0,5 mm com pastilha de alta translucidez na cor A1. Ao dar início aos experimentos, as nanopartículas foram colocadas sobre uma placa térmica, que aumentava temperatura com intervalo de 25 a 50 ºC. A temperatura foi monitorada e a emissão do sinal captada por cada sistema montado. Em seguida, cada grupo de nanopartícula foi misturada ao cimento resinoso. As avaliações de emissão foram feitas apenas no cimento com as nanopartículas e, separadamente, no cimento com as nanopartículas com interposição do laminado cerâmico, realizando a cimentação. Em seguida procedeu-se a fotoativação com LED azul e captura do sinal de fluorescência com a excitação através de LASER e LED correspondente a cada grupo. Com as nanopartículas do primeiro experimento, a emissão de fluorescência deu-se na faixa de 850 a 1000 nm, em temperaturas de 20 a 80 ºC. Observou-se diferença de temperatura com e sem interposição do laminado cerâmico no que tange a reação exotérmica de cura do cimento. Também foi possível realizar controle de qualidade na distribuição do cimento sob a restauração através da captação da emissão de fluorescência com a interposição do laminado. Para o segundo estudo, a emissão de fluorescência foi na faixa de 550 a 610 nm. Neste experimento, foi realizada excitação com auxílio de LED azul e verde, 480 e 532nm, respectivamente. Também foi observada a alta acurácia do sensor, com emissões na faixa de 550 a 610nm, quando excitados de 25 a 50 ºC. Obteve-se o mesmo resultado do experimento anterior quanto à captação de fluorescência com a interposição do laminado cerâmico para fotopolimerização do cimento (cerca de 12 ºC na redução de temperatura). Desta forma, os dados obtidos apontam uma diminuição de emissão de fluorescência à medida que ocorre o aumento da temperatura. Desta forma, concluiu-se que a nanotermometria tem excelente aplicabilidade, uma vez que não necessita de destruição da amostra, apresenta alta eficácia e baixo custo.


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  • Não houve cadastro de resumo, por tratar-se de Pré-banca

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  • LIVIA NATALIA SALES BRITO
  • AVALIAÇÃO IMUNOISTOQUÍMICA DA VIA EXTRÍNSECA DA APOPTOSE POR MEIO DA GALECTINA-1 EM CISTOS ODONTOGÊNICOS DE ORIGEM INFLAMATÓRIA E DE DESENVOLVIMENTO
     
  • Orientador : GUSTAVO PINA GODOY
  • MEMBROS DA BANCA :
  • BARBARA VANESSA DE BRITO MONTEIRO
  • ERICKA JANINE DANTAS DA SILVEIRA
  • HELLEN BANDEIRA DE PONTES SANTOS
  • JUREMA FREIRE LISBOA DE CASTRO
  • POLLIANNA MUNIZ ALVES
  • Data: 29/06/2021

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  • Diversos mediadores e citocinas estão envolvidos no desenvolvimento de cistos
    odontogênicos (CO), todavia seus papéis não foram completamente elucidados. O objetivo da
    presente pesquisa foi avaliar a expressão imunoistoquímica da galectina-1 e de marcadores da
    via extrínseca da apoptose em CR e QO, correlacionando os achados com os parâmetros
    histopatológicos de intensidade do infiltrado inflamatório, padrão de revestimento epitelial e
    local de imunoexpressão. O estudo foi caracterizado como observacional, descritivo e
    retrospectivo da expressão imunoistoquímica das proteínas Bax, Bcl-2, caspase -3 e galectina
    -1 em CR e QO. A amostra foi composta por vinte cistos radiculares (CR) e 20 casos de
    queratocistos odontogênicos (QO). A análise da expressão imunoistoquímica das proteínas
    investigadas foi realizada quantitativamente, mediante a análise de 10 campos microscópicos
    com maior imunorreatividade. Os dados obtidos com as análises das referidas proteínas foram
    submetidos ao teste de Kolmogorov-Smirnov, para avaliação da distribuição dos dados. Para
    todos os testes, foi considerado o nível de significância de 5% (p &lt; 0,05). Conclusão: O
    conhecimento da participação das moléculas citadas no desenvolvimento de CO, são
    necessários, uma vez que os mecanismos da sua patogênese ainda não foram completamente
    elucidados.


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  • Diversos mediadores e citocinas estão envolvidos no desenvolvimento de cistos
    odontogênicos (CO), todavia seus papéis não foram completamente elucidados. O objetivo da
    presente pesquisa foi avaliar a expressão imunoistoquímica da galectina-1 e de marcadores da
    via extrínseca da apoptose em CR e QO, correlacionando os achados com os parâmetros
    histopatológicos de intensidade do infiltrado inflamatório, padrão de revestimento epitelial e
    local de imunoexpressão. O estudo foi caracterizado como observacional, descritivo e
    retrospectivo da expressão imunoistoquímica das proteínas Bax, Bcl-2, caspase -3 e galectina
    -1 em CR e QO. A amostra foi composta por vinte cistos radiculares (CR) e 20 casos de
    queratocistos odontogênicos (QO). A análise da expressão imunoistoquímica das proteínas
    investigadas foi realizada quantitativamente, mediante a análise de 10 campos microscópicos
    com maior imunorreatividade. Os dados obtidos com as análises das referidas proteínas foram
    submetidos ao teste de Kolmogorov-Smirnov, para avaliação da distribuição dos dados. Para
    todos os testes, foi considerado o nível de significância de 5% (p &lt; 0,05). Conclusão: O
    conhecimento da participação das moléculas citadas no desenvolvimento de CO, são
    necessários, uma vez que os mecanismos da sua patogênese ainda não foram completamente
    elucidados.

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  • ADRIANO COSTA RAMOS
  • ESTUDO DO EFEITO PROTETOR DO TIROSOL EM MODELO EXPERIMENTAL DA GENGIVITE

  • Orientador : GUSTAVO PINA GODOY
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ARNALDO DE FRANCA CALDAS JUNIOR
  • CARLOS AUGUSTO GALVÃO BARBOSA
  • FELIPE BRAVO MACHADO DE ANDRADE
  • KEILA MARTHA AMORIM BARROSO
  • RUTHINEIA DIÓGENES ALVES UCHÔA LINS
  • Data: 27/08/2021

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  • A gengivite é uma inflamação autolimitante localizada nos tecidos gengivais que não acomete o periodonto de sustentação. Várias formas de tratar a gengivite são conhecidas. Desde a remoção mecânica do biofilme dental até a utilização de medicamentos para controle da infecção e inflamação. O tirosol, conhecido como álcool p-hidroxifenetílico, é um composto fenólico que possui muitas propriedades positivas, principalmente associadas ao seu potencial de eliminação de espécies reativas de oxigênio (ERO’s). Diante do que foi exposto, o objetivo deste trabalho foi demonstrar o efeito protetor do tirosol em modelo experimental da doença gengivite. Para avaliação deste efeito protetor foram analisados desde aspectos toxicológicos, genotóxicos e mutagênicos até análise anti-inflamatória, antimicrobiana e enzimática. O Tirosol foi extraído de azeite de oliva (Olea Europaea L.) a partir de um extrato seco liofilizado e ultra processado. A atividade antioxidante da espécie vegetal foi determinada através do ensaio de captura de radicais DPPH ̇. Para a avaliação da toxicidade aguda o composto tirosol foi testado de acordo com o protocolo experimental Guideline 423 (OECD 423; 2016). Foram utilizados 35 animais (10 camundongos Swiss e 25 ratos winstar machos). Os camundongos foram utilizados para os testes de segurança toxicológica. Os 25 ratos foram divididos em animais com gengivite, animais sadios e animais tratados com tirosol nas concentrações de 3, 15 e 30mg/kg. Após o tratamento as amostras foram coletas e foi realizado o processamento e análise histológica e enzimática. O tirosol foi avaliado segundo a atividade antimicrobiana através da análise de Concentração Mínima Inibitória (CMI) e Concentração Mínima Biocida (CMB) utilizando cepa de Streptococcus mutans UFPEDA 766. O tirosol apresentou-se seguro nos testes de toxicidade, não apresentando Genotoxicidade. Histologicamente os animais tratados com a concentração de 30mg/kg não apresentaram elevada concentração de infiltrado inflamatório e seu reparo tecidual se assemelhou ao grupo controle. Nos animais tratados com o tirosol houve aumento das enzimas antioxidantes catalase (CAT) e superóxido dismutase (SOD) em relação ao grupo com gengivite. Não houve resposta antimicrobiana do tirosol frente a cepa analisada. Conclui-se que o tirosol possui segurança toxicológica podendo ser utilizado como antioxidante e anti-inflamatório. Adicionalmente, o tirosol surge como alternativa terapêutica frente as periodontopatias, em especial, nas lesões causadas pela gengivite.


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  • Cadastro de Qualificação realizada em 30/10/2018

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  • MARIANA DE MORAES CORREA PEREZ
  • ASSOCIAÇÃO DOS POLIMORFISMOS IL-6 -174 G/C E TNF- α -308 G/A COM A PERIODONTITE EM PACIENTES RENAIS CRÔNICOS SUBMETIDOS A HEMODIÁLISE

  • Orientador : ALESSANDRA DE ALBUQUERQUE TAVARES CARVALHO
  • MEMBROS DA BANCA :
  • DANYEL ELIAS DA CRUZ PEREZ
  • GUSTAVO PINA GODOY
  • MARINA LINS MAYMONE DE MELO BRANDAO
  • LUCIANA SILVA REGUEIRA
  • ANA CLAUDIA AMORIM GOMES DOURADO
  • Data: 30/08/2021

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  • Objetivo: Correlacionar a presença e gravidade da doença periodontal com os polimorfismos genéticos de IL-6 -174 G/C e TNF-α -308 G/A em pacientes renais crônicos em hemodiálise. Materiais e métodos: Estudo transversal, composto por um grupo caso que envolvia pacientes em hemodiálise provenientes do Hospital das Clínicas da UFPE e do Hospital Maria Lucinda. O grupo controle foi composto por pacientes que realizaram primeira consulta para triagem na clínica de Estomatologia da UFPE, sendo saudáveis para doença renal crônica. O diagnóstico periodontal foi estabelecido através da avaliação da profundidade de sondagem, perda de inserção
    clínica e de sangramento a sondagem, dando o diagnóstico quanto ao grau, estágio e localização da periodontite. Os polimorfismos de nucluotídeo único foram genotipados com discriminação alélica através da técnica de PCR em tempo real. Resultados: Foram avaliados 84 pacientes (Caso: n=43; Controle: n=41) com idade média de 46,6  12 anos, variando dos 18 aos 78 anos, na qual a maioria (54,7%) era do sexo feminino. Quanto a presença de doença periodontal, não foram observadas diferenças estatisticamente significativas entre o grupo caso (76,7%) e controle (73,2%). Ao categorizar a doença periodontal quanto ao estágio (p=0,655), grau (p=0,512) e localização (p=0,904) nenhuma diferença estitisticamente significativa foi visualizada entre os dois grupos estudados, nem quando comparados quanto as distribuições alélicas e genotípicas de IL-6 e TNF-α. Da mesma forma, quando subdividimos os grupos hemodiálise e saudáveis quanto aos que apresentavam ou não periodontite, nenhuma diferença foi observada entre os subgrupos, no entanto, quando categorizamos os pacientes quanto ao estágio da periodontite, obtiveram-se resultados estatisticamente significativos no grupo hemodiálise, considerando que o genótipo GG e a ausência do alelo C estariam relacionados com maior destruição periodontal. Conclusão: O alelo C apresenta efeito protetor com relação a gravidade da doença periodontal em pacientes em hemodiálise.


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  • Objetivo: Caracterizar o perfil clínico da doença periodontal e correlacionar com os polimorfismos genéticos de IL-6 -174 G/C e TNF-α -308 G/A em pacientes renais crônicos em hemodiálise. Materiais e métodos: Estudo epidemiológico e observacional, composto por um grupo caso que envolvia pacientes em hemodiálise provenientes do Hospital das Clínicas da UFPE e do Hospital Maria Lucinda. O grupo controle foi composto por pacientes que realizaram primeira consulta para triagem na clínica de Estomatologia da UFPE, sendo saudáveis para doença renal crônica. O diagnóstico periodontal foi estabelecido através da avaliação da profundidade de sondagem, perda de inserção clínica e de sangramento a sondagem, dando o diagnóstico quanto ao grau, estádio e localização da periodontite. Os polimorfismos de nucluotídeo único foram genotipados com discriminação alélica através da técnica de PCR em tempo real. Resultados: Foram avaliados 84 pacientes (Caso: n=43; Controle: n=41) com idade média de 46,6  12 anos, variando dos 18 aos 78 anos, na qual a maioria (54,7%) era do sexo feminino. Quanto a presença de doença periodontal, não foram observadas diferenças estatisticamente significativas entre o grupo caso (76,7%) e controle (73,2%). Ao categorizar a doença periodontal quanto ao estágio (p=0,655), grau (p=0,512) e localização (p=0,904) nenhuma diferença estitisticamente significativa foi visualizada entre os dois grupos estudados, nem quando comparados quanto as distribuições alélicas e genotípicas de IL-6 e TNF-α. Da mesma forma, quando subdividimos os grupos controle e hemodiálise quanto aos que apresentavam ou não periodontite, nenhuma diferença foi observada entre os subgrupos, no entanto, quando categorizamos os pacientes quanto ao estágio da periodontite, obteve-se resultados estatisticamente significativos no grupo caso, considerando que o genótipo GG e a ausência do alelo C estariam relacionados com maior destruição periodontal. Conclusão: O alelo C apresenta efeito protetor com relação a gravidade da doença periodontal em pacientes em hemodiálise.

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  • THAYANA KARLA GUERRA LIRA DOS SANTOS
  • INFLUÊNCIA DE DIFERENTES SISTEMAS MECANIZADOS PARA PREPAROS ENDODÔNTICOS NA FORMAÇÃO DE TRINCAS RADICULARES E NA RESISTÊNCIA À FRATURA EM DENTES HUMANOS

  • Orientador : ANDERSON STEVENS LEONIDAS GOMES
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ANA MARLY ARAUJO MAIA
  • CARLOS MENEZES AGUIAR
  • DIANA SANTANA DE ALBUQUERQUE
  • GABRIELA QUEIROZ DE MELO MONTEIRO
  • JULIANA RAPOSO SOUTO MAIOR COSTA
  • Data: 30/08/2021

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  • O preparo químico mecânico dos canais radiculares tem como objetivo realizar uma adequada desinfecção, mantendo sua anatomia original. Contudo, esse processo resulta na redução da dentina radicular, além da possibilidade de gerar trincas dentinárias, que por sua vez, podem influenciar a longo prazo a sobrevivência do dente afetado, e levar a fratura vertical da raiz. Assim, o objetivo desse trabalho foi avaliar os efeitos do uso de sistemas reciprocantes e rotatórios na formação de trincas dentinárias e na resistência a fratura vertical da raiz de dentes unirradiculares humanos. Trata-se de um estudo in vitro com incisivos inferiores, aprovado pelo comitê de ética e pesquisa do Centro Universitário UNIESP. As coroas foram seccionadas e as raízes avaliadas em microscópio cirúrgico, usando uma magnificação de 16x. Os sistemas endodônticos utilizados foram: Wave One Gold 25,07 / Dentsply (WOG); Reciproc Blue 25,08 / VDW (RB); Protaper Next X1 e X2 / Dentsply (PTN); Protaper Gold SX, S1, S2, F1 e F2 / Dentsply (PTG). Os dentes foram avaliados através da microtomografia computadorizada antes e após a instrumentação dos canais radiculares. As imagens obtidas foram reconstruídas em software específico e analisadas pelo software ImageJ. Para o primeiro objetivo específico, detecção das trincas, a amostra foi de 80 dentes (n=20), avaliando as imagens referente aos 4mm apicais de cada raiz. O teste de Wilcoxon verificou as diferenças entre as imagens antes e após a instrumentação, o teste de Kruskal-Wallis as diferenças entre os grupos e o teste de Mann Whitney avaliou os diferentes movimentos de instrumentação. Para o segundo objetivo específico, avaliação da resistência à fratura (RF), 30 incisivos inferiores foram selecionados e divididos em cinco grupos (n = 6), sendo um controle e os demais grupos instrumentados com os respectivos sistemas e obturados pela técnica de cone único. O teste de resistência foi realizado em máquina de ensaio universal, com carga de 5000N, velocidade de 1 mm / min até a detecção da fratura. A força máxima foi registrada em Newton. O teste ANOVA foi utilizado para comparar a variável RF em situações que envolviam mais de dois grupos de comparação, enquanto o teste t de Student foi empregado para apenas dois grupos de comparação. Observando que em todos os sistemas utilizados, diferenças significativas foram encontradas entre o número de trincas antes e após a instrumentação (p <0,05). No entanto, não houve diferença estatística entre os quatro sistemas (p = 0,182), nem quando comparados os reciprocantes e rotatórios (p = 0,1048). Como também, não houve diferença estatisticamente significante na RF entre os grupos quando comparados com o controle (p = 0,064), nem entre os sistemas endodônticos (p = 0,13). Contudo, houve diferença significativa na RF entre os sistemas reciprocantes e rotatórios (p = 0,016). Desta forma, nota-se que a maioria dos defeitos dentinários estavam presente nas imagens pré-operatórias, porém, houve um aumento significativo no número de imagens comprometidas com as trincas, independentemente dos sistemas endodônticos utilizados. Enquanto, a RF dos dentes avaliados não foi influenciada pela instrumentação mecânica, todavia a RF dos sistemas reciprocantes foi significativamente maior do que os rotatórios.


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  • O preparo químico mecânico dos canais radiculares tem como objetivo realizar uma adequada desinfecção, mantendo sua anatomia original. Contudo, esse processo resulta na redução da dentina radicular, além da possibilidade de gerar trincas dentinárias, que por sua vez, podem influenciar a longo prazo a sobrevivência do dente afetado, e levar a fratura vertical da raiz. Assim, o objetivo desse trabalho foi avaliar os efeitos do uso de sistemas reciprocantes e rotatórios na formação de trincas na dentina radicular e resistência a fratura vertical da raiz de dentes unirradiculares humanos. Trata-se de um estudo in vitro com incisivos inferiores, aprovado pelo comitê de ética e pesquisa do Centro Universitário UNIESP As coroas foram seccionadas e as raízes avaliadas em microscópio cirúrgico, usando uma magnificação de 16x. Os sistemas endodônticos utilizados foram: Wave One Gold 25,07 / Dentsply (WOG); Reciproc Blue 25,08 / VDW (RB); Protaper Next X1 e X2 / Dentsply (PTN); Protaper Gold SX, S1, S2, F1 e F2 / Dentsply (PTG). Os dentes foram avaliados através da microtomografia computadorizada antes e após a instrumentação dos canais radiculares. As imagens obtidas foram reconstruídas em software específico e analisadas pelo software ImageJ. Para o primeiro objetivo específico, detecção das trincas, a amostra foi de 80 dentes (n=20), avaliadas as imagens referente aos 4mm apicais de cada raiz. O teste de Wilcoxon verificou as diferenças entre as imagens antes e após a instrumentação, o teste de Kruskal-Wallis as diferenças entre os grupos e o teste de Mann Whitney avaliou os diferentes movimentos de instrumentação. Para o segundo objetivo específico, avaliação da resistência a fratura (RF), 30 incisivos inferiores foram selecionados e divididos em cinco grupos (n = 6), sendo um controle e os demais grupos instrumentados com seu respectivo sistemas e obturados pela técnica de cone único. O teste de resistência foi realizado em máquina de ensaio universal, com carga de 5000N, velocidade de 1 mm / min até a detecção da fratura. A força máxima foi registrada em Newton. O teste NOVA foi utilizado para comparar a variável RF em situações que envolviam mais de dois grupos de comparação, enquanto o teste t de Student foi empregado para apenas dois grupos de comparação. Observando que em todos os sistemas utilizados, diferenças significativas foram encontradas entre o número de trincas antes e após a instrumentação (p <0,05). No entanto, não houve diferença estatística entre os quatro sistemas (p = 0,182), nem quando comparados os reciprocantes e rotatórios (p = 0,1048). Como também, não houve diferença estatisticamente significante na RF entre os grupos quando comparados com o controle (p = 0,064), nem entre os sistemas endodônticos (p = 0,13). Contudo, houve diferença significativa na RF entre os sistemas reciprocantes e rotatórios (p = 0,016). Desta forma, nota-se que a maioria dos defeitos dentinários estava presente nas imagens pré-operatórias, porém, houve um aumento no número de imagens comprometidas com as trincas, independentemente dos sistemas endodônticos utilizados. Enquanto, a RF dos dentes avaliados não foi influenciada pela instrumentação mecânica, todavia a RF dos sistemas reciprocantes foi significativamente maior do que os rotatórios.

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  • ALEXANDRINO PEREIRA DOS SANTOS NETO
  • DESIGN DE MICROESFERAS À BASE DE GÁLIO E CLOREXIDINA: DA AÇÃO ANTIMICROBIANA À REGENERAÇÃO ÓSSEA IN VIVO

  • Orientador : JAIR CARNEIRO LEAO
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ALESSANDRA DE ALBUQUERQUE TAVARES CARVALHO
  • IVONE ANTONIA DE SOUZA
  • MARIA EDNA GOMES DE BARROS
  • SANDRA MARIA ALVES SAYAO MAIA
  • SEVERINO ALVES JUNIOR
  • Data: 31/08/2021

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  • O tratamento endodôntico visa reduzir o número de microrganismos no interior dos canais radiculares e estimular o reparo dos tecidos danificados. Consiste na utilização de técnicas como preparo biomecânico, irrigação com substâncias antimicrobianas e utilização de medicações intracanais. Nesse sentido, este trabalho teve o objetivo de sintetizar um novo compósito à base de gálio e clorexidina (Ga(acac)3/CHX/HEC), que mantivesse as propriedades de ambos quanto à ação antimicrobiana contra Enterococcus faecalis e o estímulo à reparação de tecido ósseo. Foi realizada a caracterização do compósito, análise da ação antimicrobiana in vitro e ex vivo, teste de toxicidade oral aguda e avaliação do efeito na regeneração de defeitos ósseos em calvária de ratos Wistar, através da técnica de tomografia computadorizada quantitativa e histomorfometria. O compósito foi caracterizado por espectrometria de emissão atômica por plasma acoplado indutivamente, espectroscopia no ultravioleta visível, espectroscopia por ressonância magnética nuclear de hidrogênio e de carbono, espectroscopia no infravermelho por transformada de Fourier, análise termogravimétrica, análise elementar e microscopia eletrônica de varredura associada a espectroscopia de raios X por dispersão de energia. A partir das análises, não ficou demostrada a presença de paracloroanilina e foi possível sugerir a fórmula mínima do compósito: C49H75Cl2GaN10O20.3H2O. A avaliação da toxicidade oral aguda resultou em baixa toxicidade, com DL50 ≥ 5000 mg/kg. Testes antimicrobianos mostraram efetividade contra E. faecalis, inclusive no interior de canais radiculares e com CIM e CBM de 13,4mg.L -1 . Análises histomorfométrica e de tomografia computadorizada quantitativa mostraram que, após 30 dias de cirurgia, houve aumento significativo do número de vasos neoformados, de tecido de granulação, da densidade de fibras colágenas e da área de osso neoformado, além da diminuição da área e do diâmetro sagital do defeito ósseo no lado tratado com Ga(acac)3/CHX/HEC, quando comparado com o lado sem tratamento, em calvária de ratos. Os dados obtidos indicam que o novo compósito teve efeito antimicrobiano contra E. faecalis e na indução da cicatrização óssea, dessa forma, parece ser promissor no uso como medicação intracanal em tratamentos endodônticos.


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  • O tratamento endodôntico visa reduzir o número de microrganismos no interior dos canais radiculares e estimular o reparo dos tecidos danificados. Consiste na utilização de técnicas como preparo biomecânico, irrigação com substâncias antimicrobianas e utilização de medicações intracanais. Nesse sentido, este trabalho teve o objetivo de sintetizar um novo compósito à base de gálio e clorexidina (Ga(acac)3/CHX/HEC), que mantivesse as propriedades de ambos quanto à ação antimicrobiana contra Enterococcus faecalis e o estímulo à reparação de tecido ósseo. O compósito foi caracterizado por espectrometria de emissão atômica por plasma acoplado indutivamente, espectroscopia no ultravioleta visível, espectroscopia por ressonância magnética nuclear de hidrogênio e de carbono, espectroscopia no infravermelho por transformada de Fourier, análise termogravimétrica, análise elementar e microscopia eletrônica de varredura associada a espectroscopia de raios X por dispersão de energia. A partir das análises, não ficou demostrada a presença de paracloroanilina e foi possível sugerir a fórmula mínima do compósito: C49H75Cl2GaN10O20.3H2O. A avaliação da toxicidade oral aguda resultou em DL50 ≥ 5000 mg/kg. Testes antimicrobianos mostraram efetividade contra E. faecalis, inclusive no interior de canais radiculares e com CIM e CBM de 13,4 mg. L-1. Análises histomorfométrica e de tomografia computadorizada quantitativa mostraram que, após 30 dias de cirurgia, houve aumento significativo do número de vasos neoformados, de tecido de granulação, da densidade de fibras colágenas e da área de osso neoformado, além da diminuição da área e do diâmetro sagital do defeito ósseo no lado tratado com Ga(acac)3/CHX/HEC, quando comparado com o lado sem tratamento, em calvária de ratos. Os dados obtidos indicam que o novo compósito teve efeito antimicrobiano contra E. faecalis e na indução da cicatrização óssea, dessa forma, parece ser promissor no uso como medicação intracanal em tratamentos endodônticos.

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  • PATRICIA RAVENA MENESES REBOUÇAS
  • OTIMIZAÇÃO DA TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE FEIXE CÔNICO NO PLANEJAMENTO DA REMOÇÃO DE TERCEIROS MOLARES MANDIBULARES: uma avaliação tomográfica e citológica

  • Orientador : ANDREA DOS ANJOS PONTUAL DE ANDRADE LIMA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ANDREA DOS ANJOS PONTUAL DE ANDRADE LIMA
  • DANIELA DA SILVA FEITOSA
  • DANIELA PITA DE MELO
  • DANYEL ELIAS DA CRUZ PEREZ
  • EDUARDA HELENA LEANDRO DO NASCIMENTO
  • Data: 17/09/2021

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  • Os parâmetros para aquisição de exames de tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) devem ser ajustados de acordo com a finalidade clínica, mantendo a dose de radiação tão baixa quanto diagnosticamente aceitável. O objetivo do presente estudo foi correlacionar o protocolo de aquisição TCFC com a qualidade da imagem subjetiva, assim como os níveis de citotoxicidade e mutagenicidade encontrados nas células da mucosa bucal expostas a radiação. A amostra foi composta por 110 indivíduos saudáveis aleatoriamente divididos em quatro grupos, de acordo com parâmetros de exposição utilizados (P1 = voxel 0,25mm, rotação: 360o, tempo: 26 segundos; P2: voxel 0,25mm, rotação: 180o, tempo: 14 segundos; P3: voxel 0,20mm, rotação: 360o, tempo: 26 segundos; P4: voxel 0,20mm, rotação: 180o, tempo: 14 segundos), totalizando 220 imagens de terceiros molares (lados esquerdo e direito). Em todos os protocolos, foram utilizados FOV 6x6cm, e 120kVp. Para avaliação subjetiva, as imagens foram analisadas por 03 (três) examinadores, considerando: qualidade geral, nitidez, contraste, visualização de estruturas anatômicas e contato das raízes com o canal mandibular. Para a avaliação citológica, foram coletadas células bucais dos pacientes em dois momentos, antes e dez dias após a realização do exame. As células do epitélio bucal foram examinadas por avaliador previamente treinado para a determinação da frequência de células micronucleadas (parâmetro de mutagenicidade) e de cariorrexe, picnose e cariólise (parâmetros de citotoxicidade). A avaliação foi realizada por meio de microscópio com aumento de 40 vezes. As frequências de alterações celulares foram comparadas por meio do Teste Wilcoxon e os dados e escores obtidos nas avaliações tomográficas por meio dos Testes Kruskal Wallis e Mann-Whitney (p<0,05). Verificou-se que houve diferença significativa (p<0,05) no aumento da frequência de micronúcleos nos protocolos de aquisição P1, P2 e P3 e, também, no aumento dos parâmetros de citotoxicidade (p<0,05) em todos os protocolos estudados. Na avaliação da qualidade da imagem subjetiva, observou-se diferença significativa nos parâmetros nitidez, qualidade geral da imagem e contraste apenas no P4 para um examinador. Conclui-se que a qualidade da imagem da TCFC foi avaliada como boa ou excelente nos protocolos de exposição utilizados para planejamento de exodontia de terceiros molares


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  • Os parâmetros para aquisição de exames de tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) devem ser ajustados de acordo com a finalidade clínica, mantendo a dose de radiação tão baixa quanto diagnosticamente aceitável. O objetivo do presente estudo foi correlacionar o protocolo de aquisição TCFC com a qualidade da imagem subjetiva, assim como os níveis de citotoxicidade e mutagenicidade encontrados nas células da mucosa bucal expostas a radiação. A amostra foi composta por 110 indivíduos saudáveis aleatoriamente divididos em quatro grupos, de acordo com parâmetros de exposição utilizados (P1 = voxel 0,25mm, rotação: 360o , tempo: 26 segundos; P2: voxel 0,25mm, rotação: 180o , tempo: 14 segundos; P3: voxel 0,20mm, rotação: 360o, tempo: 26 segundos; P4: voxel 0,20mm, rotação: 180o , tempo: 14 segundos), totalizando 220 imagens de terceiros molares (lados esquerdo e direito). Em todos os protocolos, foram utilizados FOV 6x6cm, e 120kVp. Para avaliação subjetiva, as imagens foram analisadas por 03 (três) examinadores, considerando: qualidade geral, nitidez, contraste, visualização de estruturas anatômicas e contato das raízes com o canal mandibular. Para a avaliação citológica, foram coletadas células bucais dos pacientes em dois momentos, antes e dez dias após a realização do exame. As células do epitélio bucal foram examinadas por avaliador previamente treinado para a determinação da frequência de células micronucleadas (parâmetro de mutagenicidade) e de cariorrexe, picnose e cariólise (parâmetros de citotoxicidade). A avaliação foi realizada por meio de microscópio com aumento de 40 vezes. As frequências de alterações celulares foram comparadas por meio do Teste Wilcoxon e os dados e escores obtidos nas avaliações tomográficas por meio dos Testes Kruskal Wallis e Mann-Whitney (p≤0,05). Verificou-se que houve diferença significativa (p≤0,05) no aumento da frequência de micronúcleos nos protocolos de aquisição P1, P2 e P3 e, também, no aumento dos parâmetros de citotoxicidade (p≤0,05), em especial na cariólise (em todos os protocolos estudados). Na avaliação da qualidade da imagem subjetiva, observou-se diferença significativa nos parâmetros nitidez, qualidade geral da imagem e contraste apenas no P4 para um examinador. Conclui-se que a qualidade da imagem da TCFC foi avaliada como boa ou excelente nos protocolos de exposição utilizados para planejamento de exodontia de terceiros molares mandibulares, assim como as células bucais apresentaram níveis aumentados de mutagenicidade e citotoxicidade após a realização deste exame.

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  • ELIANE CRISTINA REVOREDO PINTO CARVALHO
  • GEOMETRIA OROFARÍNGEA DE PACIENTES REABILITADOS COM OBTURADORES PALATINOS: REPERCUSSÕES NA VOZ E DEGLUTIÇÃO

  • Orientador : JAIR CARNEIRO LEAO
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ALESSANDRA DE ALBUQUERQUE TAVARES CARVALHO
  • FATIMA CRISTINA MENDES DE MATOS
  • GUSTAVO PINA GODOY
  • HILTON JUSTINO DA SILVA
  • NEIDE PENA COTO
  • Data: 28/09/2021

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  • A reabilitação com obturadores palatinos no transcirúrgico viabiliza o vedamento imediato da comunicação oronasal e o restabelecimento das funções estomatognáticas e estética dos pacientes. Objetivo: Apresentar os resultados da análise da geometria orofaríngea, da qualidade da voz e da deglutição de pacientes submetidos a maxilectomias e reabilitados com obturadores palatinos transcirúrgicos (OPT) Métodos: A pesquisa foi composta por dois estudos de série de casos de abordagem quanti-qualitativa, realizados no Hospital de Câncer e na Universidade Federal de Pernambuco, com indivíduos com faixa etária entre 25 a 70 anos. No primeiro estudo: A avaliação da geometria orofaríngea foi aferida por faringometria acústica e a análise dos parâmetros vocais por meio de análise perceptivo-auditiva e análise acústica. A comparação entre os resultados com e sem o OPT foi analisada pelo Teste de Wilcoxon e a correlação entre as medidas orofaríngeas e os parâmetros acústicos foi testada pelo coeficiente de correlação de Spearman. Todos os testes foram aplicados com intervalo de confiança de 95%. No segundo estudo: As variáveis de desfecho foram investigadas pela faringometria acústica e videoendoscopia da deglutição para investigação da geometria orofaríngea comparada à deglutição e comparação da deglutição com e sem o OPT.Também foram avaliadas características sociodemográficas e clínicas. Os dados foram analisados no SPSS 13.0. Para comparação entre os grupos com e sem prótese foram utilizados os testes de Mann-Whitney e o coeficiente de correlação de Spearman’s. Resultados: Houve diminuição das seguintes medidas orofaríngeas com o uso do OPT: comprimento da cavidade faríngea e do trato vocal, volume da cavidade oral, faríngea e do trato vocal e da área da junção orofaríngea. Não houve diferença no comprimento da cavidade oral e na área glótica entre as situações com e sem OPT. Na avaliação vocal acústica, nenhum dos parâmetros isolados diferiu na comparação entre as situações com e sem uso do OPT, porém, quanto ao diagrama de desvio fonatório, a densidade concentrada foi maior na situação com OPT. Na avaliação perceptivo- auditiva nenhum paciente foi considerado com alteração vocal de nível glótico, com ou sem o uso do OPT, porém, as alterações de inteligibilidade e ressonância foram observadas na situação sem OPT. Apenas em um caso, com uso do OPT, foi detectada hipernasalidade, porém em grau leve. A deglutição com o OPT comparada à deglutição sem o OPT apresentou melhor resultado nas variáveis de deglutição: escape prematuro posterior (p=0,021) e refluxo para nasofaringe (p=0,029). A geometria orofaríngea não apresentou associação estaticamente significante com as alterações de deglutição. Conclusão: Concluiu-se que as medidas orofaríngeas nos maxilectomizados com prótese se aproximaram das medidas de indivíduos sem alterações orgânicas de trato vocal e o uso de OPT proporciona melhora vocal na inteligibilidade de fala e ressonância vocal como também pode contribuir para a função de deglutição e proteção das vias aéreas inferiores desses pacientes.


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  • A Prótese Obturadora Palatina representa uma possibilidade do restabelecimento das funções estomatognáticas, estéticas e psicossociais, pelo fato de possibilitar a reposição anatômica de forma aloplástica do paciente. Com o advento da tecnologia em 3D foi possível a aquisão de modelos prototipados  e com eles a possibilidade do planejamento cirúrgico assim como o auxílio na  confecção da prótese obturadora para posterior instalação no transcirúrgico, com o propósito de vedar fissuras ocasionadas pela ressecção de tumores.,.Este estudo tem o objetivo de descrever e comparar os resultados da voz e da deglutição dos pacientes, após a adaptação dos obturadores palatinos transcirúrgicos. As amostras serão constituídas por pacientes com resultados anátomo-patológicos conclusivos de neoplasias benignas e malignas, encaminhados pelos Cirurgiões de Cabeça e Pescoço. As próteses obturadoras palatinas confeccionadas serão adaptadas de imediato após a  ressecção  dos tumores no bloco cirúrgico. Nesse estudo será analisado os resultados vocais e da deglutição após a adaptação do obturador palatino transcirúrgico convencionais e em 3D em pacientes com neoplasias, submetidos a maxilectomias.

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