O projeto o projeto A Comunicação Antirracista, a Liberdade de Expressão e a Defesa dos Direitos Humanos pelo Observatório de Mídia da UFPE pretende associar o conhecimento acumulado pelo Observatório para investir no protagonismo de estudantes que integram o corpo discente do Departamento de Comunicação da UFPE para a realização de ações de extensão com foco na educação para a mídia, exercício da liberdade de expressão, combate às desigualdades de gênero e enfrentamento ao racismo. Partindo de tal pressuposto, a proposta também está direcionada ao fomentar, entre os discentes, técnicos e docentes do DECOM e UFPE, da pesquisa acadêmica e a produção de conhecimentos sobre a comunicação e a educação para o combate ao racismo e à defesa dos direitos humanos das mulheres; Realizar o acompanhamento de emissoras de rádio e TV pernambucanas no que se refere à valorização e à violação dos direitos humanos; Colaborar para o aumento e fortalecimento do exercício do direito à comunicação tanto entre os discentes, técnicos e docentes do DECOM e UFPE, quanto pela sociedade civil por meio da realização de oficinas de comunicação antirracista e de leitura crítica da mídia e fomentar a educação para os direitos humanos na UFPE (discentes, técnicos e docentes do DECOM), e junto aos integrantes de organizações parceiras. Para tanto, vai lançar mão de uma metodologia que combina a realização de momentos de formação em comunicação antirracista e leitura crítica da mídia nas dependências da UFPE (Campus Recife) e Cabo de Santo Agostinho (sede da organização Centro das Mulheres do Cabo), produção de campanhas educativas, realização de seminários. Para tanto, a equipe que vai compor o projeto será composta por docentes, bolsistas, estudantes voluntários, colaboradores e pessoal técnico da UFPE. Os públicos que deverão ser articulados pelos projetos envolvem organizações da sociedade civil parceiras da proposta, como o Centro das Mulheres do Cabo e Rede de Mulheres Negras de Pernambuco, além de toda a comunidade acadêmica envolvida com a UFPE. Como principais resultados, podemos ter: a) Comunidade acadêmica e parceiros/as fortalecidos quanto à compreensão acerca dos elementos que devem compor uma comunicação antirracista; b) Comunidade acadêmica e parceiros/as fortalecidos quanto à compreensão acerca da importância da leitura crítica da mídia e apta para a realização de análises de produções midiáticas; c) Estudantes do Departamento de Comunicação aptos para realizar leitura crítica da mídia, produzir o programa de rádio LUNETA e denunciar casos de violações aos direitos humanos cometidos pelos meios de comunicação; d) Estudantes do Departamento de Comunicação da UFPE aptos para realizar levantamentos/estudos/análises para a montagem de bancos de dados sobre questões relativas à mídia, relações de gênero, racismo, liberdade de expressão e direitos humanos; e) Estudantes do DECOM formados para a realização de oficinas sobre Leitura Crítica da Mídia e Comunicação Antirracista.
Estudantes de graduação, professores e técnicos
Integrantes de organizações não-governamentais, redes de direitos humanos e organizações de mídia indepensente, redes de entidades negras
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