UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO Recife, 30 de Abril de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: DISCIPLINA
Unidade Responsável: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E TECNOLÓGICA - CE (11.45.08)
Código: EMT910
Nome: EPISTEMOLOGIA E EDUCAÇÃO MATEMÁTICA
Carga Horária Teórica: 60 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária Total: 60 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Sim
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Sim
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Permite Componente Flexível: Não
Quantidade de Avaliações: 1
Ementa/Descrição: A disciplina analisa os fundamentos epistemológicos do conhecimento científico, em particular da área de educação matemática e tecnológica. Busca também compreender os limites e as possibilidades do conhecimento científico e da pesquisa na contemporaneidade dentro desta área específica.
Referências: BACHELARD, G. A filosofia do não; o novo espírito científico; a poética do espaço. São Paulo: Abril Cultural, 1978. (Os Pensadores). BACHELARD, G. A formação do espírito científico. 13. ed. Rio de Janeiro: Contraponto, 2005. BEHRENS, M. A. O paradigma emergente e a prática pedagógica. Curitiba: Champagnat, 1999. BUNGE, M. Filosofia da tecnologia. In: BUNGE, M. Epistemologia: curso de atualização. São Paulo: Edusp, 1987. DA COSTA, N. C. A. O conhecimento científico. São Paulo. Discurso Editorial. 1999. DELIZOICOV, D. O Interacionismo na construção dos paradigmas. Pro-Posições, Vol. 7, No 1(19), pp. 84-94, 1996. FEYRABEND, P. Contra o Método. Rio de Janeiro. Francisco Alves, 1977. FREIRE, P. Conscientização: teoria e prática da libertação: uma introdução ao pensamento de Paulo Freire. São Paulo: Moraes, 1980. GOMEZ, Maria Nélida González de. A representação do conhecimento e o conhecimento da representação: algumas questões epistemológicas. Ci. Inf., Brasília, v. 22, n. 3, p. 217-222, set./dez. 1993. JAPIASSU, H. Introdução ao pensamento epistemológico. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1991. KUHN, T. S. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 1975. LOPES, Alice Ribeiro Casimiro. Bachelard: o filósofo da desilusão. Cad.Cat.Ens.Fis., v. 13, n 3, p. 248-273, dez. 1996. MIGUEL, Antonio. Contribuição crítica à discussão acerca da participação da história e da epistemologia da matemática na investigação em educação matemática. Horizontes, Bragança Paulista, v. 22, n. 1, p. 71-107, jan./jun. 2004 71. MOREIRA, Marco Antonio. Epistemologias do século XX. São Paulo: E.P.U., 2011. MORIN, Edgar. Introdução ao pensamento complexo. 5. ed. Porto Alegre: Sulina, 2015. OLIVEIRA, I. A. Epistemologia e Educação: bases conceituais e racionalidades científicas e históricas. Petrópolis: Vozes, 2016. PIAGET, J.; GARCIA, R. Psicogênese e História das ciências. Lisboa. Dom Quixote. 1987. POPPER, K. A lógica da investigação científica. S. Paulo. Cultrix/Edusp. 1975. PORTOCARRERO, V. (Org.) Filosofia, História e Sociologia das Ciências – Abordagens Contemporâneas. Rio de Janeiro. Fiocruz. 1994. SANTOS, B. S. Um discurso sobre as ciências. 11. ed. Porto: Afrontamento, 1999. SAVIANI, Dermeval. Epistemologia e teorias da educação no Brasil. Pro-Posições, v. 18, n. 1 (52) - jan./abr. 2007. SEVERINO, A. J. O transpositivismo: reavaliando a ciência. In: SEVERINO, A. J. A filosofia contemporânea no Brasil. Petrópolis, RJ: Vozes, 1999.

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